Desde que a Petrobras modificou sua política de precificação de derivados, o diesel e a gasolina inverteram posições com essa última subindo com maior intensidade
O alivio nos preços dos derivados trazidos depois que a Petrobras revisou as fórmulas que vinha utilizando desde julho para manter os valores cobrados por seus produtos mais próximos dos praticados nos mercados internacionais estas erodindo. Na semana passada – entre os dias 12 e 16 de dezembro – tanto a gasolina quanto o diesel voltaram a ter altas simultâneas.
O alivio nos preços dos derivados trazidos depois que a Petrobras revisou as fórmulas que vinha utilizando desde julho para manter os valores cobrados por seus produtos mais próximos dos praticados nos mercados internacionais estas erodindo. Na semana passada – entre os dias 12 e 16 de dezembro – tanto a gasolina quanto o diesel voltaram a ter altas simultâneas.
No caso do diesel, o produto ficou 1,9% mais caro ao longo da semana passada. Já a gasolina acumulou reajustes de 3,1%.
Essa alta não chega a anular completamente as retrações das duas últimas semanas. Pelo menos no caso do diesel.
Na sexta-feira da semana retrasada (09), o diesel atingiu 9,3% de alta acumulada em relação à julho – quando a Petrobras começou a aplicar reajustes diariamente –, aproximadamente os mesmos níveis em que estava em meados de outubro.
Desde então, no entanto, o mercado passou por um rebote os o acumulado encerrou a semana passada em 14,8%. Esse patamar ainda é consideravelmente mais baixo do que o pico de 20,6% registrado em 20 de novembro.
Para a gasolina, no entanto, a retomada tem sido mais consistente. Nessa última quinta-feira (14), o acumulado chegou a 19,2% mero 0,1% menos que a máxima registrada em 09 de novembro. Depois desse pico, o valor teve uma queda e fechou a semana em 17,3% – maior nível desde 28 de novembro.
Segunda
A semana atual está abrindo com perspectivas inversas para esses dois derivados.
A gasolina vai ficar 0,4% mais cara a partir de amanhã enquanto o diesel vai ficar 0,7% mais barato. A estatal realiza seus reajustes semanais de terça a sábado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O alivio nos preços dos derivados trazidos depois que a Petrobras revisou as fórmulas que vinha utilizando desde julho para manter os valores cobrados por seus produtos mais próximos dos praticados nos mercados internacionais estas erodindo. Na semana passada – entre os dias 12 e 16 de dezembro – tanto a gasolina quanto o diesel voltaram a ter altas simultâneas.
No caso do diesel, o produto ficou 1,9% mais caro ao longo da semana passada. Já a gasolina acumulou reajustes de 3,1%.
Essa alta não chega a anular completamente as retrações das duas últimas semanas. Pelo menos no caso do diesel.
Na sexta-feira da semana retrasada (09), o diesel atingiu 9,3% de alta acumulada em relação à julho – quando a Petrobras começou a aplicar reajustes diariamente –, aproximadamente os mesmos níveis em que estava em meados de outubro.
Desde então, no entanto, o mercado passou por um rebote os o acumulado encerrou a semana passada em 14,8%. Esse patamar ainda é consideravelmente mais baixo do que o pico de 20,6% registrado em 20 de novembro.
Para a gasolina, no entanto, a retomada tem sido mais consistente. Nessa última quinta-feira (14), o acumulado chegou a 19,2% mero 0,1% menos que a máxima registrada em 09 de novembro. Depois desse pico, o valor teve uma queda e fechou a semana em 17,3% – maior nível desde 28 de novembro.
Segunda
A semana atual está abrindo com perspectivas inversas para esses dois derivados.
A gasolina vai ficar 0,4% mais cara a partir de amanhã enquanto o diesel vai ficar 0,7% mais barato. A estatal realiza seus reajustes semanais de terça a sábado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com