Já tem biodiesel na bomba. Dois postos de Campinas começaram a comercializar o novo combustível formado por uma mistura de 2% de óleo de palma ao diesel. Campinas é uma das poucas cidades do País a comercializar o biodiesel, produto que desde o ano passado teve seu uso permitido na matriz energética brasileira. Há, em todo o País, 86 postos vendendo esse combustível, todos da bandeira Ale Combustíveis, e mais um, da Petrobras, com venda experimental em Belém (PA). A Ale informou que a venda atual de biodiesel é de 3,6 milhões de litros por mês.
Em média, a mistura de óleo vegetal ao diesel sai R$ 0,03 por litro mais cara que o diesel, mas um dos postos de Campinas que vende o produto está mantendo preço de venda mais barato, em função de uma parceria feita com a distribuidora. Na bomba, o biodiesel está saindo a R$ 1,81 (o diesel sai a R$ 1,86). A procura tem aumentado, diz o proprietário do Posto Ângelo Simões, Cláudio César Sanchez Luiz. Em fevereiro, até sexta-feira, ele havia comercializado 40 mil litros de biodiesel. Ele acredita que a tendência é de aumento de venda na medida em que as pessoas saibam que em Campinas já há postos vendendo o novo combustível. A consciência ambiental é que motiva as pessoas a abastecerem os veículos com esse combustível, diz. Veículos movido a diesel podem utilizar o biodiesel sem necessidade de qualquer adaptação do veículo.
O outro posto que comercializa biodiesel, o Olho Vivo, na Rua Arlindo Joaquim de Lemos, deixou de vender diesel e passou a comercializar somente a mistura de óleo vegetal ao óleo derivado de petróleo, segundo o assessor administrativo Evandro Pedroso. Nessa unidade, o biodiesel está sendo vendido a R$ 1,84 o litro. A aceitação do produto, segundo ele, está sendo muito grande. Ale Combustíveis é distribuidora pioneira de biodiesel e o produto que está chegando aos postos paulistas vem com uma mistura de óleo de palma, originário da usina Agropalma, que o produz em Belém do Pará
Quem está usando aprova, como é o caso do gerente administrativo de uma indústria química, Sergio Gramari. Seu carro, com 115 mil quilômetros, está há 30 mil quilômetros sendo movido a biodiesel. Deu para perceber um aumento no tempo de abastecimento e calculo que tenha gerado uma economia de 3%, afirma, observando no entanto que ainda precisará de mais tempo para avaliar a influência na manutenção do veículo. Outro consumidor, Cláudio Cunha, é um entusiasta de combustíveis alternativos. Temos que incentivar álcool, biodiesel e outras fonte, porque o petróleo vai acabar e não é mais possível continuarmos usando combustíveis fósseis e poluindo nosso ar, disse.
Em média, a mistura de óleo vegetal ao diesel sai R$ 0,03 por litro mais cara que o diesel, mas um dos postos de Campinas que vende o produto está mantendo preço de venda mais barato, em função de uma parceria feita com a distribuidora. Na bomba, o biodiesel está saindo a R$ 1,81 (o diesel sai a R$ 1,86). A procura tem aumentado, diz o proprietário do Posto Ângelo Simões, Cláudio César Sanchez Luiz. Em fevereiro, até sexta-feira, ele havia comercializado 40 mil litros de biodiesel. Ele acredita que a tendência é de aumento de venda na medida em que as pessoas saibam que em Campinas já há postos vendendo o novo combustível. A consciência ambiental é que motiva as pessoas a abastecerem os veículos com esse combustível, diz. Veículos movido a diesel podem utilizar o biodiesel sem necessidade de qualquer adaptação do veículo.
O outro posto que comercializa biodiesel, o Olho Vivo, na Rua Arlindo Joaquim de Lemos, deixou de vender diesel e passou a comercializar somente a mistura de óleo vegetal ao óleo derivado de petróleo, segundo o assessor administrativo Evandro Pedroso. Nessa unidade, o biodiesel está sendo vendido a R$ 1,84 o litro. A aceitação do produto, segundo ele, está sendo muito grande. Ale Combustíveis é distribuidora pioneira de biodiesel e o produto que está chegando aos postos paulistas vem com uma mistura de óleo de palma, originário da usina Agropalma, que o produz em Belém do Pará
Quem está usando aprova, como é o caso do gerente administrativo de uma indústria química, Sergio Gramari. Seu carro, com 115 mil quilômetros, está há 30 mil quilômetros sendo movido a biodiesel. Deu para perceber um aumento no tempo de abastecimento e calculo que tenha gerado uma economia de 3%, afirma, observando no entanto que ainda precisará de mais tempo para avaliar a influência na manutenção do veículo. Outro consumidor, Cláudio Cunha, é um entusiasta de combustíveis alternativos. Temos que incentivar álcool, biodiesel e outras fonte, porque o petróleo vai acabar e não é mais possível continuarmos usando combustíveis fósseis e poluindo nosso ar, disse.