Engenheiro defende uso de óleo vegetal puro nos motores diesel |
|
|
| terça, 08 agosto 2006 . Jornal Bom Dia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Tese apresentada na Agrifam diz que biodiesel é ‘um engano’ por ser solução ‘paliativa e cara’ Ao mesmo tempo em que o governo e os centros de pesquisa se empolgam com o biodiesel, o engenheiro mecânico Thomas Renatus Fendel, de Rio Negro (PR), defende que, ao invés de adicionar o óleo vegetal ao diesel, os motores de ciclo diesel devem ser adaptados para consumir o óleo puro. No sábado, dia 5, em palestra na 4ª Agrifam (Feira de Agricultura Familiar), o técnico afirmou que o biodiesel “é um engano”. “É a mesma coisa que adicionar álcool à gasolina para fazer biogasolina”. Daí sua tese de adaptar os motores ao óleo vegetal, que não polui e pode ser extraído de qualquer fonte, até mesmo do reaproveitamento de frituras. Na opinião de Fendel, o biodiesel é uma solução paliativa, cara, complexa e sujeita ao oligopólio energético. Para sustentar sua tese, ele apresentou um automóvel Golf movido a diesel e adaptado para óleo vegetal. Relatou ter andado 25 mil quilômetros com uma Saveiro que fazia 18 km/l com óleo de soja colhido em cozinhas de pastelarias. Falou ainda de automóveis tipo popular que podem fazer até 30 km/l com óleo vegetal. Mercado aos ‘pequenos’ A principal proposta do engenheiro é abrir o mercado energético para o pequeno produtor, dentro da mesma idéia defendida pela Fetaesp ao trazer a microdes-tilaria de álcool à Agrifam. “Nós temos os motores e os meios para convertê-los a queimar os óleos de produtos que hoje exportamos in-natura. Vamos processar isso tudo aqui”, propõe. Formado pela Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá (hoje Unesp), o palestrante é apaixonado pelas inovações. Ganha a vida produzindo máquinas especiais para a indústria e a agricultura mas, paralelamente, trabalha em seus inventos. Já produziu uma motocicleta econômica, trabalha em processos de geração de energia e recuperação de calor e diz que sua paixão é substituir os combustíveis fósseis pelo óleo vegetal, álcool, biogás e outros. Gerar (e vender) energia Fendel revelou aos presentes à sua palestra que há 12 anos mantém uma pequena microusina de eletricidade que gera 10 kW/h e que injeta, clandestinamente, essa eletricidade na rede. Sua esperança é conseguir desenvolver um processo de co-geração e receber por isso. Sua tese é de que pequenas usinas particulares sejam autorizadas a funcionar no período das 18h às 21h ou 22h — período quando ocorre o pico de consumo. Para gerar essa energia, as usinas usariam óleo vegetal, lenha ou qualquer outro combustível de biomassa, aproveitando-se o calor do radiador e dos escapamentos do motor para aquecer água. “Isso, num hotel ou empresa, representa uma grande economia e seria a garantia de abastecimento no horário de pico”, defende. Pelo sistema os pequenos produtores venderiam eletricidade no pico e a comprariam na baixa demanda. Jair Aceituno Textos Relacionados:
![]() Comentarios (20)
![]()
Fábio
disse:
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Pessoal, Gostaria de saber se há estudos sobre as emissões dos motores funcionando com óleo puro e sua toxidade comparativamente ao disel mineral. Creio que deva ser um ponto importante a ser analisado, afinal de contas a substituição do disel mineral por óleo vegetal se justificaria pela adoção de combbustíveis renováveis e menos poluentes. os estudos a que tive acesso (University of Missouri) não trabalham com óleo vegetal puro e, portanto, não esclarecem a questão. De acordo com os entendidos, há emissão de acroleína e outras substâncias bastante tóxicas. Seria extremamente importante que se realizasse um estudo sério e isento nesse sentido. 1
|
| Prezados, Considerando este ser um fórum de relexão, coloco um assunto em discussão. Como é sabido, na década de 80 houve tentativas de utilização de álcool nos motores diesel. Para tornar isso possível, foi necessário aditivar o álccol, de forma a melhorar o índice de cetano. Além disso, os problemas encontrados foram a baixa lubricidade do álcool (resolvido com aditivo) e o consumo excessivo (70% maior que o diesel para as mesmas condições, de acordo com testes realizados pela SCANIA no Brasil em programas-piloto em 1997). Ocorre que o álcool é extremamante vantajoso sob o ponto de vista do rendimento energético no Brasil (relação output/input maior que 8). Já para as culturas de soja e mamona, de acordo com a literatura especializada, a relação não passa de 2. Os problemas na utilização de álcool seriam a necessidade de aditivo (geralmente é importado)e o consumo elevado. Com uma estrutura de preços compatível, creio que a utilização de álcool nos motores disel no Brasil não deveria ser descartada. Gostaria de uma avaliação sobre este tema. Ats, Fábio 2
|
| Resposta é simples: 1° Rendimento de motor otto é inferior ao diesel. 2° Poder calorifico inferior do alcool é muito inferior ao Diesel (1,7 vezes) Resumo: se um motor diesel faz 100km com 40 litros de diesel um motor a alcool só usando a reção n°2(considerar o alcool ser queimado em motor diesel) ele precisará de 68 litros de alcool Se trocar o motor por um motor ciclo Otto você precisrá de 99,99 litros de alcool. Agora é so ir no posto e ver o R$/litro, e poderá ser notado que o preço do alcool para começar a ser viavel tem que ser muito baixo e ainda analizar o retorno do investimento com o novo equipamento(vai custar mais caro que original). 3
|
| Concordo com os números, porém cabem alguns esclarecimentos: 1) Não há diferença no preço dos equipamento (o motor é o mesmo diesel: dados da SCANIA); 2) Consumo e Rendimento termodinâmico não são a mesma coisa. Seria a mesma coisa que dizer que o carro a álcool tem menor rendimento termodinâmico, porque consome mais. Na verdade, o motor a álcool tende ter maior rendimento (em função da maior taxa de compressão). Logo, apesar do maior consumo, teríamos o mesmo rendimento termodinâmico. Se considerarmos que a utilização do óleo vegetal em larga escala, de duas uma: ou a qtde produzida aumenta exponencialmente ou os preços não serão esta moleza que se observou nos leilões do biodiesel; 3) Por último, a utilização de óleo vegetal de forma maciça no país não se viabiliza com o rendimento energético da ordem de 2, como é o caso da soja hoje, sob pena de trazer riscos à segurança alimentar. Volto a insistir, apesar de parecer óbvio, a questão merece mais reflexão. Ats, Fábio fabiocoelhob@hotmail.com 4
|
| 1) Tem que subistituir alguns componetes pois o alcool corroem varios elementos do motor. 2) Motor a alcool(taxa entre 6:1 e 12:1) tem menor taxa de compressão do que o diesel(Motor de ignição por compressão - entre 16:1 e 20:1), e por isso um a alcool rende menos que diesel, basta comparar com alcool com um a gasolina, o a alcool consome mais combustivel. 3)Como vai imperir a auto-detonação do alcool quando a taxa de compressão for maior que 12:1? r: aditivo caro a base de chumbo, que altamente poluente, esse é um dos principais motivos para usar uma porcentagem de alcool na gasolina. Como vai ter a ignição do compustivel? r: vai ter que por vela no motor diesel, que é muito dispendioso se manter o sistema de injeção diesel. 4)Se tentar misturar alcool com diesel, se ficar muito tempo parado no tanque agua se separa do alcool e causa problemas no sistema de injeção, por isso usam um aditivo que tambem é muito caro. Resumindo, não é simples fazer com baixo custo, pode ser feito, mais vai sair muito caro e consumir muito combustivel (no minimo 1,7 vezes). 5
|
| E esqueci de falar que a scania usou diesel 88% , alcool anidro 10% e aditivo(não poluente) 2%. E fez modificações no motor para usar o alcool, que encareceu em 10% o preço do veiculo. 6
|
| Ainda bem que existem interessados técnicamente no assunto! Quem ganha com essa discussão somos todos nós... a meu ver tanto o Teco quanto o Fábio tem susas % de razões; Parabens aos dois. 7
|
| Prezados Companheiros, estou fazendo um estudo em utilizar óleo vegetal para lubrificação automotiva e industrial. Gostaria de saber se alguns dos companheiros teriam conhecimento de material publicado a respeito. Atualmente, estou trabalhando com óleo vegetal cozido com vários tipos de viscosidade do tipo ISO VG do 32 até 30.000 cSt. 8
|
| Para aqueles interessados nas características do Motor Ciclo Diesel a Álcool, seguem suas especificações, obtidas junto ao Deptº de Vendas da SCANIA: DSI 1101 Motor ciclo Diesel Combustível Alcool Hidratado Aditivado(Aditivo* participa em 5% em Volume) Potência (cv/ rpm) 260/2000 Torque(kgf.m/rpm) 114/1000 Cilindrada(dm3)/ Número de Cilindros 11,0 / 6 Taxa de Compressão 24:1 Sistema de Injeção Mecânico Emissões Euro III Rotação de Consumo Mínimo (rpm) 1600 Faixa Econômica (rpm) 1450-1700 Faixa Verde (rpm) 1300-1800 Velocidade de Rot.Cons.Mínimo (km/h) 63 Velocidade-Faixa Econômica (km/h) 57-67 Velocidade-Faixa Verde (km/h) 51-71 Velocidade Final (km/h) 79 Como se pode observar, o motor trabalha com álcool misturado na base de 5% em volume com aditivo. Esse aditivo é importado, porém já há tecnologia nacional para produzi-lo (o objetivo é aumentar a lubricidade e o índice de cetano). As principais alterações são ajustes nos bicos injetores e alteração do sistema de catalizadores. Porém, a difernça de preço era muito grande (talvez por uma questão de escala de produção). Quanto ao motor que trabalha com mistura de álcool e diesel, já ouvi falar, mas não tenho informações sobre suas caracteríticas. O motor da SCANIA (Ciclo Diesel com etanol) já vem sendo utilizado com relativo sucesso na Suécia (Segue um resumo em inglês sobre o assunto. Não é tão recente, mas vale pelo conteúdo tecnológico): Half of Scania's Swedish city buses run on ethanol http://www.scania.com/news/press_releases/press_10197.asp 9
|
| falta a principal informação: 1 - km por litro 2 - Custo desse novo motor 3 - Roda a diesel tambem? ex. flex? 10
|
| E impressionante ver como esta se redescubrindo invençoes de mais de 100 anos atras! O motor diesel fue criado a base de oleo puro vegetal! O motor eletrico com 400 km de autonomia num modelo esportivo, baseado sobre uma invencao do genio TESLA,tambem 100 anos atras, que fue esquecido ate hoje na historia scientifica.Conclusao, o lobby Petroleo, consegiu muito bem enganar o mundo todo durante mais de 100 anos, existe sim varias alternativa ao petroleo, mais o que preocupa os governos é que muitas das alternativas escapam do controle do pagamento de taxas.O papo é falar que precisa ter normas et padronisaçao!!! Ora, nimguem quer fazer experimentos para destruir seu motor.Vamos botar os pesquisadores para padronisar o oleo vegetal para carros e adaptar o carro ao oleo vegetal.Hoje na França, na alemanha existe milhares de carros funcionando com oleo vegetal refinado, basta o pessoal ir pesquisa em google e podera comprovar o quanto na Europa o movimento para uso de oleo vegetal é grande.Consulte www.oliomobile.org 11
|
| O consumo médio dos motores foi de 1 Km/l em tráfego misto (vias não segregadas. De acordo com o fabricante, os seguintes fatores contribuíram para o consumo elevado: "No Brasil o consumo dos dois ônibus excederam este parâmetro devido a algumas características que diferem do perfil do ônibus representativo da frota nacional. · Motor de 11 litros de elevada Potência e Torque · Caixa Automática de 3 velocidades (as marchas mudam s/ a interrupção total da força de tração) · Carroceria de Aço c/ Estrutura Reforçada (11.600 kg)" O preço do ônibus é em torno de 10% maior que o similar diesel. Quanto á flexibilidade, acredito que para se tukilzar diesel dependa de pequenos ajustes, como avanço de injeção, etc). Com o advento dos sistemas SFS (utilizados nos motores Flex, acredito que estes ajustes poderiam ser feitos automaticamente. 12
|
| Prezados colegas, em atenção aos comentários anteriores, gostaria de expor o seguinte fato: àlcool e diesel não são miscíveis, mas ante a adição de um aditivo(ÉSTER (BIODIESEL)), sob determinada proporção, se tornam miscíveis. Acredito que todos saibam que biodiesel é miscível em álcool, etílico ou metílico(esquece esse), e o BIODIESEL, também é miscivel ao diesel, então da pra juntar os três, em proporções balanceadas. Eu não sei de nada, mas pra quem ja domina a produção de BIODIESEL, imponha gradativamente uma porcentagem de álcool etílico, e ponha em um motor pra fazer ensaios, e verá que funciona muito bem com uma proporção grande de álcool, até hidratado! O rendimento geral baixa, isto é, o consumo aumenta, mas pra quem tem condições de produzir seu biodiesel, e produzir também seu álcool, em uma micro usina, isto aponta para uma possível independência energética. Com relação ao BIODIESEL, eu sugiro a conversão apenas de matéria prima, que se inviabilizem usar diretamente no motor (previamente adaptado é claro), como sebo bovino, por exemplo. Da forma como as coisas tem se encaminhado, a produção de BIODESEL, se concentrará em grandes grupos, e o HBIO estirpará o restante da matéria prima disponível. carloagj@hotmail.com 13
|
| Então, isso que estava falando, o consumo é de 1km/l, se fosse de 2,5km/l como é no diesel, eu teria trocado a minha frota, tenho estudos sobre o assunto e é isso o porque de não decolar o projeto do alcool em motores ciclo diesel. 14
|
| Acompanhando os diferentes comentários sobre a utilização do óleo vegetal puro, como combustível único em motores movidos a diesel, pergunto. Por que não se contrata uma pesquisa isenta , feita em Universidades de renome aqui no Brasil, onde fariam a avaliação técnica isolada e comparativa com os motores atuais movidos a diesel. Isto não deveria ser de outra forma, pois os interêsses econômicos são enormes. Tais pesquisas seriam feitas em uso contínuo e forçado para que pudéssemos avaliar não só o desempenho mas também a vida útil dos motores. Tais ensaios deveriam abranger os diferentes motores fabricados no Brasil, atualmente usados em e veículos e em máquinas agrícolas, além dos estacionários para os diferentes fins. O prazo não seria grande para termos um relato técnico e confiável. Paralelamente a isso o Governo também deveria estar preparado para flexibilizar o uso do óleo vegetal por quem desejasse. Esta é a minha opinião e a certeza de que o resultado seria muito bom sob vários aspectos. Para que os testes fossem também comparativos, deveriam ser efetuados simultaneamente em motores de cada fabricante alimentados de forma diferente e com algumas alternativas de óleos vegetais,para que fossem examinados a cada ciclo definido. Deveria ser dado acesso às equipes técnicas de cada fabricante em todos os procedimentos dos ensaios,podendo e devendo ao final , firmar os relatórios das pesquisas feitas em motores de sua fabricante, para que não deixasse a menor dúvida nos resultados encontrados. Desta forma o usuário também estaria esclarecido e protegido na escolha de sua utilização. Estas são as sugestões que faço, para evitar polêmicas, que muitas vezes acobertam enormes interêsses, e tamném para chegarmos o mais rápido possível a uma definição técnica e tecnológica. Atenciosamente José H.S.Perez 15
|
| Esse estudo ja foi feito por varias universidades da Alemanha, a norma DIN 51605 "Qualidade do óleo vegetal para motores diesel" tem o simbolo da melhor universidade da Alemanha ( Hohenheim ). 16
|
| É muito louvável a iniciativa do governo lula de explorar em alta escala, o óleo vegetal como combustível para motores ciclo Diesel. A idéia é velha, tenho um jornal guardado dos anos 80 a 90 de mecanicos donos de caminhões Diesel, fazendo teste de uso de óleos vegetais e aprovando o uso. Testes dá época foram feitos em motor 352 dos caminhões Mercedes Bens e no motor Detróit 4 cc 2 tempos no Ford F 7000 e Chevrolet D 60. O maximo que conseguiram foi a publicação em um pequeno jornal local. Para quem não sabe, o 1º motor ciclo oto construido por volta de 1810, funcionou com álcool até que se veio a destilar gasolina do petróleo. É mais ou menos como a história de Rudolf Diesel que colocou querosene por engano em um motor ciclo oto, claro que tomou um contra no braço por ter colocado um combustível detonante em um motor de ignição. Mas a genealidade de Diesel em desenvolver a bomba injetora e o bico injetor auxiliado por um relojoeiro, lhe trouxe á glória e muito dinheiro. Quando apresentou a Cummins a sua descoberta, ou invento, modificou a história da industria que usavam motores a vapor que consumia 70% e devolvia 30% contra o antiquado motor a oleo[ querosene e óleos de muito baixa viscosidade, batizado como Diesel em memória do inventor. Leia a história e trajetória de Rudolf Diesel disponivel em varios sites da internet] Bem, alguem deve estar se perguntando, pô, disso que esse cara falou eu sei. É, fico eu pensando, quanta genealidade deve aver em inventores de fundo de quintal e engenheiros no brasil, que com governantes mediócres e corruptos não dão a merecida chance com feiras de exposições gratuitas e crédito a tais. Se começar a ler sobre sobre descobertas e invenções, vai ver que os inventores e descobridores eram na sua grande maioria, pessoas simples e de pouca renda. Temo por Guy Nègre, inventor do motor MDI a ar comprimido para autos. Um carro quase como um animal, usa ar dá atmosfera, com uma diferença, no escape o ar que sai, é mais puro que o que entra. É, parabens para os governantes do Brasil, se inventar um carro movido a conversa fiada, corrupção e claramente dizendo, Ladrões. No Brasil vai sobrar combustível, só os 3 poderes abasteceria o Brasil e pequenos continentes como América do sul, do norte, África e Europa. Abre o olho Hugo Chaves. Luiz. 17
|
| Cumprimento a todos os pensadores e interessados neste importante assunto e coloco uma questão: Leio dezenas de artigos, entrevistas e teses a respeito do biodiesel, mas não tenho visto nenhuma consideração sobre uma questão vital para o equacionamento do biodiesel como futuro dos motores ciclo Diesel: " e o controle das bactérias que se multiplicam neste meio rico em matéria orgânica e que acabam por formar aglomerados que acabam por obstruir os filtros e tubulações?" Saudações ao mestre Fendel. Abraços. Armando. 18
|
| Biodiesel é conversa para quem não tem o que fazer e promover políticos, se o programa fosse sério não se falava em biodiesel e sim em biocombustível. A seriedade do programa deveria começar com pesquisa da oleaginosa mais produtiva e incentivo produÃǃo de motores a Ãleo vegetal para as mӃquinas agrCcolas, evitando a dan̓a de rato do vai e vem do combustǃvel que sai da origem, vai at̓ a distribuidora e volta Ƀ origem para ser consumido, aumentado custo e consumo de diesel. No fim das contas, não é um programa para diminuir o consumo do diesel e fazer inclusão social? O óleo vegetal puro como combustível cumpre perfeitamente este papel, então porque esta complicação? Interesses... Os beneficiários deste programa estão sendo prejudicados, iludidos por falsa promessas e contratos fraudulentos, haja vista o abandono de plantação no Piauí queima de mamona na Bahia e falência em Minas Gerais. A falta de seriedade em negócio não funciona. Não é mesmo! Carlos Alves de Souza Logset@sti.com.br 19
|
| Devemos continuar defendendo o desenvolvimentos dos Motores a Combustão Interna mais Eficientes. O Motor Diesel pode ser adaptado para funcionar tão bem com Óleo Vegetal ou até mesmo melhor do que com Diesel. Recentemente há várias informações que Motores Diesel estão sendo adaptados para funcionar com o ETANOL NACIONAL - nisso a Queda de Braço não é favorável à PETROBRAS e outras MULTINACIONAIS DO PETRÓLEO. MISSAO TANIZAKI Fiscal Federal Agropecuário Bacharel em Química missao.tanizaki@agricultura.gov.br Esplanada dos Ministérios, Bloco “D”, Sala 346-B, Brasíla/DF TUDO POR UM BRASIL / MUNDO MELHOR 20
|