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Petrobras amplia número de refinarias aptas a produzir diesel R

Além da Repar, as refinarias de Cubatão, Duque de Caxias e Paulínia já conduziram teste para garantir sua capacidade de produzir diesel R5

BiodieselBR.com 2 min de leitura

A Petrobras está avançando com seu plano de ampliar a oferta de seu diesel com conteúdo renovável – o chamado diesel R – em seu parque de refino. A petroleira já conduziu testes que confirmam que as refinarias Presidente Bernardes (RPBC), Duque de Caxias (Reduc) e Paulínia (Replan) têm capacidade de processar correntes de petróleo junto com 5% de óleo vegetal.

Hoje, apenas a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) fabrica regularmente o produto.

Em novembro passado, a Petrobras divulgou a nova versão do plano estratégico no qual prevê investimentos de US$ 1,5 bilhão em biorrefino nos próximos cinco anos. A petroleira quer instalar duas biorrefinarias e expandir a produção de diesel R.

A Petrobras está avançando com seu plano de ampliar a oferta de seu diesel com conteúdo renovável – o chamado diesel R – em seu parque de refino. A petroleira já conduziu testes que confirmam que as refinarias Presidente Bernardes (RPBC), Duque de Caxias (Reduc) e Paulínia (Replan) têm capacidade de processar correntes de petróleo junto com 5% de óleo vegetal.

Hoje, apenas a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) fabrica regularmente o produto.

Em novembro passado, a Petrobras divulgou a nova versão do plano estratégico no qual prevê investimentos de US$ 1,5 bilhão em biorrefino nos próximos cinco anos. A petroleira quer instalar duas biorrefinarias e expandir a produção de diesel R.

A RPBC e a Reduc receberam adaptações em suas infraestruturas logísticas e em unidades de processo de hidrotratamento, tornando-se também aptas à produção do Diesel R5. Por seu lado, a Replan também já realizou seu primeiro teste, está ultimando os ajustes de infraestrutura logística e apta à produção.

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A tecnologia que permite coprocessar petróleo e óleos renováveis foi desenvolvida pela Petrobras em 2006, mas acabou sendo engavetada pela empresa por falta de viabilidade comercial.

Nos últimos dois anos, contudo, o produto voltou a entusiasmar a empresa que vem buscando formas de colocá-lo no mercado.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações da Agência Petrobras

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