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BSBios: Canola é aposta para Selo Social na Região Sul

Embora tenha optado por concentrar seu trabalho na agricultura familiar do Sul, a BSBios vem se diferenciando ao apostar no fomento ao cultivo da canola.
BiodieselBR.com 3 min de leitura
Embora tenha optado por concentrar seu trabalho na agricultura familiar do Sul do país, a BSBios vem se diferenciando ao apostar no fomento ao cultivo da canola – terceira oleaginosa mais importante do mundo [veja gráfico], mas relativamente pouco difundida no Brasil. O trabalho foi iniciado em 2007 e, ao longo desses nove anos, já impactou cerca de três mil famílias espalhadas por mais de 100 municípios dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

Embora tenha optado por concentrar seu trabalho na agricultura familiar do Sul do país, a BSBios vem se diferenciando ao apostar no fomento ao cultivo da canola – terceira oleaginosa mais importante do mundo [veja gráfico], mas relativamente pouco difundida no Brasil. O trabalho foi iniciado em 2007 e, ao longo desses nove anos, já impactou cerca de três mil famílias espalhadas por mais de 100 municípios dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.



A ideia de investir na canola veio da percepção de que essa oleaginosa se encaixaria como uma luva dentro do atual sistema de produção usado nos estados do Sul. Hoje, os agricultores da região alternam o cultivo de soja na lavoura de verão com o plantio de gramíneas – como trigo, aveia e cevada – como segunda safra. A canola seria, portanto, uma opção para ampliar a produção de óleos vegetais ao mesmo tempo em que permite a rotação de culturas.

Esse esforço já computa alguns avanços relevantes. Um marco nesse sentido foi a publicação do zoneamento da canola publicado em 2008 pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). “Isso mostra que além de ações diretamente com os agricultores, houve uma intensa preocupação em estruturar o programa, a fim de torná-lo sustentável”, explica a empresa por meio de nota encaminhada por sua assessoria de imprensa.

Já em termos de produção propriamente dita, a expansão da cultura parece estar penando para engrenar. Embora tenha se iniciado em 2009, o histórico da Conab para a canola mostra que área plantada tem se mantido praticamente estável – pouco acima dos 40 mil hectares – ao longo desses anos todos [veja gráfico] sendo que quase tudo está no Rio Grande do Sul.



Segundo a BSBios, essa estabilização já pode ser considerada uma vitória uma vez que, historicamente, a canola enfrentou altos e baixos em função do clima e das condições de mercado. Só recentemente que a cultura passou a contar com acesso a crédito e seguro agrícola o que tem criado condições para que a produção se estruture.

“Para vencer a resistência natural do campo, toda cultura precisa ser testada e retestada inúmeras vezes antes de atingir uma maior área de cultivo. O que não se deve fazer agora é diminuir o trabalho no campo”, prossegue a nota da assessoria de imprensa.

Esta é uma série em cinco reportagens. O capítulo anterior pode ser acessado aqui e, depois de publicados, todos os capítulos estarão disponíveis aqui. Nessa segunda-feira leia sobre a atuação da BSBios para fomentar a produção de canola entre produtores familiares do Rio Grande do Sul.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
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