
A companhia norte-americana de biotecnologia Amyris conseguiu a chancela da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) para utilizar um biocombustível ainda não especificado no Brasil numa frota cativa de ônibus na cidade de São Paulo.
A companhia norte-americana de biotecnologia Amyris conseguiu a chancela da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) para utilizar um biocombustível ainda não especificado no Brasil numa frota cativa de ônibus na cidade de São Paulo. A autorização foi publicada hoje (11) no Diário Oficial.
A mistura com a qual 402 ônibus — 262 da Viação Gato Preto, 59 da Viação Santa Brígida e 81 da Transppass Transporte de Passageiros — irão rodar pela capital paulista leva 85% de óleo diesel A (S10), 5% de biodiesel e 10% do diesel renovável à base de cana-de-açúcar produzido pela Amyris.
Pelos termos da autorização, o consumo mensal desse biocombustível pelas empresas de ônibus envolvidas no projeto não pode exceder 1,5 milhão de litros. A Amyris ainda fica obrigada a enviar à ANP, a cada seis meses, relatórios com resultados da análise da mistura utilizada. A autorização concedida à companhia norte-americana vigora por prazo indeterminado.
A companhia foi a primeira a inaugurar uma fábrica piloto para produção de diesel de cana-de-açúcar no Brasil, na cidade de Campinas (SP), em 2009. Em 2013, a Amyris inaugurou, também no interior paulista, em Brotas, uma fábrica para produção de farneseno — substância sintetizada a partir da cana-de-açúcar e usada pela empresa para fabricar diversos produtos, entre os quais, seu diesel renovável.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
A companhia norte-americana de biotecnologia Amyris conseguiu a chancela da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) para utilizar um biocombustível ainda não especificado no Brasil numa frota cativa de ônibus na cidade de São Paulo. A autorização foi publicada hoje (11) no Diário Oficial.
A mistura com a qual 402 ônibus — 262 da Viação Gato Preto, 59 da Viação Santa Brígida e 81 da Transppass Transporte de Passageiros — irão rodar pela capital paulista leva 85% de óleo diesel A (S10), 5% de biodiesel e 10% do diesel renovável à base de cana-de-açúcar produzido pela Amyris.
Pelos termos da autorização, o consumo mensal desse biocombustível pelas empresas de ônibus envolvidas no projeto não pode exceder 1,5 milhão de litros. A Amyris ainda fica obrigada a enviar à ANP, a cada seis meses, relatórios com resultados da análise da mistura utilizada. A autorização concedida à companhia norte-americana vigora por prazo indeterminado.
A companhia foi a primeira a inaugurar uma fábrica piloto para produção de diesel de cana-de-açúcar no Brasil, na cidade de Campinas (SP), em 2009. Em 2013, a Amyris inaugurou, também no interior paulista, em Brotas, uma fábrica para produção de farneseno — substância sintetizada a partir da cana-de-açúcar e usada pela empresa para fabricar diversos produtos, entre os quais, seu diesel renovável.
Cátia Franco – BiodieselBR.com