Cultivo de mamona desagrada a agricultores |
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| segunda, 09 abril 2007 . . | |||||||||||||||||
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Jenelicio Rocha :
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Vamos platar e o governo garante Seria, repetir o que deu certo na expanção do cacau, principalmente no sul da Bahia. O cacauicultor já vendia sua safra ou parte desta com um ano de antecedencia, seis meses e outros prazos. Todos nós sabemos como funciona bem essa parceria, adianta os recursos, com as garantias que lhe convier e compromete a venda, que tal fazer o mesmo com a mamona, pinhão mansso, girasol e outros produtos oficiais do biodizel, vamos ser Brasil gente !!!! Bem antes que chegue os chineses, e outros de visão e dinheiro na mão. |
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biodiesel apesar de nao ter condisao financeira para ser assinante, me interesso muito pelo revolucionario bio combustivel. gostaria que sempre que possivel que me mandasse coisas para que posso estar bem informado. sou da cidade de Juiz de Fora , aqui tem como realizar um progeto incrivel... |
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Sobre investimento Gostaria de Parabenizar a iniciativa do site, pois atualmente o governo ainda não nos deu muito incentivo p/o trabalho com o Biodiesel. Possuimos alguns hectares de terras e estou estudando uma forma de tornar estas terras propícias p/cultivo de algum tipo de materia prima p/o Biodiesel. Infelismente o governo federal não nos dá muito incentivo. Acho q o interesse está em trazer novas empresas de fora e não em investir nas comunidades locais. Fica aqui o meu desabafo. Márcio Sousa |
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... Lamento informar que estamos abandonando um projeto de plantio de mudas de Pinhão Manso para venda e disseminação dessa cultura voltada à produção de biodiesel na região tocantina maranhense, bem como cessando drásticamente um programa de divulgação e informação técnica a agricultores e cooperativas rurais através de palestras e mídia regional. A paralização se deve pela ação truculenta, irresponsável e inconstitucional da DRT do Maranhão através de um tal GRUPO MÓVEL que, escoltados por policiais federais brutos e fortemente armados, anda aprontando abusivamente no interior do Pará e Maranhão em nome da CLT. Estão praticando atos de terrorismo que ferem os mais elementares princípios do direito, invadindo propriedades particulares sem mandato, confiscando bens, prendendo proprietários e gerentes e cerceando o direito de defesa aos proprietários. Dão crédito a qualquer denúncia infundada de peões mau-caráter, agem com truculência descabida, forjam situações de ilegalidade, e nos impõem constrangimentos e danos morais irreparáveis, além de pesadíssimas, desproporcionais e impagáveis multas. Estamos acionando o Governo na justiça, mas aonde está o nosso ânimo para continuar um empreendimento ? Não levam em conta a realidade social e laborial das regiões isoladas do interior do Brasil onde o progresso ainda não chegou e as condições de vida não são iguais as da cidade ou mesmo de regiões onde se pratica a agricultura comercial. Por que as DRTs não fiscalizam as condições subhumanas dos assentamentos do MST mantidos (com o nosso dinheiro) pelo governo federal? Ali,sim, encontrarão gente vivendo igual a prisioneiros de campo de concentração. E o pior é que o MST e as "instituições-carrapato" sugam as verbas do governo e pouco aplicam delas ou então desviam para eleger políticos ou manter sua casta de poder senhorial. Como será possivel ao pequeno empreendedor ou mesmo à agricultura familiar investir em pequenas áreas cultivando oleaginosas para o biodiesel, tentando fortalecer a economia dos municípios de vocação agrícola mas que sobrevivem apenas da cultura de subsistência ou do pagamento de pensões e aposentadorias com as DRTs no pé do pequeno impondo uma legislação trabalhista retrógrada e que não respeita os contratos e acordos realizados de forma direta entre trabalhador e empreiteiro? Por que desconhecer que existe uma economia informal que é a responsável pela metade do PIB desta nação? É exatamente devido o excesso de regulamentação e a falta de cumprimento a acordos e contratos no Brasil é que, apesar dos bons números da nossa economia, os investidores temem em investir no Brasil. A propósito, o cultivo de mamona pela agricultura familiar para fins combustíveis é mais uma utilização dos pobre coitados agricultores como massa de manobra e de marketing governamental para aparecer bem na foto aos olhos da comunidade internacional. Vejam o fracasso da experiencia em Ireçê-BA e outros mais. Somente uma oleaginosa cujo cultivo apresente uma série de variáveis positivas tais como ser perene, de alta produtividade, baixos custos de manejo, boa resistência às pragas, fácil reprodução e propagação, alta resistência à insolação, alto valor comercial e etc, pode trazer perpectivas de lucro razoável para o pequeno agricultor. O Pinhão Manso, com certeza, está na cabeça da fila (para o nordeste, serrado e semi-árido) enquanto que a soja e a mamona ficam na rabada. Tenho dito! |
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