No mês passado a D1 Oils anunciou que estava negociando o rompimento da parceria com a BP e nesta sexta-feira saiu o acordo
A D1 Oils, empresa de tecnologia de biocombustíveis do Reino Unido, anunciou na última sexta-feira um acordo condicional para adquirir as ações da British Petroleum (BP) na joint venture D1-BP Fuel Crops, por meio milhão de libras.
A empresa disse que planeja retomar o controle total das ações e das operações de plantio do empreendimento conjunto – para cultivar pinhão-manso como matéria-prima para a produção de biocombustíveis.
As ações da D1, que chegaram a subir 39%, perderam fôlego e se mantiveram em alta de 17%, vendidas a 6,75 centavos de libra na Bolsa de Valores de Londres (às 08:50 do dia 17). Elas alcançaram um pico de 8 centavos de libra na mesma sessão.
A D1 declarou que pagaria à BP, em quantias diferidas, 30 libras por tonelada de óleo de pinhão-manso produzida e vendida – para as primeiras 20 mil toneladas, até um máximo de 600 mil libras.
A empresa, que espera manter-se com saldo positivo em caixa até o fim de 2010, anunciou que a joint venture tinha um patrimônio líquido no valor de 7,6 milhões de libras no final de junho.
Em 31 de maio deste ano a D1-BP Fuel Crops possuía participação em 220 mil hectares de pinhão-manso na África, Índia e no Sudeste Asiático – o que atualmente representa cerca de 25% da área estimada de plantio da cultura no mundo.
Em 23 de junho, a D1 Oils anunciou que estava negociando o rompimento da parceria com a BP, visando assumir controle total sobre as operações de plantio e pesquisa agrícola.
Em fevereiro, os parceiros haviam concordado em vender a terceiros uma parcela significativa da participação na joint venture, cuja criação foi anunciada em junho de 2007, para financiar o crescimento e expansão do empreendimento.
“Este acordo permite-nos retomar o controle total sobre as ações e sobre o capital empregado no plantio de pinhão-manso, ao mesmo tempo que mantendo um alinhamento de interesses em relação ao pinhão-manso com a BP, obtido em troca de um pequeno desembolso”, disse o CEO da empresa, Ben Good, em declaração.
Paralelamente, a D1 fechou um acordo com a Bedford Biofuels, empresa privada canadense com plantações no Quênia e na Zâmbia, para fornecer assistência técnica e tecnologia de plantio por cinco anos.
Fonte: Reuters
Tradução: BiodieselBR.com
A D1 Oils, empresa de tecnologia de biocombustíveis do Reino Unido, anunciou na última sexta-feira um acordo condicional para adquirir as ações da British Petroleum (BP) na joint venture D1-BP Fuel Crops, por meio milhão de libras.
A empresa disse que planeja retomar o controle total das ações e das operações de plantio do empreendimento conjunto – para cultivar pinhão-manso como matéria-prima para a produção de biocombustíveis.
As ações da D1, que chegaram a subir 39%, perderam fôlego e se mantiveram em alta de 17%, vendidas a 6,75 centavos de libra na Bolsa de Valores de Londres (às 08:50 do dia 17). Elas alcançaram um pico de 8 centavos de libra na mesma sessão.
A D1 declarou que pagaria à BP, em quantias diferidas, 30 libras por tonelada de óleo de pinhão-manso produzida e vendida – para as primeiras 20 mil toneladas, até um máximo de 600 mil libras.
A empresa, que espera manter-se com saldo positivo em caixa até o fim de 2010, anunciou que a joint venture tinha um patrimônio líquido no valor de 7,6 milhões de libras no final de junho.
Em 31 de maio deste ano a D1-BP Fuel Crops possuía participação em 220 mil hectares de pinhão-manso na África, Índia e no Sudeste Asiático – o que atualmente representa cerca de 25% da área estimada de plantio da cultura no mundo.
Em 23 de junho, a D1 Oils anunciou que estava negociando o rompimento da parceria com a BP, visando assumir controle total sobre as operações de plantio e pesquisa agrícola.
Em fevereiro, os parceiros haviam concordado em vender a terceiros uma parcela significativa da participação na joint venture, cuja criação foi anunciada em junho de 2007, para financiar o crescimento e expansão do empreendimento.
“Este acordo permite-nos retomar o controle total sobre as ações e sobre o capital empregado no plantio de pinhão-manso, ao mesmo tempo que mantendo um alinhamento de interesses em relação ao pinhão-manso com a BP, obtido em troca de um pequeno desembolso”, disse o CEO da empresa, Ben Good, em declaração.
Paralelamente, a D1 fechou um acordo com a Bedford Biofuels, empresa privada canadense com plantações no Quênia e na Zâmbia, para fornecer assistência técnica e tecnologia de plantio por cinco anos.
Fonte: Reuters
Tradução: BiodieselBR.com
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