Brasil Ecodiesel - A história de Santa Clara |
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| segunda, 28 abril 2008 . . | |||||||||
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Criado em 2003, o Núcleo Santa Clara, em Canto do Buriti, possuia uma área de 53 mil hectares e 20 núcleos residenciais com 35 casas em cada núcleo dispostas em círculo. Mas hoje o projeto está longe de alcançar as metas almejadas e convive com uma série de problemas. O texto acima é apenas uma breve introdução. Para ver esta página completa clique aqui e seja assinante. Já é assinante? identifique-se no alto desta página.
![]() Comentarios (4)
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Telmo Heinen
disse:
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| Elogios demais, euforia demasiada, ambição excessiva - olha o que aconteceu! O mercado, assim como a natureza, quando agredido ou violentado, não se defende. Se vinga...!" Parece que a hora da vingança chegou... A ... tarda mas não falha! 1
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| Prezado Sr. Telmo Tenho sempre lido e acompanhado seus comentários, na maioria das vezes, procedentes e bastante competentes, em diversos assuntos.Devo complementar que tive a oportunidade de participar da implantação do projeto, não só com colaborações técnicas, mas tambem por acreditar no mesmo(e que ainda acredito). Muito embora tenham acontecido muitos problemas, que até escaparam da nossa alçada(climáticos e humanos), posso lhe afirmar que, durante o tempo em que pude trabalhar na Brasil Ecodiesel- me afastei por problemas de saúde-só tive testemunhos da boa intenção da Empresa e principalmente do então presidente da mesma, Dr. Nelson Silveira, como tambem dos governos federal, estadual e municipal, no sentido de que tudo desse certo. Nunca mais voltei lá em Santa Clara, mas acompanho na mídia o que por lá acontece e verifico várias opiniões divergentes. Como humilde sugestão, no sentido de que o projeto tenha um bom resultado, principalmente levando em conta os altos recursos financeiros que foram disponibilizados por parte da Brasil Ecodiesel e , eventualmente dos governos e ainda a boa intenção dos se se dispuseram a participar do mesmo como integrantes/participantes/moradores ou melhor ainda, trabalhadores,não seria então o momento de convocar os orgãos e pessoas, contrários ou a favor, juntamente com representantes da empresa e dos moradores do projeto e ainda com a presença do Ministério Público, para que se possa de uma vez por todas elucidar tais polêmicas, que do jeito que andam, em nada contribuem aos objetivos do projeto, tanto de seus idealizadores como de seus usuários? O Sr, vê possibilidade/viabilidade de , se concordar com a idéia, coordenar tal debate ou melhor, encontro? Caso precise de algum colaborador nesse sentido, me coloco à disposição. Em tempo: lembro-me que a área em questão, era um projeto abandonado de plantio de cajú e pastagens e que com a vinda da Brasil Ecodiesel, a ocupação da terra, o aumento da população rural e a alavancagem do comércio local( Canto do Burití, Bom Jesus, Cristino de Castro, Eliseu Martins, São Brás, São Raimundo Nonato e outros), muito se desenvloveu a região, de formas direta e indireta. Atenciosamente Ricardo Monteiro 2
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| Senhor Ricardo Monteiro, agredeco seu atinado comentário, nota 10. Nos brasileiro, temos a mania de sempre achar os projetos invadores é bom que nao de certo para o jubilo daqueles de pouca ousadia e criatividade. A Brasil Ecodiesel e os Governos do Estado e Federal pelo menos tentararam,e, acho mesmo que a sugestao de Vossa Senhoria bem que podria ser aceita para o bem de todos. Cordiais saudacoes, Debrair 3
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| Para provar o que já se sabia, aliás muitos sabiam, outros nem tanto, até hoje! Tentaram... A pergunta a fazer era óbvia. Por quê o povo já não plantava mamona quando o óleo era mais caro do que nesta época, simplesmente porque o Lula disse que dava para fazer biodiesel ? Nada derruba esta afirmação: ~"O melhor óleo para se fazer biodiesel é o óleo que estiver mais barato"~ Para mudar este paradigma, só com subsidios. E, com culturas perenes... Eu imaginava que o Selo Combustivel Social tinha esta finalidade. Aliás, eu acha uma alternativa neste sentido, válida até hoje. Todavia os "Poetas" que andam no TRECHO são muito ignóbeis. Pelo mecanismo vigente, a Fábrica tem um crédito de 21,8 centavos ou 14,8 centavos por litro mas em contrapartida gasta mais que isto no fomento à cultura, portanto é anti-econômico. A isenção teria que ser válida para uma parcela de óleo além daquela originada pela Agricultura Familiar. Fora disto vamos assistir fracassos continuadamente. É balela o MDA dizer que 95 mil familias cultivam 595 mil hectares que nem a CONAB, nem o IBGE detectam em seus levantamentos, onde está a localização desta áreas? Quem sabe aqueles satélites "PRODES" e "DETER" que enxergam até desmatamentos inexistentes na Amazônia o INPE poderia aproveitar mandar localizar estas lavouras do Selo Combustivel Social... Mais de meio milhão de hectares... é muito hectare minha gente para a CONAB e o IBGE não constatarem nada!!! At, telmo heinen@yahoo.com.br 4
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