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Governo enterra de vez biodiesel feito só com mamona

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terça, 29 julho 2008 . Folha de São Paulo   
Revista BiodieselBR
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Desde março não é mais tecnicamente possível produzir biodiesel usando apenas óleo de mamona. A oleaginosa, ex-vedete do programa, não reúne as condições técnicas definidas pela ANP (Agência Nacional do Petróleo) para composição do biocombustível.

Em 20 de março, o "Diário Oficial" da União publicou a resolução nº 7 da ANP. No documento, foram estabelecidos vários critérios físicos e químicos para o biodiesel. Pelos parâmetros, o biodiesel produzido apenas com mamona é muito viscoso e, por isso, não pode ser usado diretamente nos motores, pois poderia danificá-los.

A mamona sempre foi o carro-chefe do governo na propaganda do programa do biodiesel. Em vários discursos, o presidente Lula se referiu ao plantio da oleaginosa como uma alternativa para agricultores pobres do Nordeste. "É com a mesma motivação que estamos lançando o Programa do Biodiesel, que vai utilizar a mamona e a palma para produção de combustível, criando mais uma alternativa para pequenos agricultores do semi-árido nordestino", disse o presidente, em cerimônia realizada em Maceió (AL), em novembro de 2004.

Para a ANP, a mamona é a única oleaginosa que não se enquadra nos parâmetros técnicos do biocombustível. Com todas as demais -soja, pinhão manso, algodão etc.-, é possível produzir biodiesel sem precisar de mistura.

Com a edição da resolução da ANP, para usar óleo de mamona na produção do biodiesel, é preciso misturá-lo com o óleo de algum outro vegetal ou outro material gorduroso.

Os números oficiais de produção, contabilizados pela ANP, indicam que a mamona, que já tinha uma participação pequena, desapareceu da lista de insumos do biodiesel justamente em março.

Em fevereiro, a mamona ainda respondia por 0,17% da produção de biodiesel, contra 68,41% da soja. Em março, a mamona já tinha desaparecido do mapa de produção. O dado mais atual, de maio, indica que a soja ampliou sua participação para 77,35% entre os insumos usados para a produção de biodiesel. Os números confirmam que o programa é, na verdade, um filão a ser explorado pelos produtores de soja.

Concentração
De acordo com Arnoldo de Campos, coordenador do programa no Ministério do Desenvolvimento Agrário, a concentração nas matérias-primas para produção de biodiesel é uma preocupação do governo. "Há uma concentração de matérias-primas desde o início do programa. Isso não é bom. Está na ordem do dia diversificar."

O objetivo da diversificação é tornar o preço do biodiesel menos sensível à cotação internacional da soja, commodity de alta volatilidade. Em julho, o preço do diesel normal (que leva 3% de biodiesel) subiu 2,1% na bomba dos postos. Os distribuidores atribuíram a alta ao uso do biocombustível, que, por sua vez, aumentou por conta da alta do preço da soja.

Ainda segundo Campos, o fato de a mamona não estar sendo usada para a produção de biodiesel não é um problema para o produtor. "Existe a demanda da indústria química."

Ele explicou que, quando o governo vislumbrou na mamona uma fonte de matéria-prima para o biodiesel, o quilo da oleaginosa valia aproximadamente R$ 0,25. Na última safra, esse preço já estava variando entre R$ 1,00 e R$ 1,20.

Minas e Energia discorda
Ao contrário da ANP e do Ministério do Desenvolvimento Agrário, o Ministério de Minas e Energia informou, por meio de sua assessoria, que é possível produzir biodiesel usando 100% óleo de mamona.

Para o ministério, o nível de viscosidade exigido pela portaria da ANP é "mais difícil" de ser atingido com a mamona pura, mas "o processo industrial de fabricação de biodiesel consegue trazer ao óleo de mamona a viscosidade exigida pela resolução".

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Revista BiodieselBR
Comentarios (17)add comment

ubaldino dantas machado :

Governo enterra de vez biodiesel feito só com mamona
Levaram tempo para chegar o que já se sabia a mais de 50 anos. Decisões técnicas precisam ser tomadas por técnicos e não por executivos que não leem o mínimo necessário para errar menos. E agora quem vai indenizar produtores e indústriais que investiram no segmento? Não se faz pesquisa ou experimentação em larga escala, principalmente quando já se conhece os resultados. Voltamos a insistir, no momento a recomendação correta é dendê. Qual a linha de crédito que temos para desenvolver os plantios? Tecnologia existe, inclusive para agricultura familiar, não de dois ha, mas de 10 ha na Amazônia. Vamos voltar a usar os conhecimentos que já existem e deixar de tomar decisões por leigos que não tem a menor sensibilidade pelo que é racional e correto.
 
30.07.2008 - 06:35
Votos: +0

Jorge Wellington de O. Ribeiro :

Mamona
Trabalho no estado do Ceara,na EMATERCE com agricultores da agricultura familiar que esta apostando neste Pograma Biodiesel No Ceara.Mas com esse anumcio que a mamona não tão viavel para o biocombustivel como vamos encentivar o produtor a cuidar da sua roça de mamona daqui pra frente.

Atenciosamente,Wellington.
 
30.07.2008 - 06:50
Votos: +0

Wilson de Oliveira :

Mamona com dias contados
Mamona com dias contados.
Não fique triste, Jorge Wellington. Com esta decisão do Governo, a ovelha Morada Nova, símbolo dos ovinos do Ceará, vai ter muito que aplaudir. Pelo menos não vai mais ficar vulnerável a intoxicação pela maldita mamona.
Abraços,
Wilson de Oliveira
Patamuté Consultoria Ltda
 
30.07.2008 - 07:23
Votos: +0

Wilson de Oliveira :

Mamona: já se sabia há mais de 50 anos...
Mamona: já se sabia há mais de 50 anos
Olha Machado, apesar desse seu nome não ser tão ecológico, mesmo assim você está com a razão. Eu já conto 68 anos de vida e, meu pai já me falava que a mamona era traiçoeira. Suas folhas - quando verdinhas - um excelente alimento para bovinos, porém quando murcha uma verdadeira fábrica de ácido cianídrico provocador de TIMPANISMO.
Na região amazônica o dendê vai muito bem. Agora aqui no meu sertão brabo, onde quem quiser apostar que 2009 vai ser seco - não encontra fácil competidor -, temos que partir mesmo é para oleaginosas perenes.
Wilson de Oliveira
Patamuté Consultoria Ltda
 
30.07.2008 - 07:57
Votos: +0

Primieri :

Mamona: Óleo Nobre
Uma alternativa para o óleo de Mamona plantado no Nordeste brasileiro é o mercado deste óleo como fins nobres, é só os produtores se unir e buscar o mercado externo pra este óleo, que pode ser utilizado como por exemplo na aviação (óleo hidráulico).
 
30.07.2008 - 08:26
Votos: +0

dorival goes :

Oleo de Mamona -
Li certa vez, se não me engano, na revista Globo Rural, que nem o Onibus Espacial decola sem que nele seja ussado um derivado do Oleo de Mamona.

É um dos puucos Óleos que não se congela mesmo em baixas temperaturas, como no espaço e nos pólos.

Serve como medicamento - óleo de ricino.........

O Dr Chiericci,m de Campinas/SP, desenvolveu diversos experimentos e uso, até em placas de proteção de balas de arma de fogo com o óleo da mamona..

Fazer biodiesel com ele é uma burrice enorme......eu acredito, e se buscarem confirmarão o que esvrevi.
 
30.07.2008 - 12:16
Votos: +0

Luiz Carlos Freitas :

Geógrafo
Como estive bem perto do Projeto Bioidiesel da Petrobras fazendo parte da Equipe que consolidou o projeto das Treis Usinas ( uma a qual o Sr Presidente da Republica acaba de Inaugurar) posso neste espaço tecer algumas considerações que acredito serem importantes.
Naquele instante tinhamos que fazer o EVTE - Estudo de Viabilidade Técnico e Economica para dois pontos importantes ...O primeiro era o que trariam maior economicidade para a Empresas na instalação das Usinas e neste contexto eram analisados os macro fluxos de engenharia de logistica de transporte tanto de entrada como saida de produtos da fabrica , mercado de manutenção de peças e serviços entre outras tantas que os senhores conhecem muito bem .Desta equipe ( sem pressão politica e apenas técnica ) foram apontados os locais das treis usinas ( Montes Claros, Quixada e Candeias) de forma que as mesmas estivessem em concordancia com o segundo grupo que em virtude de se ter um mercado variado de oleoginosas prercisamos ter certeza qual era o caminho que deveriamos orientar o agricultor para qu o projeto como um todo fosse bem sucedido e as plantas fosse abastecidas de forma continua e economicamente sustentavel.
Neste sentido foram aplicados as mesmas regras só que para a melhor produção, perene,maior indice de óleo,torta ,tempo e sua influencia, qualidade da terra, expectativa de produção por hectare entre outros tantos,
Após varios estudos do EVTE das oleoginosas e pasmem ......não foi a mamona a que se apresentava como a grande alternativa pra o desenvolvimento das oleoginosas para abastecer as plantas.
Diga-se de passagem que os Tecnocratas do MDA e os PS de plantão tanto do Governo como da própria Petrobras e até de SIndicatos que continuaram a informar o Sr Presidente de forma equivocada que era a ``mamona a vedete do programa`` .Qual interesse deste grupo .....não sei ...sá sei que este mesmo grupo agora esta dentro das cercanias ....preparando mais um bote e agora o alvo é buscar um abacaxi ( será que da para tirar biodiiesel??) para dentro da Petrobras ......e mais um FRACASSO e podemos até fazer uma triste futurologia ´´ O BIODISEL VAI VIRAR MICO`` e quem vai comoandar o espetaculo não serão os pequenos agricultores mais sim os BIG`s .

sds

Luiz Freitas
Geógrafo
 
30.07.2008 - 17:18
Votos: +0

Telmo Heinen :

Perenes
Enquanto os cães ladram, a carvana passa... mas a um custo enorme!
Infelizmente, no Brasil o fracasso não é obra do acaso ou acidental...
O fracasso no Brasil, mormente quando envolve o Poder Público, é obra de meses ou até anos de preparação.

Incrível! Quando digo que temos 95% de T O L O S todo mundo duvida, justamente porque temos 95% de tolos....

Gastar 101 milhões de reais em Candeias na Bahia, para fazer biodiesel de óleo e soja... porque não colocaram a fábrica mais próximo de onde tem óleo de soja ?

O futuro do biodiesel está nas culturas perenes... já perdemos três anos desde 2005. Aliás, biodiesel em si é uma bobagem mas como temos este naipe de gente no comando... ficará impossível realizar o sonho de fabricar motores do tipo ELKO para utilizar óleo vegetal comum...
 
30.07.2008 - 17:46
Votos: +0

Richard Fontana :

Mamona versus Biodiesel
Mamona versus Biodiesel.

Desde que foi lançado o PNPB - Programa Nacional de Produção de Biodiesel pelo Governo Federal, e nas ocasiões que tivemos onde expor nosso ponto de vista, pocuramos alertar para a problemática que somente agora os tecnocrátas governamentais concluem, pois somos atuante como profissional no setor de commodities e suas industrializações nos últimos 40 anos. E disto entendemos bem.

Para melhor conpreensão do tópico Mamona versus Biodiesel, antes se teria que conhecer profundamente a oleoquímica, suas transformações industriais e principalmente os mercados. E a maioria das pessoas envolvidas no contexto biodiesel, pouco conhecem deste segmento industrial e comercial.

Impossível utilizar biodiesel oriundo de óleo de mamona? Claro que não, basta apenas não querer utilizá-lo na condição de B100. Se teria forçosamente que efetuar misturas, ou com biodiesel de outra origem, ou então com o próprio óleo diesel. Para a questão de alta viscosidade e mesmo que puro, existe a possibilidade de aditivação. Esta é a racionalidade de seu uso.

Ah!. Ainda esqueceram de mencionar a problemática do biodiesel oriundo do óleo de mamona, no seu aspecto de ponto de congelamento (Ponto de Névoa ou Cold Point), pois abaixo de catorze graus centígrafos, não se tem um líquido, mas sim uma massa semi-pastosa, que com a redução ainda maior da temperatura, irá se transformar em uma verdadeira gelatina. Não se teria bomba injetora que possa operar coim este tipo de material e nestas condições.

Incrível ainda que justamente aqueles que induziram o Presidente da República, embalde a sua plena boa vontade, a avalizar e até mesmo defender este sistema baseado na mamona, agora se fingem de mortos, de que nada têm com isto ...

O Brasil, antes de tudo, deveria ter rigidamente leis que punissem crimes de ordem econômica - pública e comunitária -, sem passar pelos atalhos da impunidade que vemos acontecer de forma constante.

Não é possível induzir multidões, justamente dos mais necessitados e até mesmo dos excluídos, como é o caso patente do pequeno e médio agricultor do Nordeste do Brasil, em uma atividade que sabemos de longo prazo ser dominada por atravessadores, este sim que lucram, em conjunto com o setor industrial que deles compra. É o histórico da mamona no Brasil ...


Londrina, 30 de Julho de 2008 - 18:06 horas.

Richard Fontana
Diretor de Tecnologia
Fone / Fax (43) 3328 7000
fontana@austenbio.com.br
AustenBio Tecnologia em Biodiesel.
 
30.07.2008 - 18:22
Votos: +0

Carlos Afonso :

...
O Brasil não tem produção suficiente para atender a demanda de biodiesel oriundo do dendê.Gostaria de lembrar que embora seja perene o dendê demora sete anos para começar a produzir economicamente e mais sete para atingir alta escala de produção comercial.
 
30.07.2008 - 20:30
Votos: +0

Luiz Carlos Freitas :

continuando
O Dendê é maravihoso e com uma produção muito forte no Norte ...principalmente no Amazonas.
Por exemplo: Vi uma fazenda em uma visita à Manaus ( com recursos próprios) em regime de falencia por falta de incentivo ( os caras não estão interessados neste segmento) .
Concluindo. Apesar de ver como um grande e forte parceiro do Projeto Biodiesel o Dende no estudo perde para o PM principalmente por ser muito acido e necissitar de infra muito adequada para evitar perda de produto.
 
30.07.2008 - 21:46
Votos: +0

Wilson de Oliveira :

Carência de sete anos para o DENDÊ
Sete anos para o DENDÊ iniciar a produção economicamente!
Mas se você resolver plantá-lo somente em 2010, a carência que era sete passa, automaticamente, para nove anos. A maioridade no ser humano, por enquanto, é 18 anos. Quem sabe, com a energia do Dendê isso não caia para dezesseis!!!
Wilson de Oliveira
Patamuté Consultoria Ltda
 
31.07.2008 - 08:17
Votos: +0

Carlos Afonso :

...
Senhores, o dendê é uma oleaginosa espetacular.
1-Das cinzas do seu cacho pode-se extrair Potássio
2-A polpa que se extraiu oleo serve de combustível para caldeira
3-A casca do caroço serve para carvão ativado e até substitui pedra
tamanho 1, em piso
4-Da massa interna do caroço retira-se óleo de Palmiste( excelente para
indústria de cosméticos)
5-O resíduo da massa que se extraiu Óleo de palmiste serve para ração animal.
6- Reafirmo portanto ser excelente opção para Biocombustível, mas com período
de carência longo .Pode ser solução a longo prazo.As usinas estão ociosas por falta de
oleo para beneficiar.
7-O uso principal do Óleo de dendê é na produção de aço.
8-Palma nativa produz 4 toneladas por ha
9-Palma "melhorada" produz 22 toneladas por ha
10-Apos 18 anos a colheita torna-se mais difícil em função da altura da planta.Usa-se então
bambu malasiano para derrubar o cacho.
Abraços
Carlos Afonso
 
31.07.2008 - 09:43
Votos: +0

Luiz Carlos Freitas :

EU VI COM MEUS OLHOS
Quando disse que estive em Manaus eu vi uma produçao pronta de mais de 20000 ha preciasndo apenas de incentivo para aumentar por dez a area de plantio em menos de dois anos ...A Embrapa Manaus esta com sua produçao toda comprometida....tudo que se faz em mudas já esta com destino certo...precisa aumentar a produção e para isto ...TEM QUE TER APOIO DO GOVERNO E EM ESCALA.


 
31.07.2008 - 23:49
Votos: +0

Paulo Gonçalves :

Mamona. P'ra variar
Por favor, consultem os técnicos cuja vida foi ao lado das matérias-primas oleaginosas (Estou nisso há mais de 30 anos). Qualquer matéria-prima é viável. Depende apenas de se escolher o caminho certo e não se subestimar nenhuma etapa. O resto vem a reboque. oleosgorduras@yahoo.com.br
 
7.08.2008 - 19:13
Votos: +0

Tecbio Francisco Guimarães :

...
ESTÃO COMPLETAMENTE EQUIVOCADAS RAMONA E MARIA LIMA, AUTORAS DA MATÉRIA ACIMA. AO CONTRÁRIO DO QUE DIZEM, O BIODIESEL DE MAMONA NÃO NECESSITA DE ADITIVOS, POIS É NATURALMENTE UM ADITIVO COMPLETO. SERÁ O BIODIESEL DE MAMONA QUE ADITIVARÁ O BIODIESEL DE SOJA, E EMPRESTARÁ A ESTE SUAS MELHORES PROPIEDADES. O BIODIESEL DE SOJA SUBMETIDO AS NORMAS EUROPÉIAS É REPROVADO NO REQUISITO ÍNDICE DE IÔDO, ALÉM DE SER O QUE DISPÕE DOS MENORES INDICES DE CETANA E LUBRICIDADE. ISTO SÃO DEFEITOS DO BIODIESEL DE SOJA, É DA SUA
NATUREZA VEGETAL. O BIODIESEL DE MAMONA, BEM DIFERENTE E VANTAJOSO, TEM BAIXÍSSIMO ÍNDICE DE IÔDO BEM COMO OS MAIS ALTOS ÍNDICES DE CETANA E LUBRICIDADE, SUPERANDO O PRÓPRIO
PETRODIESEL, TORNANDO-SE O ADITIVO PERFEITO PARA ADITIVAR O BIODIESEL DE SOJA. E SOMENTE ASSIM, O BIODIESEL DE SOJA PODERÁ SER APROVADO PELAS NORMAS EUROPÉIAS. ALTA VISCOSIDA-
DE, ALTOS ÍNDICES DE CETANA E LUBRICIDADE E BAIXO ÍNDICE DE IÔDO, SÃO QUALIDADES DO BIODIESEL DE MAMONA, É DA SUA NATUREZA VEGETAL. PORTANTO, O ÓLEO VEGETAL DE MAMONA DEIXA
DE SER UM PROBLEMA PARA O AGRONEGÓCIO DO BIODIESEL E PASSA A SER PARTE DA SOLUÇÃO.
O ÓLEO VEGETAL DE MAMONA É UMA DÁDIVA DA NATUREZA PARA A HUMANIDADE. SUA UTILIZAÇÃO COMO BIOCOMBUSTÍVEL É TALVEZ SUA MILÉSIMA APLICAÇÃO. COMO ADITIVO QUE VIABILIZARÁ O BIODIESEL DE SOJA PARA EXPORTAÇÃO, DEVERÁ TER PREÇOS REALÇADOS, FAZENDO-SE VIABILIZAR SUA AINDA BAIXA PRODUTIVIDADE AGRICOLA. TUDO ISSO FAZ O BIODIESEL DE MAMONA SER SUPERIOR, UM BIODIESEL PREMIUM.
Att. Francisco Guimarães.
 
8.08.2008 - 15:51
Votos: +0

Telmo Heinen :

Gritando
Na linguagem da internet, quem escreve tudo com letras maiúsculas está gritando. É o seu caso meu caro Tecbio Francisco Guimarães.

Nome engraçadp, TECBIO parece que é uma Fábrica de Equipamentos da família do Prof. Expedito Parente lá no Ceará... pode ?

Este Professor "patenteou" a fórmula de fazer sabão... he he he (Fazer biodiesel com Etanol e hoje vende fábricas de biodiesel onde o pessoal usa o metanol...)

 
8.08.2008 - 23:04
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