Comunidades irão testar equipamento para produção de biodiesel |
|
|
| segunda, 16 abril 2007 . Embrapa | |||||
|
O craqueador de óleo vegetal para produção de biodiesel, desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, está pronto para ser validado pelos agricultores familiares. Em reunião técnica realizada na Sede da Embrapa, em Brasília/DF, a equipe responsável pelo protótipo começou a discutir as próximas etapas do processo. “O aprimoramento técnico do aparelho foi alcançado e já é possível partir, com segurança, para a etapa de validação junto às comunidades”, assegura o gerente-geral da Embrapa Transferência de Tecnologia (Brasília/DF), José Roberto Rodrigues Peres, que coordenou a reunião técnica. Segundo Peres, a Embrapa já deu início à busca por parceiros, no Entorno do Distrito Federal, para a fase de validação pelos agricultores familiares e assentados da reforma agrária. Inclusão - O equipamento tem atraído a atenção de diretores e técnicos de empresas de assistência técnica e extensão rural, dentro e fora do Brasil, por viabilizar a inclusão social de pequenos agricultores e de comunidades isoladas. A máquina pode produzir até 800 litros de biodiesel a partir de plantas como o dendê, soja e mamona, transformando a matéria-prima dentro da propriedade para movimentar tratores, equipamentos de irrigação e motores de barco, geradores de energia, por exemplo. As estratégias de inserção do craqueador no mercado estão sendo estudadas e somente após a adaptação do protótipo pela indústria será possível estimar o custo do equipamento, informou o gerente Peres. A reunião técnica realizada na Embrapa Transferência de Tecnologia no dia 20 de março último contou com as presenças dos pesquisadores da UnB, Paulo Suarez, e da Embrapa, Décio Gazzoni e Elias Freitas Júnior. Valéria Costa Textos Relacionados:
![]() Comentarios (2)
![]()
Fausto Ribas Chadi
disse:
|
|||||
| Gostária de saber, porque não liberam o projeto que a UNB e a EMBRAPA, realizaram na obtensão do Biodiesel por CRAQUEAMENTO, já que este projeto não utilizamos metanol ou etanol? 1
|
| Gasta-se mais do que se obtém, eis um bom motivo - não é que não esteja "liberado" Só vale a pena usar o sistema de craqueamento onde o óleo diesel custar acima de R$ 4,00/litro como por exemplo dentro da Amazônia onde encarece devido ao frete de transporte até o local. Além disto no local terá que ter algum óleo vegetal, por exemplo de dendê e LENHA, muita lenha para queimar e obter a energia necessária ao craqueamento,que não é pouca... Abs, telmo heinen @yahoo.com.br 2
|