Ford e General Motors, duas das maiores montadoras de automóveis dos Estados Unidos, anunciaram iniciativas para promover o consumo de álcool no país. A Ford planeja aumentar em 30% o número de postos que vendem o mix E85, composto por 85% de álcool e 15% de gasolina, nos estados do Illinois e Missouri. Para isso a montadora firmou parceria com a VeraSun Energy Corp., uma fabricante de álcool.
Em uma iniciativa separada a GM informou que trabalhará com a VeraSun e a Shell Oil Products U.S., unidade da anglo-holandesa Royal Dutch Shell PLC (RDSA), para instalar mais 26 postos de E85 na região de Chicago a fim de incentivar o uso do álcool.
Ambas as montadoras estão promovendo o álcool combustível - que nos EUA é feito de milho - no momento em que aumenta a importância política dos combustíveis alternativos. Uma lei aprovada recentemente pelo congresso americano institui que o consumo de etanol e biodiesel deverá dobrar nos próximos anos. Na semana passada, o presidente George W. Bush disse durante o discurso sobre o Estado da União que o país está "viciado em petróleo" e que a produção de combustíveis alternativos, como o álcool, tem que ser incentivada.
Enquanto isso, GM e Ford, que têm tido resultados financeiros pífios nos EUA, procuram maneiras de atrair o consumidor e têm aumentado a produção de veículos flexíveis. A GM quer produzir 400 mil veículos que rodam com o E85 este ano. A Ford prevê que 250 mil destes carros saiam de suas fábricas em 2006. Ambas as empresas venderam três milhões de carros que rodam com o E85 nos EUA.
Anne Stevens, CEO da Ford America, disse que a grande dificuldade para o aumento do consumo de álcool é a infra-estrutura. Apenas 500 dos mais de 180 mil postos de combustível dos EUA vendem álcool. E a maioria está no Meio-Oeste, onde a commodity é produzida. Stevens cita o sucesso do álcool em países como o Brasil como uma evidência de que a tecnologia é viável.
A GM, por sua vez, está promovendo uma campanha nacional para aumentar o consumo do E85. Junto com a Shell a montadora está participando de testes em Chicago para medir o interesse dos consumidores nos combustíveis alternativos. A empresa não revelou o custo da campanha, apenas revela que é de dezenas de milhões de dólares. As informações são da Dow Jones.
Em uma iniciativa separada a GM informou que trabalhará com a VeraSun e a Shell Oil Products U.S., unidade da anglo-holandesa Royal Dutch Shell PLC (RDSA), para instalar mais 26 postos de E85 na região de Chicago a fim de incentivar o uso do álcool.
Ambas as montadoras estão promovendo o álcool combustível - que nos EUA é feito de milho - no momento em que aumenta a importância política dos combustíveis alternativos. Uma lei aprovada recentemente pelo congresso americano institui que o consumo de etanol e biodiesel deverá dobrar nos próximos anos. Na semana passada, o presidente George W. Bush disse durante o discurso sobre o Estado da União que o país está "viciado em petróleo" e que a produção de combustíveis alternativos, como o álcool, tem que ser incentivada.
Enquanto isso, GM e Ford, que têm tido resultados financeiros pífios nos EUA, procuram maneiras de atrair o consumidor e têm aumentado a produção de veículos flexíveis. A GM quer produzir 400 mil veículos que rodam com o E85 este ano. A Ford prevê que 250 mil destes carros saiam de suas fábricas em 2006. Ambas as empresas venderam três milhões de carros que rodam com o E85 nos EUA.
Anne Stevens, CEO da Ford America, disse que a grande dificuldade para o aumento do consumo de álcool é a infra-estrutura. Apenas 500 dos mais de 180 mil postos de combustível dos EUA vendem álcool. E a maioria está no Meio-Oeste, onde a commodity é produzida. Stevens cita o sucesso do álcool em países como o Brasil como uma evidência de que a tecnologia é viável.
A GM, por sua vez, está promovendo uma campanha nacional para aumentar o consumo do E85. Junto com a Shell a montadora está participando de testes em Chicago para medir o interesse dos consumidores nos combustíveis alternativos. A empresa não revelou o custo da campanha, apenas revela que é de dezenas de milhões de dólares. As informações são da Dow Jones.