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Ilha modelo de energia alternativa sofre com fim de subsídios

Ilha energéticamente alternativaEm 1997, ano em que a Dinamarca assinou o Protocolo de Quioto, o governo do país nórdico promoveu um concurso entre as suas ilhas para escolher aquela que se tornaria modelo de utilização de energias alternativas. Hoje, porém, a realidade do projeto vencedor, desenvolvido na ilha Samsoe, é bem diferente.
Portal CONPET 2 min de leitura
Ilha energéticamente alternativa
Banco de Imagens Petrobras
Em 1997, ano em que a Dinamarca assinou o Protocolo de Quioto, o governo do país nórdico promoveu um concurso entre as suas ilhas para escolher aquela que se tornaria modelo de utilização de energias alternativas. Hoje, porém, a realidade do projeto vencedor, desenvolvido na ilha Samsoe, é bem diferente. O novo governo dinamarquês, eleito em 2001, tomou a decisão de acabar com os subsídios destinados à “ilha dinamarquesa da energia renovável”.

Na época do lançamento do plano, os moradores de Samsoe receberam auxílio financeiro do governo para instalarem painéis solares e turbinas de vento em suas casas e para substituir seus carros por veículos elétricos. No entanto nenhum dos 4 mil habitantes aceitaram a troca dos automóveis e apenas um terço da população quis adotar a energia alternativa.

O novo governo do país, que interrompeu o projeto da ilha de Samsoe, argumenta que o custo com as fontes alternativas de energia ainda é muito alto, o que afetaria a economia dinamarquesa.

Com informações The Wall Street Journal
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