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Fechamento da FASP afeta associação de biodiesel

A FASP, que tinha Nivaldo Trama como um de seus prorietários, fechou suas portas em razão de problemas financeiros na última semana. A Associação Brasileira das Indústrias de Biodiesel (Abiodiesel) era sediada no mesmo prédio da Faculdade
BiodieselBR.com 2 min de leitura
A FASP, que tinha Nivaldo Trama como um de seus prorietários, fechou suas portas em razão de problemas financeiros na última semana. A Associação Brasileira das Indústrias de Biodiesel (Abiodiesel) era sediada no mesmo prédio da Faculdade

O fechamento das Faculdades Associadas de São Paulo (FASP), que fechou suas portas em razão de problemas financeiros na semana passada, teve repercussão na rotina da Associação Brasileira das Indústrias de Biodiesel (Abiodiesel). A instituição era sediada no prédio da Faculdade, mas está de mudança para o escritório da B1B Bioenergia S/A também em São Paulo. De lá, Thomas Schwartzmann, diretor da Abiodiesel, deve assumir as atividades que antes eram desempenhadas pelo presidente da entidade, Nivaldo Trama. Trama, que é um dos proprietários da FASP, está de licença da Associação por conta de um tratamento de saúde.

O dia-a-dia da Abiodiesel seguirá sem muito trabalho. O site da instituição está sem atualização desde 6 de junho. Segundo Schwartzmann, o funcionário responsável pela atualização pediu demissão e ainda não foi substituído. O calendário de atividades da Associação também está parado. “Não temos nenhum evento programado para o segundo semestre”, informa o diretor. No entanto, segundo ele, a Abiodiesel está trabalhando na promoção do uso de oleaginosas não comestíveis na produção do biodiesel. “Estamos fazendo um trabalho de divulgação, principalmente do pinhão-manso”, conta.

Coincidentemente esse também é o foco de atuação da empresa que Schwartzmann representa, a B1B Bioenergia. O diretor da Associação também informa que a Abiodiesel tem trabalhado junto a investidores estrangeiros para “explicar o mercado brasileiro, que é muito complexo”.

Segundo Schwartzmann, apesar da mudança e da falta de funcionários, a Abiodiesel continua a prestar serviços para seus associados. Tais serviços seriam compostos por análises do mercado brasileiro. “Achamos que a introdução do B3 foi muito precoce”, avalia o diretor, indo no sentido oposto ao pensamento das usinas. “Também acreditamos que o sistema de leilões atual não permite que o produtor se programe adequadamente. Por isso está ocorrendo tanta inadimplência”, defende.

A Abiodiesel não é a única instituição que representa empresas da área. A União Brasileira do Biodiesel (Ubrabio) também congrega empresas do setor.

Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
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