Reagindo à explosão dos preços do petróleo, as gigantes automotivas
General Motors, Daimler e M&M (Mahindra & Mahindra Ltd) estão
apostando suas fichas no pinhão-manso.
Reagindo à explosão dos preços do petróleo, as gigantes automotivas General Motors, Daimler e M&M (Mahindra & Mahindra Ltd) estão apostando suas fichas no pinhão-manso.
GM e Daimler estão não apenas testando o combustível alternativo em seus veículos como também investindo no cultivo de pinhão-manso para a realização de experimentos em larga escala na Índia. O Instituto Central de Pesquisa em Sal e Químicos Marinhos (CSMCRI), com sede em Gujarat, na Índia, está trabalhando em cooperação com as empresas para usar o pinhão-manso como combustível substituto em seus motores. A européia Daimler já possui plantações no seu quarto ano nos Estados de Gujarat e Orissa, enquanto a gigante americana GM só agora vai iniciar o cultivo, numa área de 80 hectares de terras degradadas em Gujarat.
O presidente e diretor-executivo da General Motors na Índia, Karl Slym, afirmou que “a GM já investiu U$ 0,5 milhão (quase R$ 800 mil), na primeira fase, para testar biodiesel derivado de pinhão-manso em seis de seus veículos nas dependências da CSMCRI (em Bhavnagar).”
“Parece não haver fim para a escalada dos preços do petróleo. A GM é bastante contundente na questão de usar combustíveis alternativos em seus veículos. Então, seja com carros elétricos (testes estão sendo feitos no mercado americano) ou com variantes usando GLP (gás liquefeito de petróleo) e GNV (gás natural veicular), estamos buscando uma solução definitiva para o problema. Em pouco tempo, vamos fechar um novo acordo com a CSMCRI para produção sob contrato de pinhão-manso”, declarou Slym.
Economic Times - Índia
Tradução e adaptação: Fausto Tiemann - BiodieselBR.com
Reagindo à explosão dos preços do petróleo, as gigantes automotivas General Motors, Daimler e M&M (Mahindra & Mahindra Ltd) estão apostando suas fichas no pinhão-manso.
GM e Daimler estão não apenas testando o combustível alternativo em seus veículos como também investindo no cultivo de pinhão-manso para a realização de experimentos em larga escala na Índia. O Instituto Central de Pesquisa em Sal e Químicos Marinhos (CSMCRI), com sede em Gujarat, na Índia, está trabalhando em cooperação com as empresas para usar o pinhão-manso como combustível substituto em seus motores. A européia Daimler já possui plantações no seu quarto ano nos Estados de Gujarat e Orissa, enquanto a gigante americana GM só agora vai iniciar o cultivo, numa área de 80 hectares de terras degradadas em Gujarat.
O presidente e diretor-executivo da General Motors na Índia, Karl Slym, afirmou que “a GM já investiu U$ 0,5 milhão (quase R$ 800 mil), na primeira fase, para testar biodiesel derivado de pinhão-manso em seis de seus veículos nas dependências da CSMCRI (em Bhavnagar).”
“Parece não haver fim para a escalada dos preços do petróleo. A GM é bastante contundente na questão de usar combustíveis alternativos em seus veículos. Então, seja com carros elétricos (testes estão sendo feitos no mercado americano) ou com variantes usando GLP (gás liquefeito de petróleo) e GNV (gás natural veicular), estamos buscando uma solução definitiva para o problema. Em pouco tempo, vamos fechar um novo acordo com a CSMCRI para produção sob contrato de pinhão-manso”, declarou Slym.
Economic Times - Índia
Tradução e adaptação: Fausto Tiemann - BiodieselBR.com