A medida foi estabelecida ontem apesar das críticas por
parte das montadoras e companhias petrolíferas.
Agora é oficial. O governo da Argentina determinou o aumento de 5 para 7% de mistura obrigatória de biodiesel no diesel a partir de agosto, e confirmou que chegará a 10% até o final do ano. A medida foi estabelecida ontem com a resolução 554/10 do Ministério de Energia e publicada hoje no Diário Oficial, apesar das críticas por parte das montadoras e companhias petrolíferas.
A indústria automobilística, que se opôs à medida, pede mais tempo para definir questões técnicas de adaptação ao novo percentual de mistura. Apesar de alguns locais da Europa já utilizarem o B7, a garantia das montadoras nesses casos é para o biodiesel feito com óleo de colza, mas ainda não há pesquisas com o óleo de soja, com o qual se fabrica biodiesel na Argentina.
Uma equipe técnica composta por especialistas da Câmara de Biocombustíveis, da Associação de Fabricantes de Automóveis (Adefa) e das petrolíferas trabalham agora para garantir até o final deste ano o uso do B10 nos motores diesel de carros de passeio, que são mais sofisticados.
O consumo de biodiesel no mercado interno com o B7 passará de 852 milhões de litros para 1,19 bilhão de litros por ano, que é praticamente a mesma quantidade que a Argentina importa de diesel anualmente.
Argentina começou a produzir biodiesel em 2006 e chegou em 2009 como quinto maior produtor mundial. Segundo a Associação Argentina de Biocombustíveis e Hidrogênio, atualmente o país produz 2,6 bilhões de litros por ano e exporta 1,7 bilhão de litros.
Alice Duarte – BiodieselBR.com
Com informações dos jornais La Nación e Clarín
Agora é oficial. O governo da Argentina determinou o aumento de 5 para 7% de mistura obrigatória de biodiesel no diesel a partir de agosto, e confirmou que chegará a 10% até o final do ano. A medida foi estabelecida ontem com a resolução 554/10 do Ministério de Energia e publicada hoje no Diário Oficial, apesar das críticas por parte das montadoras e companhias petrolíferas.
A indústria automobilística, que se opôs à medida, pede mais tempo para definir questões técnicas de adaptação ao novo percentual de mistura. Apesar de alguns locais da Europa já utilizarem o B7, a garantia das montadoras nesses casos é para o biodiesel feito com óleo de colza, mas ainda não há pesquisas com o óleo de soja, com o qual se fabrica biodiesel na Argentina.
Uma equipe técnica composta por especialistas da Câmara de Biocombustíveis, da Associação de Fabricantes de Automóveis (Adefa) e das petrolíferas trabalham agora para garantir até o final deste ano o uso do B10 nos motores diesel de carros de passeio, que são mais sofisticados.
O consumo de biodiesel no mercado interno com o B7 passará de 852 milhões de litros para 1,19 bilhão de litros por ano, que é praticamente a mesma quantidade que a Argentina importa de diesel anualmente.
Argentina começou a produzir biodiesel em 2006 e chegou em 2009 como quinto maior produtor mundial. Segundo a Associação Argentina de Biocombustíveis e Hidrogênio, atualmente o país produz 2,6 bilhões de litros por ano e exporta 1,7 bilhão de litros.
Alice Duarte – BiodieselBR.com
Com informações dos jornais La Nación e Clarín
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