Produtores de biodiesel temem onda gigante de falências na Alemanha |
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| segunda, 14 janeiro 2008 . BiodieselBR.com | |||||||||||
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Na Alemanha os postos de gasolina quase não estão vendendo biodiesel e dúzias de
empresas encerraram a produção. O fim ameaça principalmente os pequenos produtores.
A associação alemã avisa: "Os urubus já estão rondando". O texto acima é apenas uma breve introdução. Para ver esta página completa clique aqui e seja assinante. Já é assinante? identifique-se no alto desta página.
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Telmo Heinen
disse:
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| Tomara que os urubus não percam a sua viagem. Boa sorte a eles. Quem mandou acreditar que o óleo de soja iria continuar abaixo de 70 dólares o barril como foi em 2004/05? Agora "güeeeeentaaaa" 1
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| O escalar dos preços da matéria prima é resultado de uma especulação arbitrária que permite aniquilar a viabilidade de um produto que ajudaria a economia a evoluir positivamente. Contudo, não há na realidade uma vontade verdadeira em implementar o Biodiesel no mercado. É importante evoluir rapidamente para o Biodiesel de 2ª Geração para reduzir a especulação sobre falsa ideia de que o Biodiesel roubará o comer das pessoas. Nem o Petróleo acabará como produto base da produção de combustível nem o biodiesel roubará as comida das pessoas. Todos tem o seu mercado Todos devem existir. Quem ganha com esta subida drásticas dos preços da materia prima são especuladores que fazem fortuna a custa dos consumidores. Acho que é necessário perceber que mesmo tendo preço igual ao gasóleo rodoviário o Biodiesel será sempre uma melhor solução. Carlos Rosete Auto R. Rosete Portugal 2
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| concordo plenamente, que falta boa vontade de investirem no mercado do bio diese.l que sem duvidas será o mercado do futuro .Mas falta tambem interesse do entederem sobre o produto que muito importante hoje para o consumo . Não só pelo preço, mas tambem pelo beneficio que ele traz para o meio ambiente 3
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| em tempos de globalização, qualquer ação especulativa nos mercados de capitais, levam a desastres econômicos, isto é fato conhecido por todos. estas notícias devem servir de alerta aos nossos produtores, principalmente os que fazem parte do pronaf. " ficar de olho no rato e no queijo" já dizia um economista, referindo-se a aplicações em ações, no momento de comprar e na hora de vendê-las.se você tem uma galinha de ovos de ouro,neste caso o petróleo, faria de tudo para protegê-la. ações para desiquilibrar essa onda verde serão inúmeras. esta não será a primeira nem a última. a meu ver, os que fazem parte da cadeia produtiva, sofrerão maior impacto negativo. afinal alguém tem que pagar a conta. mecanismos de defesa tem que ser criados pela área governamental, preço mínimo da mamona, pinhão manso, etc.,nos casos pronaf, a fim de criar uma coraça de proteção a estas ações especulativas de mercado. a notícia acima é um belo exemplo disto. 4
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| Aproveitando a liberdade que Biodieselbr concede aos seus leitores de manifestar suas opiniões, aqui vai minha reflexão. Se eu fosse produzir biodiesel adotaria a estratégia de integrar toda a cadeia de produção desde o plantio da oleaginosa. Investir somente na usina de transesterificação, o risco é ficar dependente dos preços do óleo vegetal, o que é uma insanidade estupidamente perigosa. Os mecanismos de proteção, via mercado financeiro não são aconselháveis. Estes mecanismos nem sempres estão disponíveis de forma conveniente. O ideal é participar do plantio de espécies oleíferas, perenes, que não concorram com espécies que são consumíveis pelo ser humano nem com outras oleíferas que tem usos mais nobres como, por exemplo, a mamona. Aqui o investidor esbarra na estupidez dos idealizadores do programa nacional do biodiesel que estabeleceu, unilateralmente, a mamona e o dendê como as espécies redentoras deste programa. Esta burrice é tão lógica que não dá para avaliar com seriedade se é mesmo somente burrice ou outra motivação que não se pode citar porque, sem provas ....... O resultado é este que está ai. O óleo de soja transgenica que estava sem destino encontrou uma saída e “fez-se o biodiesel”. Agora, com o preço desta matéria prima mais alta que o biodiesel, quero ver onde o programa vai encontrar o óleo vegetal para atender a demanda dos 800 milhões de litros para este ano. A “cara de pau” dessas “otoridades” é tão grande que continuam emitindo declarações que o Brasil tem excesso de produção de biodiesel. Que é isso companheiro? Outra dúvida: será que este biodiesel tupiniquim tem a qualidade requerida para ser chamado de biodiesel? Onde estão os laboratórios que certificam com idoneidade esta qualidade? Enquanto o percentual estiver nos 2%, tudo bem, o risco é desprezível, mas a partir de 5% ........ quero ver. 5
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