Produtores inauguram usina de biodiesel em MT |
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| segunda, 10 novembro 2008 . Gazeta Mercantil | |||||||||
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Começa a operar nesta segunda em Cuiabá (MT), a Cooperbio, usina de biodiesel construída pelos produtores de algodão e soja do Estado. A planta, com tecnologia 100% brasileira, tem capacidade para produzir 400 mil litros do combustível ao dia. A maior fábrica de Mato Grosso vai injetar no mercado 12 milhões de litros de biodiesel todos os meses, e o destino deles quem decide é o produtor. A planta "flex" permite o uso de vários tipos de álcool como reagentes e deve alcançar a produtividade pretendida usando 30% de algodão e 70% de soja como matéria-prima – proporção que pode variar de acordo com a sazonalidade. De acordo com o presidente da cooperativa, João Luiz Pessa, à usina só falta a licença de comercialização concedida pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), mas até lá os 400 grupos de produtores associados podem usar o biodiesel nas lavouras. A Cooperbio nasceu a partir da preocupação dos agricultores com os custos de produção. Ao longo de dois anos foram investidos cerca de R$ 30 milhões para viabilizar a usina e o combustível demandado pelas máquinas agrícolas. De acordo com os cálculos da Associação Mato-grossenses dos Pro-dutores de Algodão (AMPA), o combustível representa hoje 12% do custo variável de uma lavoura de algodão — há quatro anos não passava de 4%. Produção A Cooperbio está preparada para processar qualquer oleaginosa animal ou vegetal, e o custo industrial desse processamento é faturado ao produtor, cerca de R$ 0,40 por litro. – Os produtores entram com a matéria-prima, que eles têm de sobra. A idéia é ter produção o ano inteiro para abastecer as lavouras daqui e negociar o combustível nos leilões da ANP – explica Pessa. O projeto da planta da Cooperbio foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Campinas (Unicamp), que se associaram à Lucato para executá-lo. Projeto sustentável, processa sem resíduos. Candido Lopes, um dos pesquisadores, explica que a idéia inicial era acabar com a dependência externa em relação aos equipamentos importados, e eles conseguiram. – Não lavamos o biodiesel, o que traz ganhos ambientais e econômicos por eliminar os custos energéticos. Em Mato Grosso, maior produtor do País, são cultivados 550 hectares com algodão, de onde saem 51% da produção nacional da fibra. O custo de cada hectare chega a US$ 2500 – três vezes superior ao da soja. O diretor-executivo Ampa, Décio Tocantins, diz que a expectativa dos 353 grupos associados à Cooperbio é de uma boa redução nos custos. – Queremos que o produtor faça uma lavoura barata– diz O Instituto Mato-Grossense de Economia Agrícola apontou redução de 27% da safra de 2009. Gilmara Botelho Textos Relacionados:
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Telmo Heinen :
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550 hectares Para os jornalistas, números são sempre uma "Má Temática" É bater o olho e ver. Se isto ocorre nos assuntos que você domina, deve ocorrer nos demais também! Ora, 550 hectares é área superada pela maioria dos plantadores de allgodão naquele Estado. Deve ser 550 MIL... Impressionante! Porém, eu já não culpo mais tanto os ignóbeis escritores destas meia-verdades. Meia verdade para mim é uma mentira inteira. Culpo, como disse, quem acredita nas papagaiadas da nossa midia abobalhante, rede bobo etc... |
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nao lavar? e a qualidade final? A cooperbio não lava o biodiesel, eu nao coloco o biodiese deles na minha caminhonete de forma alguma. O PH do biodiesel após drenado a glicerina, varia entre 7,8 a 9,0, altissimo o nivel de alcalinicade juntamente com as impurezas nao reagidas. O que é usado então para eliminar estas impurezas? |
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