Ao anunciar na última quinta-feira que sua equipe conseguiu criar pela
primeira vez uma célula sintética, o pesquisador Craig Venter abalou o
universo científico
Ao anunciar na última quinta-feira que sua equipe conseguiu criar pela primeira vez uma célula sintética, o pesquisador Craig Venter abalou o universo científico, dando início a um novo debate no campo da bioética. De acordo com uma matéria do New York Times, os cientistas “criaram sinteticamente um genoma completo de bactéria e fizeram com que ele assumisse o controle de uma célula”.
A nova tecnologia de síntese celular, que tem potencial inclusive para a fabricação de vacinas, pode e será usada pela Synthetic Genomics, empresa onde Venter trabalha, para aperfeiçoar o processo de produção de biodiesel de algas. Eis um trecho da matéria do Times:
A parceria envolvendo Synthetic Genomics e Exxon teve início há poucos meses, sendo descrita por um executivo da Exxon como um “programa ousado”. Com o suporte econômico da petrolífera, é provável que a aplicação da tecnologia na fabricação de biocombustíveis consiga todos os recursos necessários para viabilizar a comercialização de biopetróleo de algas em poucos anos.
Com a evolução e o barateamento das tecnologias de produção de biodiesel, o produto deverá se tornar mais barato e acessível para o consumidor, que assim ganhará uma alternativa mais limpa e sustentável.
Fonte: heatingoil.com
Tradução e adaptação BiodieselBR.com
Ao anunciar na última quinta-feira que sua equipe conseguiu criar pela primeira vez uma célula sintética, o pesquisador Craig Venter abalou o universo científico, dando início a um novo debate no campo da bioética. De acordo com uma matéria do New York Times, os cientistas “criaram sinteticamente um genoma completo de bactéria e fizeram com que ele assumisse o controle de uma célula”.
A nova tecnologia de síntese celular, que tem potencial inclusive para a fabricação de vacinas, pode e será usada pela Synthetic Genomics, empresa onde Venter trabalha, para aperfeiçoar o processo de produção de biodiesel de algas. Eis um trecho da matéria do Times:
“A Synthetic Genomics tem um contrato com a Exxon para obter
biocombustíveis de alga. Caso as metas de todas as etapas da pesquisa
sejam alcançadas, a Exxon está preparada para gastar até US$ 600 milhões
no projeto. Venter disse que tentará criar “um genoma completo de alga,
de forma que possamos manejar entre 50 e 60 diferentes parâmetros de
crescimento das algas e assim obter organismos superprodutivos”.
Embora a produção de biodiesel e outros biocombustíveis a partir de algas tenha algumas desvantagens, esta é considerada a mais promissora matéria-prima para a produção de biocombustíveis em larga escala, graças a sua grande resistência e rapidez de crescimento. Em fevereiro, a Agência de Pesquisas em Projetos Avançados, órgão do Departamento de Defesa dos EUA, anunciou que em pouco tempo conseguiria produzir bioquerosene de aviação derivada de algas ao custo de apenas 3 dólares por galão. A tecnologia da célula sintética pode tornar possível a síntese de algas cujas células produzem mais óleo vegetal que as algas encontradas na natureza, aumentando a produção de biocombustível por hectare dessa matéria-prima.A parceria envolvendo Synthetic Genomics e Exxon teve início há poucos meses, sendo descrita por um executivo da Exxon como um “programa ousado”. Com o suporte econômico da petrolífera, é provável que a aplicação da tecnologia na fabricação de biocombustíveis consiga todos os recursos necessários para viabilizar a comercialização de biopetróleo de algas em poucos anos.
Com a evolução e o barateamento das tecnologias de produção de biodiesel, o produto deverá se tornar mais barato e acessível para o consumidor, que assim ganhará uma alternativa mais limpa e sustentável.
Fonte: heatingoil.com
Tradução e adaptação BiodieselBR.com
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Algas