Com os investimentos já anunciados, a produção exigirá o esmagamento de 11 milhões de toneladas de soja.
Acadêmicos e analistas concordam que, nos próximos três anos, a Argentina estará em condições de obter até U$1.5 bilhão pela produção local de biodiesel, que, além disso, agregará valor de ao redor de U$ 300 milhões à cadeia de óleo de soja.
Com os investimentos já anunciados, a produção exigirá o esmagamento de 11 milhões de toneladas de soja.
Acadêmicos e analistas concordam que, nos próximos três anos, a Argentina estará em condições de obter até U$1.5 bilhão pela produção local de biodiesel, que, além disso, agregará valor de ao redor de U$ 300 milhões à cadeia de óleo de soja.
Com investimentos anunciados de U$ 325 milhões para as usinas de provisão e produção do biocombustível, o potencial de produção argentina será, a princípio, de 2 milhões de toneladas, que demandará esmagamento de 11 milhões de toneladas de soja.
Embora as cifras sejam ínfimas em relação ao desenvolvimento do Brasil na geração de combustíveis alternativos –o sócio maior do Mercosul destina, por exemplo, 15 bilhões de toneladas de cana de açúcar para produção de etanol–, os analistas estão otimistas.
"Estamos diante de uma oportunidade única de agregar valor às exportações agroindustriais", sintetiza Fernando Vilella, co-diretor do programa Agronegócios e Mantimentos da Universidade de Buenos Aires (UBA). A produção de biodiesel entusiasma-se, permitirá ao principal complexo exportador argentino agregar 20% de valor às suas produções.
Vilella considera que a oportunidade argentina está no baixo custo de produção dos biocombustíveis. Apesar do repique que os grãos tiveram nos últimos meses em todo mundo, explica, um barril de biodiesel custa pouco mais da metade que um de petróleo.
Fonte: Agritotal
Acadêmicos e analistas concordam que, nos próximos três anos, a Argentina estará em condições de obter até U$1.5 bilhão pela produção local de biodiesel, que, além disso, agregará valor de ao redor de U$ 300 milhões à cadeia de óleo de soja.
Com os investimentos já anunciados, a produção exigirá o esmagamento de 11 milhões de toneladas de soja.
Acadêmicos e analistas concordam que, nos próximos três anos, a Argentina estará em condições de obter até U$1.5 bilhão pela produção local de biodiesel, que, além disso, agregará valor de ao redor de U$ 300 milhões à cadeia de óleo de soja.
Com investimentos anunciados de U$ 325 milhões para as usinas de provisão e produção do biocombustível, o potencial de produção argentina será, a princípio, de 2 milhões de toneladas, que demandará esmagamento de 11 milhões de toneladas de soja.
Embora as cifras sejam ínfimas em relação ao desenvolvimento do Brasil na geração de combustíveis alternativos –o sócio maior do Mercosul destina, por exemplo, 15 bilhões de toneladas de cana de açúcar para produção de etanol–, os analistas estão otimistas.
"Estamos diante de uma oportunidade única de agregar valor às exportações agroindustriais", sintetiza Fernando Vilella, co-diretor do programa Agronegócios e Mantimentos da Universidade de Buenos Aires (UBA). A produção de biodiesel entusiasma-se, permitirá ao principal complexo exportador argentino agregar 20% de valor às suas produções.
Vilella considera que a oportunidade argentina está no baixo custo de produção dos biocombustíveis. Apesar do repique que os grãos tiveram nos últimos meses em todo mundo, explica, um barril de biodiesel custa pouco mais da metade que um de petróleo.
Fonte: Agritotal
Tags
Argentina