Claus Sauter, CEO da Verbio Vereinigte BioEnergie AG, fala sobre custo e suprimento de grãos, níveis de produção e importações.
Claus Sauter, CEO da Verbio Vereinigte BioEnergie AG, fala sobre custo e suprimento de grãos, níveis de produção e importações. Ele conversou ontem por telefone, de Leipzig, na Alemanha.
Sobre importação de combustíveis da Argentina:
“Há biodiesel subsidiado vindo da Argentina, principalmente para a Inglaterra e para a Espanha.”
Não há “nenhuma taxa de exportação sobre o biodiesel” da Argentina, tornando-o mais barato que o plantio de óleo.
Sobre exportações de etanol, ele diz que “não há nada vindo para a Europa”.
Sobre matérias-primas:
“Os custos vão cair em 2009 porque os grãos estão baratos.”
“Estamos usando grãos como trigo e centeio para fazer etanol, em vez de açúcar de beterraba. O açúcar se tornou muito caro.”
“Para biodiesel, usamos colza.”
Sobre a demanda por combustíveis:
“[Nossa produção] já está toda vendida até o fim do ano”, em parte graças ao fato de outros produtores de biodiesel alemães terem saído do mercado.
“Nossas usinas estão trabalhando entre 90 e 100% da capacidade. Com certeza, vamos produzir mais combustível” em 2009, em comparação com o ano passado.
Sobre suprimento de grãos:
“Existem excedentes gigantescos de colza e outros grãos por toda a Europa. Os preços estão bem baixos.”
Rachel Graham - Bloomberg
Ttradução BiodieselBR.com
Claus Sauter, CEO da Verbio Vereinigte BioEnergie AG, fala sobre custo e suprimento de grãos, níveis de produção e importações. Ele conversou ontem por telefone, de Leipzig, na Alemanha.
Sobre importação de combustíveis da Argentina:
“Há biodiesel subsidiado vindo da Argentina, principalmente para a Inglaterra e para a Espanha.”
Não há “nenhuma taxa de exportação sobre o biodiesel” da Argentina, tornando-o mais barato que o plantio de óleo.
Sobre exportações de etanol, ele diz que “não há nada vindo para a Europa”.
Sobre matérias-primas:
“Os custos vão cair em 2009 porque os grãos estão baratos.”
“Estamos usando grãos como trigo e centeio para fazer etanol, em vez de açúcar de beterraba. O açúcar se tornou muito caro.”
“Para biodiesel, usamos colza.”
Sobre a demanda por combustíveis:
“[Nossa produção] já está toda vendida até o fim do ano”, em parte graças ao fato de outros produtores de biodiesel alemães terem saído do mercado.
“Nossas usinas estão trabalhando entre 90 e 100% da capacidade. Com certeza, vamos produzir mais combustível” em 2009, em comparação com o ano passado.
Sobre suprimento de grãos:
“Existem excedentes gigantescos de colza e outros grãos por toda a Europa. Os preços estão bem baixos.”
Rachel Graham - Bloomberg
Ttradução BiodieselBR.com