Minc decide plantar dendê na Amazônia |
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| terça, 19 agosto 2008 . Folha de S. Paulo | |||||
Em destaque"Quem tudo quer tudo perde", disse Carlos Minc (Meio Ambiente) ao confirmar o acordo, atacado por ambientalistas. "Se batermos o pé numa regra muito rígida, continua a área degradada." Ele adianta que metade da área já desmatada poderá ser recuperada por meio de espécies exóticas, mas o acordo ainda será detalhado antes de virar norma legal. O Ministério da Agricultura estima que a área de cultivo do dendê na Amazônia Legal -de 60 mil hectares hoje- poderá crescer até cem vezes. O cálculo foi feito com base na soma das áreas degradadas e não contabiliza unidades de conservação ou demais áreas protegidas. Segundo ONGs ambientalistas, o movimento na prática muda o Código Florestal e reduz a reserva legal no bioma de 80% para 50%, como prevê projeto de lei de autoria do senador ruralista Flexa Ribeiro (PSDB-BA). O projeto, apelidado de "Floresta Zero" e cujo substitutivo tramita na Câmara, libera produtores para plantarem dendê em vez de floresta na área de reserva legal. A aprovação do projeto na Câmara vinha sendo barrada pelo Meio Ambiente. A então ministra Marina Silva se opunha ao texto. O da Agricultura, Reinhold Stephanes, é favorável a ele. "Esse acordo dá uma sinalização concreta para a bancada ruralista de que agora tem um ministro a mais", disse Paulo Adário, do Greenpeace. Para as ONGs, o dendê, por ser uma monocultura, não cumpre o papel de recuperação da biodiversidade. Pior, há o temor de que o "Floresta Zero" estimule desmatamento além do permitido, já que os produtores poderão aproveitar a área aberta para plantar dendê. Em nota divulgada na sexta-feira, um grupo de 12 ONGs criticou o acordo, acusando Minc de romper um compromisso -ele disse na sua posse que o governo não permitiria a redução da reserva legal na Amazônia. Minc avalia que o acordo do dendê é produto do "bom senso": "A idéia de recuperar áreas degradadas só com espécies nativas é mais interessante para a biodiversidade, mas não tem estímulo econômico". Ele insiste em que a liberação para o dendê e culturas destinadas ao biodiesel terá como limite metade da área de reposição. Minc e Stephanes já tiveram dois encontros nas últimas semanas, mas a agenda proposta pela Agricultura não chegou nem à metade. Entre os seis acordos selados, está o zoneamento da cana-de-açúcar. MARTA SALOMON Colaborou CLAUDIO ANGELO Textos Relacionados:
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Missao Tanizaki :
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... Pelo exposto na matéria os dois Ministros demonstram SABEDORIA, somando esforços, mas apenas para resolver problemas das respectivas Pastas, faltam incluir outros aspectos que promova o Desenvolvimento SOCIAL e Econômico do Brasil, de Fato SUSTENTÁVEL, onde requer Somar Esforços com as demais Pastas Ministeriais e a Sociedade Brasileira. Para "bom senso “ de Minc: "A idéia de recuperar áreas degradadas só com espécies nativas é mais interessante para a biodiversidade, mas não tem estímulo econômico". Para a Sociedade Brasileira o “bom senso”, deve promover avanços Econômicos e Ambientais. Nesta matéria nada fica claro sobre as OBRIGAÇÕES das Empresas que implementarão Sistema de Produção de Palmas (Dendê). O Ministério do Meio Ambiente precisa estabelecer dispositivos legais que tornam obrigatório que a EMPRESA invista no Reflorestamento com Espécies Nativas, incluindo o seu acompanhamento e medidas corretivas, utilizando 40 % da Área Degradada, devendo utilizar a outra parte (10 %) para o Desenvolvimento de outras Espécies Comerciais para produção de BIOMASSA, as Matérias Primas para substituir a utilização dos atuais Derivados do Petróleo empregadas pelas INDÚSTRIAS, nisso devem incluir acesso as Instituições de Pesquisas, como a EMBRAPA, entre outras Instituições que atuam nessa Área em busca de Soluções SUSTENTÁVEIS. Os dois Ministros não podem esquecer que precisamos abrir espaços para as Cooperativas Éticas de Pequenos Produtores, incluindo a Agricultura Familiar, visando torná-los os Nossos Futuros Grandes Produtores, genuinamente brasileiros, capazes, de FATO, de abraçar a luta pela Preservação do Meio Ambiente e a Biodiversidade. Quem vem Cultivar Palma (Dendê) são GANANCIOSOS e não tem muito interesse pela Preservação do Meio Ambiente e a Biodiversidade, pois no seu país de origem desmatou extensas áreas para implementar o seu cultivo. Já os nossos Pequenos Produtores poderão ser preparados com outra mentalidade, podendo se tornar nos FISCAIS VOLUNTÁRIOS os mais importantes DEFENSORES do Bioma e Território NACIOANAL. MISSAO TANIZAKI Fiscal Federal Agropecuário Bacharel em Química missao.tanizaki@agricultura.gov.br Esplanada dos Ministérios, Bloco “D”, Sala 346-B, Brasíla/DF TUDO POR UM BRASIL / MUNDO MELHOR |
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