O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) conclui em setembro a
análise do Selo Combustível Social de 27 empresas que mantiveram o
certificado durante o ano de 2009.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) conclui em setembro a análise do Selo Combustível Social de 27 empresas que mantiveram o certificado durante o ano de 2009. Segundo o coordenador de Biocombustíveis do Ministério, Marco Antonio Leite, a intenção é concluir todas as análises até lá a entregar os resultados a todas as usinas ao mesmo tempo. No início do ano o MDA informou que essas análises deveriam estar concluídas até julho.
Segundo Leite, a expectativa é que entre 10% a 15% das unidades produtoras sofram alguma sanção por conta de irregularidades na manutenção do Selo. “Será um índice menor que o de 2008, quando seis usinas foram punidas”, adianta.
A análise do MDA leva em consideração três aspectos: a parcela de aquisições feitas de produtores rurais familiares, a assistência técnica fornecida a esses produtores e os contratos firmados. “Tem problemas nos três itens, mas há maior incidência de irregularidades no percentual e no contrato. A assistência técnica melhorou muito desde o início do programa”, afirma.
Além dos processos de avaliação do Selo em 2009, o Ministério ainda analisa a situação de duas empresas no ano de 2008. “Até setembro todos os resultados vão ser divulgados”, diz. Para o coordenador o objetivo dos processos de análise do Selo não é punir as empresas. “O trabalho que fazemos é para permitir que as usinas tenham a possibilidade de esgotar todas as possibilidades de correção dos problemas. Só em último caso é que se determina a perda do Selo”, explica.
Leite também adianta que até o próximo leilão pelo menos uma ou duas usinas devem receber o Selo Combustível Social. “O processo de análise é bastante rápido. O que atrasa o trâmite é, muitas vezes a documentação que a empresa apresenta”, informa. Segundo ele o MDA aumentou a equipe responsável pelo processo de concessão do Selo. “O que vemos é que muitas vezes as empresas tem dificuldade em apresentar toda a documentação e manda um plano de assistência técnica fora da norma, por exemplo”, aponta.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) conclui em setembro a análise do Selo Combustível Social de 27 empresas que mantiveram o certificado durante o ano de 2009. Segundo o coordenador de Biocombustíveis do Ministério, Marco Antonio Leite, a intenção é concluir todas as análises até lá a entregar os resultados a todas as usinas ao mesmo tempo. No início do ano o MDA informou que essas análises deveriam estar concluídas até julho.
Segundo Leite, a expectativa é que entre 10% a 15% das unidades produtoras sofram alguma sanção por conta de irregularidades na manutenção do Selo. “Será um índice menor que o de 2008, quando seis usinas foram punidas”, adianta.
A análise do MDA leva em consideração três aspectos: a parcela de aquisições feitas de produtores rurais familiares, a assistência técnica fornecida a esses produtores e os contratos firmados. “Tem problemas nos três itens, mas há maior incidência de irregularidades no percentual e no contrato. A assistência técnica melhorou muito desde o início do programa”, afirma.
Além dos processos de avaliação do Selo em 2009, o Ministério ainda analisa a situação de duas empresas no ano de 2008. “Até setembro todos os resultados vão ser divulgados”, diz. Para o coordenador o objetivo dos processos de análise do Selo não é punir as empresas. “O trabalho que fazemos é para permitir que as usinas tenham a possibilidade de esgotar todas as possibilidades de correção dos problemas. Só em último caso é que se determina a perda do Selo”, explica.
Leite também adianta que até o próximo leilão pelo menos uma ou duas usinas devem receber o Selo Combustível Social. “O processo de análise é bastante rápido. O que atrasa o trâmite é, muitas vezes a documentação que a empresa apresenta”, informa. Segundo ele o MDA aumentou a equipe responsável pelo processo de concessão do Selo. “O que vemos é que muitas vezes as empresas tem dificuldade em apresentar toda a documentação e manda um plano de assistência técnica fora da norma, por exemplo”, aponta.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com