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As usinas de biodiesel do Brasil

Ficha detalhada de cada fábrica do Brasil (com informações de contato).

Prefeitos discutem custos para produção do pinhão manso

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quarta, 08 março 2006 . O Documento - Várzea Grande   
Revista BiodieselBR
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O coordenador dos consórcios intermunicipais de desenvolvimento econômico, social e ambiental do Governo do Estado, Neurilan Fraga, e prefeitos de 12 municípios discutem nesta sexta-feira (10.03), a partir das 9 horas, no Hotel Fazenda Primavera, em Nova Olímpia (207 km a Médio-Norte de Cuiabá), a viabilidade econômica do cultivo de pinhão manso para viabilizar a cadeia produtiva da oleaginosa e beneficiar pequenos agricultores.

Devem participam da reunião os prefeitos de Alto Paraguai, Nortelândia, Denise, Barra do Bugres, Arenápolis, Nova Marilândia, Diamantino, Nova Olímpia, Tangará da Serra, Santo Afonso e Porto Estrela.

Na ocasião, será apresentada uma planilha de custo de produção da planta, cuja matéria-prima é um excelente combustível. A planta encontrada nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste do País concentra em seus frutos até 40% de óleo.

Caso os gestores públicos, que formam o Consórcio do Alto Rio Paraguai, avaliem positivamente a proposta, a produção dos agricultores será comprada pelo Grupo Barralcool, que irá instalar uma fábrica de biodiesel no município de Barra do Bugres (168 km a Médio-Norte de Cuiabá). “Vamos definir se esta será mais uma cadeia produtiva”, adiantou Fraga, da Secretaria de Desenvolvimento Rural (Seder).

Segundo ele, o cultivo do pinhão representa mais uma alternativa de renda para o consórcio, que já está viabilizando na região as cadeias produtivas da pecuária de leite, avicultura de corte, heveicultura (seringueira), fruticultura (abacaxi) e ovinocultura.

A planilha de custos da produção do pinhão manso foi produzida por um grupo trabalho formado por representantes da Secretaria de Ciência e Tecnologia(Secitec), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat),Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Banco do Brasil.

Arranjos produtivos

Paralelo à reunião dos prefeitos, secretários de Agricultura dos 12 municípios que formam o consórcio da Bacia do Alto Rio Paraguai vão discutir, com representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), a viabilidade econômica para implantação de arranjos produtivos locais, fontes de financiamento, assistência técnica, entre outras informações que estarão sendo repassadas pela equipe do MCT.
Revista BiodieselBR
Comentarios (20)add comment

BiodieselBr.com disse:

  A equipe BiodieselBR está mobilizada para conseguir a planilha elaborada pelos grupos acima descritos e tão logo isso aconteça, disponibilizaremos para todos em nosso site. Vocês serão informados pelo boletim de notícias quando a planilha estiver disponível.

Cadastre-se ao final desta página para receber nossos informativos.

*** Os comentários solicitando a planilha foram apagados ***

Por favor NÃO solicitem neste espaço esta planilha de custos.
1

9.03.2006 - 11:28 | url

Francisco disse:

  Por favor disponibilize uma foto da cultura.
2

10.03.2006 - 09:24

Vendana disse:

  Acredito ser muito interessante a divulgaao dos custos da cultura do, colheita ,moagem ,efim,todos os custos da cadeia de produ秣o do leo do Pinho Manso.
Obrigado ,

Fernando Bragan㣧a
3

10.03.2006 - 10:15

Maria Jose Ribeiro disse:

  Estou tentando coletar dados sobre o pinhão manso para um trabalho na faculdade uma vez que é uma cultura nova pouco conhecida; mas mediante a dificuldade de obtenção desses dados também gostaria de obter o máximo de dados sobre a cultura ou o nome de alguma instituição de pesquisa onde eu pudesse contactar. Obrigada pela atençao
maria Jose
4

10.03.2006 - 11:07

Fausto Lopes disse:

  Entendemos que programas consistentes de biocombustveis passam por parceirias empresariais. Temos interesse em identificar parceiros investidores em agronegcios, por exemplo, a cultura de pin�o manso.Contatos pelo site www.pontaldosaofrancisco.com.br
5

10.03.2006 - 16:54

Jose Carlos- Tangar disse:

  Entendemos a busca da Barralcool por parceiros na agricultura familiar e de culturas promissoras para a região, já que o selo social é uma vantagem incontestável quanto aos incentivos fiscais. No entanto, uma usina com capacidade monstruosa para produzir exagerados 56 milhões de litros deveria buscar mais parceiros. Para atender esta demanda serão necessários plantar pelo menos 130.000 hectares de girassol por exemplo(nem o Brasil inteiro produz isto tudo). Incentivos para a produçao safrinha na regiao do medio norte seria uma alternativa, ou o dende irrigado por exemplo. Caso alguém se interesse num projeto deste último meu email é carlosfos@hotmail.com
6

10.03.2006 - 17:53

Fernando Chaves Lins disse:

  Parece-me que a Índia é hoje um importante centro de produção e industrialização do pinhão manso. Seria interessante um intercâmbio, principalmente com importação de híbridos de alta produtividade, acima de 8t/ha de sementes. A BiodieselBR poderia se interessar pelo tema. Temos muito interesse no assunto.
SDS
7

10.03.2006 - 21:52

edgardo v. lozada disse:

  É de vital importância reconhecer que só parcerias PRONAF não bastarão para atender demandas das indústrias produtoras de Biodiesel. É uma ilusão querermos acionar apenas este programa de governo. Somos ainda um pais demais burocráricos. Não solucionamos ainda a Reforma Agrária. Ações que vimos no sul advindas de instituições internacionais que influenciam atitudes e movimentos. Temos que ser sérios, procurarmos parceiros que já possuem tradição na terra, áreas já definidas, já escrituradas, parceiros que já plantam grandes áreas. Louvavel a idéia do Lula, mas para sermos os primeiros em Biodiesel,precisamos de parcerios tradicionais. Corremos o risco de nadarmos e morrermos na praia de novo, e tornar inocua todo o trabalho já realizado por muitas unidades produtoras.
8

11.03.2006 - 12:54

Telmo Heinen disse:

  Amigosleitores, conscientizem-se: O poder econômico não respeita a lógica das coisas. O principal problema para o biodiesel, desde já, é a obrigatoriedade de levar o produto à uma Refinaria para ser misturado pela Petrobrás...
Liguem-se pelo amor de Deus!
Pinhão manso? http://www.pinhaomanso.com.br
Abs,
Telmo Heinen - Formosa (GO)
9

12.03.2006 - 09:11

Rogrio Polles disse:

  A sugestão do companheiro Edgardo, citada logo acima em parcerias ilusórias, referente ao intercambio com a India é muito sensata, uma vez que teremos problemas iniciais, com referencia a produtividade e tambem na hora da colheita, então necessitamos de uma parceria com quem tem conhecimento no assunto.

rogeriopolles@terra.com.br
Iniciante Plantio Tocantins

10

13.03.2006 - 11:46

Renato Gama disse:

  Àqueles que querem ver fotos da cultura e ler mais coisas sobre o Pinhão-Manso (Jatropha Curcas L.) entrem no site:
www.jatropha.de
Lá tem muita informação sobre a cultura, sobre o meios de extração e sobre a integração social que ela pode participar. É um site que trata da África, e da produção africana. Logo todas as realidades de inclusão social estão relacionadas àquele continente e seus países.
Tentem imaginar e transpor essas idéias para o nosso país.
Renato Gama
____________________________
Biologia - UniCEUB
Brasília, DF
renatogdn@yahoo.com
11

13.03.2006 - 13:28

Gerardo disse:

  È muito oportuno o encontro de prefeitos em Nova Olímpia, quando se elaborarea uma planilha de custos da cultura do pinhão manso. Isto porque as opiniões emitidas neste valioso site – verdadeiro fórum de discussão sobre o biodiesel – muitas vezes são conflitantes. Por aqui, já se viu a opinião de profissionais respeitáveis, as vezes, representantes de entidades, da mesma forma, respeitabilíssimas, de que a produtividade do pinhão manso seja de 4.000kgs/há, outras de 8.000kgs e até de 12.000kgs/há, mas, a última, noticiada no site “pinhãomanso.com.br”, nos dá conta de que o pesquisador e professor da UnB, Joel Rubim opina que seja “possível produzir 2,5 mil quilos de semente de pinhão-manso” por hectare. E segundo este mesmo conceituado pesquisador, “Cada hectare de plantação empregaria, pelo menos, uma família”
Mas, s.m.j., com essa ínfima produtividade dificilmente um hectare da cultura comportará o emprego de uma família, pois, na suposição da sua venda a R$0,50/kg, se terá o valor total de R$1.250,00, quando, em 12(meses), essa mesma família perceberia a insignificante mensalidade de R$104,16.
Esta informação conflita frontalmente com uma que recebí, através de e’mail, de um dos maiores empresários do ramo que, ex verbis` : “Dois empregados atendem a 30 hectares de cultivo e são empregos fixos, pois passam seis ou sete meses colhendo, depois vem os tratos culturais e a limpeza da área.”
Não entendo tão grande discrepância.
Donde se conclui que, quanto ao pinhão manso, ainda existem muitas dúvidas.
parrella@nortecnet.com.br
12

9.04.2006 - 00:52

Gentil Dallo disse:

  Comentário do Gerardo

Sabe Gerardo, só uma familia muito preguiçosa para cuidar apenas de um He de área plantada, sabe os indios só plantam 365 pés de mandioca por ano, que dá a média de colheita de um pé por dia. Nós não podemos ter a mentalidade atrazada, pois hoje emprega técnicas bem atulizadas para o manejo.

cfcdallo@hotmail.com
13

30.12.2006 - 08:34

mario sergio segundo disse:

  gostaria de saber se plantando diretamente no solo nao teria risco de perde a floraçao ao contrario de mudas q pode causar traumas.ao plantar a nessesidade de agua,e já em sua faze mais desenvolvida,como melhor se adapta.
14

19.04.2007 - 09:49

Telmo Heinen disse:

  Detalhes do Pinhão Manso você encontra facilmente no site http://www.pinhaomanso.com.br

Fazer mudas dá lavouras mais homogêneas. Plantar diretamente no campo, pode agilizar as coisas mas tem quie "recorrer" para suprir as falhas...
15

19.04.2007 - 10:43

Carlos Henrique T. de Carvalho Júnior disse:

  Acredito que esta cultura tem muito mais potencial que a cultura mamona principalmente por ser perene o que poderá tornar mais sustentável a produção. Estamos na espectativa de recerbermos os custos de produção e sua rentabilidade ao longo dos anos para podermos recomendar com mais segurança.
16

22.08.2007 - 19:39

Jonã Costa Cutrim disse:

  Eu concordo com o Gerardo, às vezes as coisas não são tão fáceis assim como parece, em todo setor de atuação humana, existe sensacionalismo, venda de ilusão e são muitos os que se deixam levar por fantasias.
Fala-se em biodiesel e suas fontes de fabricação com grande entusiasmo, não sou nenhum pessimista, pelo contrário, torso para que este programa dê certo, até quero fazer parte deste cenário. Porem é preciso se ter cautela quanto à produção das oleaginosas. Por exemplo, o babaçu pode até ter uma boa produção por hectare, mas a mão de obra para colher os frutos e a quebra destes para tirar as sementes é tão grande, que não vale a pena plantar babaçu pra produção de biodiesel.
A mamona é outro desastre, tentei plantá-la só que antes, procurei vender o produto a uma usina em Floriano no Piauí, alem do preço ser muito baixo, não estava comprando-a.
Portanto precisamos de informações precisas, uma planilha realmente confiável, que seja essa dos prefeitos. O que não podemos é dar com os burros n água.
17

22.09.2007 - 15:09

marcos lenzi disse:

  Incrível como as pessoas sonham e não olham números. Acabo de ler uma matéria extensa sobre custos de produção de Biodiesl. Incrivel como os caras falam, mas nada de números, É tão simples. Basta dizer custo de produção tempo para colocar no mercado e preço de venda pronto só isso caras , para de conversa comprida.
Pinhão manso custa 1100,00 por ha. Leva 4 anos para produzir e vende por 1980,00 lucro? 80% só isso e pronta mas quem se arrisca a escrever?
18

8.03.2008 - 20:10

omar disse:

  Bom dia a todos. Olá Thelmo, gosto de seus comentários. Bom gostaria de saber as opiniões dos participantes com relação à seguinte dúvida.
Se um produtor rural no Brasil, pode vender arroz, feijão, café e toda a gama de produtos agrícolas para quem bem entender, desde que lucrativo, porque na questão dos combustíveis seja álcool ou o biodiesel, por que e pergunto por que? temos que entregar para os açougueiros da PETROBRAS e não vender na porta da minha propriedade para que quiser comprar. Acho que as organizações desse pais deveria lutar contra isso ou não vivemos em uma democracia?

Abraços
19

21.05.2008 - 10:55

Telmo Heinen disse:

  Caro Omar, tem o poderio econômico reinante, que não quer perder o comando.
Ano passado quase foi aprovada uma Lei que permitia venda diária de até 5,0 mil litros por dia (Álcool) para qualquer Posto.
Já no Biodiesel, a Lei exige um Capital mínimo de R$ 500,0 mil reais

Infelizmente o brasileiro não dá bola quando as coisas são anunciadas na Voz do Brasil, não comparece nas audiências Públicas para opinar e assim em diante.

Seo brasileiro não decidir o que ele quer, vamos seguir nessa maleza aí... Numa esquina se diz uma coisa e na próxima se diz outra... então ?

Brasil, uma país de T O D O S ou melhor de T O LO S
20

21.05.2008 - 20:51

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