As pesquisas voltadas para a produção e melhoria da qualidade do
biodiesel, realizadas pelo Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCT),
ganharão o suporte de uma nova unidade de plantas piloto.
As pesquisas voltadas para a produção e melhoria da qualidade do biodiesel, realizadas pelo Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCT), ganharão o suporte de uma nova unidade de plantas piloto. Previsto para ser inaugurado em algumas semanas, o espaço terá uma área útil de 50m², e novos reatores com capacidade aumentada para os testes de produção em escala pliloto.
As novas plantas transesterificação – reatores onde ocorrem as reações que transformam o óleo vegetal em biodiesel – serão três, com capacidades para 20, 50 e 100 litros. O reator maior, em aço inoxidável, foi adquirido na Argentina através de recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
Os objetivos da nova unidade – que será gerenciada pela área de Energia do INT – são avaliar o biodiesel produzido, analisar os parâmetros de reação e otimizar a produção, garantindo sua qualidade e reduzindo de custos. O trabalho realizado nas plantas piloto está entre uma escala de laboratório e uma produção em larga escala de grandes empresas.
A produção do biodiesel permite utilizar diferentes plantas oleaginosas como matéria prima, - são elas: o pinhão, a soja, a mamona, o babaçu, o algodão, o girassol, etc. Diversos fatores influenciam na produção do biodiesel. Velocidade, tempo da reação e temperatura que variam de acordo com a oleaginosa utilizada no processo de fabricação.
A Unidade de Plantas Piloto de Biodiesel servirá também como vitrine para a demonstração de outras fontes renováveis de energia. Serão instalados dois equipamentos para uso de energia solar. O primeiro para aquecimento de água, e o outro para a geração de energia elétrica (fotovoltaica). Ao longo do ano serão instaladas quatro unidades de exaustão eólica.
“Com esta unidade vamos realizar pesquisas, auxiliar produtores no Brasil, e esperamos ainda trazer inovações tecnológicas com o trabalho do INT”, afirma Maurício Henriques, chefe da Divisão de Energia (DIEN) do Instituto.

Fonte: Instituto Nacional de Tecnologia
As pesquisas voltadas para a produção e melhoria da qualidade do biodiesel, realizadas pelo Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCT), ganharão o suporte de uma nova unidade de plantas piloto. Previsto para ser inaugurado em algumas semanas, o espaço terá uma área útil de 50m², e novos reatores com capacidade aumentada para os testes de produção em escala pliloto.
As novas plantas transesterificação – reatores onde ocorrem as reações que transformam o óleo vegetal em biodiesel – serão três, com capacidades para 20, 50 e 100 litros. O reator maior, em aço inoxidável, foi adquirido na Argentina através de recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
Os objetivos da nova unidade – que será gerenciada pela área de Energia do INT – são avaliar o biodiesel produzido, analisar os parâmetros de reação e otimizar a produção, garantindo sua qualidade e reduzindo de custos. O trabalho realizado nas plantas piloto está entre uma escala de laboratório e uma produção em larga escala de grandes empresas.
A produção do biodiesel permite utilizar diferentes plantas oleaginosas como matéria prima, - são elas: o pinhão, a soja, a mamona, o babaçu, o algodão, o girassol, etc. Diversos fatores influenciam na produção do biodiesel. Velocidade, tempo da reação e temperatura que variam de acordo com a oleaginosa utilizada no processo de fabricação.
A Unidade de Plantas Piloto de Biodiesel servirá também como vitrine para a demonstração de outras fontes renováveis de energia. Serão instalados dois equipamentos para uso de energia solar. O primeiro para aquecimento de água, e o outro para a geração de energia elétrica (fotovoltaica). Ao longo do ano serão instaladas quatro unidades de exaustão eólica.
“Com esta unidade vamos realizar pesquisas, auxiliar produtores no Brasil, e esperamos ainda trazer inovações tecnológicas com o trabalho do INT”, afirma Maurício Henriques, chefe da Divisão de Energia (DIEN) do Instituto.

Fonte: Instituto Nacional de Tecnologia