A empresa nordestina quer ostentar o título de primeira do Brasil
a produzir biodiesel a base de óleo de peixe. A idéia é adicionar
etanol ao óleo de tilápia para produzir o combustível.
A Netuno Alimentos quer ostentar o título de primeira empresa do Brasil a produzir biodiesel a base de óleo de peixe. A idéia é adicionar etanol ao óleo de tilápia para produzir o combustível. A proposta faz parte da estratégia da empresa de aproveitar 100% do peixe no projeto do complexo industrial, que prevê a construção de indústria de beneficiamento, fábrica de farinha e óleo de peixe, curtume e planta de biodiesel em Belém do São Francisco, que começa a ser construído no início do próximo ano e deve entrar em operação num prazo de 18 meses.
O diretor-presidente da Netuno, Sérgio Colaferri, diz que empresas em Honduras e no Alasca já produzem esse tipo de biodiesel. “Nossa proposta é fechar parceria com uma indústria sucroalcooleira do município baiano de Juazeiro (Agrovale) para adicionar 5% de etanol a 95% de óleo de tilápia e fabricar o biodiesel”, afirma.
O biodiesel de peixe será utilizado para abastecer a frota própria da Netuno, que conta hoje com 50 caminhões frigoríficos. Colaferri também adianta que a idéia é comercializar o excedente do combustível para a Petrobras. O executivo afirma que ainda não é possível calcular o volume de biodiesel que será produzido, porque vai depender da quantidade de carcaça que será destinada ao produto.
Já o couro da tilápia será utilizado na fabricação de mantas de peixe e comercializadas para indústrias de calçados e bolsas.
Jornal do Commercio - PE
A Netuno Alimentos quer ostentar o título de primeira empresa do Brasil a produzir biodiesel a base de óleo de peixe. A idéia é adicionar etanol ao óleo de tilápia para produzir o combustível. A proposta faz parte da estratégia da empresa de aproveitar 100% do peixe no projeto do complexo industrial, que prevê a construção de indústria de beneficiamento, fábrica de farinha e óleo de peixe, curtume e planta de biodiesel em Belém do São Francisco, que começa a ser construído no início do próximo ano e deve entrar em operação num prazo de 18 meses.
O diretor-presidente da Netuno, Sérgio Colaferri, diz que empresas em Honduras e no Alasca já produzem esse tipo de biodiesel. “Nossa proposta é fechar parceria com uma indústria sucroalcooleira do município baiano de Juazeiro (Agrovale) para adicionar 5% de etanol a 95% de óleo de tilápia e fabricar o biodiesel”, afirma.
O biodiesel de peixe será utilizado para abastecer a frota própria da Netuno, que conta hoje com 50 caminhões frigoríficos. Colaferri também adianta que a idéia é comercializar o excedente do combustível para a Petrobras. O executivo afirma que ainda não é possível calcular o volume de biodiesel que será produzido, porque vai depender da quantidade de carcaça que será destinada ao produto.
Já o couro da tilápia será utilizado na fabricação de mantas de peixe e comercializadas para indústrias de calçados e bolsas.
Jornal do Commercio - PE