As exportações de óleo de palma da Malásia, estimuladas pela forte
demanda global, caminham para valor recorde em 2008
Kuala Lampur - As exportações de óleo de palma da Malásia, estimuladas pela forte demanda global, caminham para o valor recorde de 50 bilhões de ringgits (moeda local) em 2008, o equivalente a 15,7 bilhões de dólares, informou reportagem na última terça-feira.
Sabri Ahmad, presidente do Malaysian Palm Oil Board (Conselho Malasiano de Promoção do Óleo de Palma), disse que a contínua demanda por óleos vegetais, aliada à oferta restrita e às más condições climáticas, pode manter o cenário de alta das cotações da commodity até o ano de 2009.
“Nós esperamos que a demanda mundial por óleos e gorduras vegetais cresçam nos próximos três ou quatro anos”, disse Ahmad, de acordo com o jornal malasiano The Star.
A Malásia, maior produtora de óleo de palma do mundo, viu suas receitas com a exportação do produto subirem 42% em 2007, atingindo 45,1 bilhões de ringgits, contra 31,8 bilhões de ringgits em 2006, relatou o jornal.
A China é a maior compradora do produto malasiano, respondendo por cerca de 28% das exportações.
“Espera-se que China e Índia liderem a demanda por óleo de palma graças ao boom de indústrias e ao crescente consumo nesses países”, declarou o presidente do conselho à Bernama, agência estatal de notícias malasiana.
Segundo ele, a indústria teve um desempenho “fenomenal” em 2007, com o preço do óleo de palma cru chegando a 2.530,50 ringgits (US$ 795) por tonelada – contra 1.510,50 ringgits (US$ 474) no ano anterior, um aumento de 67,5%.
O óleo de palma está se tornando uma importante fonte de crescimento para o país, uma vez que o setor industrial tem experimentado aguda desaceleração devido à diminuição da demanda por parte dos Estados Unidos.
Malásia e Indonésia são os líderes na produção de óleo de palma, tradicionalmente usado na culinária e na fabricação de sabão, mas também cada vez mais na produção de biodiesel.
A vizinha Indonésia havia declarado que planeja deixar o segundo lugar e assumir a liderança na produção da matéria-prima em 2008. Os dois países juntos são responsáveis por 85% da produção mundial.
AFP
Tradução: Fausto Tiemann - BiodieselBR.com
Kuala Lampur - As exportações de óleo de palma da Malásia, estimuladas pela forte demanda global, caminham para o valor recorde de 50 bilhões de ringgits (moeda local) em 2008, o equivalente a 15,7 bilhões de dólares, informou reportagem na última terça-feira.
Sabri Ahmad, presidente do Malaysian Palm Oil Board (Conselho Malasiano de Promoção do Óleo de Palma), disse que a contínua demanda por óleos vegetais, aliada à oferta restrita e às más condições climáticas, pode manter o cenário de alta das cotações da commodity até o ano de 2009.
“Nós esperamos que a demanda mundial por óleos e gorduras vegetais cresçam nos próximos três ou quatro anos”, disse Ahmad, de acordo com o jornal malasiano The Star.
A Malásia, maior produtora de óleo de palma do mundo, viu suas receitas com a exportação do produto subirem 42% em 2007, atingindo 45,1 bilhões de ringgits, contra 31,8 bilhões de ringgits em 2006, relatou o jornal.
A China é a maior compradora do produto malasiano, respondendo por cerca de 28% das exportações.
“Espera-se que China e Índia liderem a demanda por óleo de palma graças ao boom de indústrias e ao crescente consumo nesses países”, declarou o presidente do conselho à Bernama, agência estatal de notícias malasiana.
Segundo ele, a indústria teve um desempenho “fenomenal” em 2007, com o preço do óleo de palma cru chegando a 2.530,50 ringgits (US$ 795) por tonelada – contra 1.510,50 ringgits (US$ 474) no ano anterior, um aumento de 67,5%.
O óleo de palma está se tornando uma importante fonte de crescimento para o país, uma vez que o setor industrial tem experimentado aguda desaceleração devido à diminuição da demanda por parte dos Estados Unidos.
Malásia e Indonésia são os líderes na produção de óleo de palma, tradicionalmente usado na culinária e na fabricação de sabão, mas também cada vez mais na produção de biodiesel.
A vizinha Indonésia havia declarado que planeja deixar o segundo lugar e assumir a liderança na produção da matéria-prima em 2008. Os dois países juntos são responsáveis por 85% da produção mundial.
AFP
Tradução: Fausto Tiemann - BiodieselBR.com