O mundo inteiro já se preocupa e se mobiliza temendo o fim próximo do petróleo. Que provoca, desde já, guerras (exemplo gritante no Iraque), com as reservas em território norte-americano previstas para durar somente mais 20 anos, o que mobiliza cientistas de todos os continentes no empenho para descobrir e dar praticidade a energias alternativas. E, neste campo, o Brasil vai bem. Já temos a tecnologia do álcool anidro para veículos, e, apesar de neste ano estarmos auto-suficientes em petróleo, assumimos a vanguarda em outra experiência que, assim que implantada, colocará o presidente da República, seja Lula ou seu sucessor, nas honrarias da História: o biodiesel.
Luiz Inácio Lula da Silva já se pronunciou a respeito deste programa e da importância que seu Governo dá a ele, pois revolucionará, certamente, o campo dos experimentos de energia alternativa. Extraído do pinhão manso, mamona e girassol, provocará, além de uma reviravolta na área energética, menos poluição e alta economia. E quando o processo de produção estiver em operação no país, Minas Gerais estará pronta para iniciar sua parte, em grande escala, talvez a maior nacional.
A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) vem pesquisando o projeto há tempos, dez anos apenas no Norte de Minas e vales do Mucuri e Jequitinhonha. Está com as turbinas ligadas para fazer de Minas o maior produtor brasileiro, aplicando recursos em tecnologia, pesquisas, testes e na busca a parceiros privados.
A empresa de pesquisa mineira conta hoje com dez unidades de produção de mudas e sementes dos três produtos a serem usados na fabricação do biodiesel e amplia a outros municípios as áreas cultivadas. Oitenta e cinco toneladas de sementes para todos os produtores que se interessarem no cultivo de mamona, pinhão e girassol. Essas plantas oleaginosas, tão simples, estarão revelando ao mundo o que há de mais moderno, prático e barato projeto de energia alternativa produzido em usinas. As oleaginosas poderão ocupar muita terra hoje ocupada com plantio de algodão e feijão, sem prejudicar a produção nacional desses alimentos. E os produtores que quiserem ser pioneiros nessa jornada para o futuro, ainda podem contar com a Epamig também para ampliar as unidades de produção, receber consultoria e orientação para a montagem de usinas. É hora do futuro, ruralistas!
Luiz Inácio Lula da Silva já se pronunciou a respeito deste programa e da importância que seu Governo dá a ele, pois revolucionará, certamente, o campo dos experimentos de energia alternativa. Extraído do pinhão manso, mamona e girassol, provocará, além de uma reviravolta na área energética, menos poluição e alta economia. E quando o processo de produção estiver em operação no país, Minas Gerais estará pronta para iniciar sua parte, em grande escala, talvez a maior nacional.
A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) vem pesquisando o projeto há tempos, dez anos apenas no Norte de Minas e vales do Mucuri e Jequitinhonha. Está com as turbinas ligadas para fazer de Minas o maior produtor brasileiro, aplicando recursos em tecnologia, pesquisas, testes e na busca a parceiros privados.
A empresa de pesquisa mineira conta hoje com dez unidades de produção de mudas e sementes dos três produtos a serem usados na fabricação do biodiesel e amplia a outros municípios as áreas cultivadas. Oitenta e cinco toneladas de sementes para todos os produtores que se interessarem no cultivo de mamona, pinhão e girassol. Essas plantas oleaginosas, tão simples, estarão revelando ao mundo o que há de mais moderno, prático e barato projeto de energia alternativa produzido em usinas. As oleaginosas poderão ocupar muita terra hoje ocupada com plantio de algodão e feijão, sem prejudicar a produção nacional desses alimentos. E os produtores que quiserem ser pioneiros nessa jornada para o futuro, ainda podem contar com a Epamig também para ampliar as unidades de produção, receber consultoria e orientação para a montagem de usinas. É hora do futuro, ruralistas!