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Algas podem ser o combustível do futuro

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Para muitos moradores que tem uma piscina em casa, ela não é mais que uma coisa verde e viscosa que se prende aos azulejos.

Só o pensamento de que elas poderiam se espalhar rapidamente faria os moradores correrem para as lojas para comprarem mais produtos químicos.

Mas algas crescendo exponencialmente e absorvendo vastas quantidades de CO2, está sendo anunciado como uma resposta aos gases do efeito estufa e como uma fonte de biodiesel e etanol.
 
As algas absorvem dióxido de carbono e liberam oxigênio no processo de fotossíntese. As algas são misturadas com óleos que podem ser usados para...

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Comentarios (9)add comment

Osmar Borzacchini :

Algas podem ser o combustível do futuro
As algas são muito mais importantes do que se anuncia na mídia, são responsáveis por exemplo por grande parte da transformação do CO2, tão importante como as florestas tropicais na função da renovação do ar nosso de cada dia. Só temos que tomar o cuidado de não promover a devastação do ambiente marinho.
 
27.10.2006 - 09:51
Votos: +5

Valentim Calenzani :

Energias renováveis
Como professor de Tecnologias em geração de energias, a cada dia que passa fico mais entusiasmado com os investimentos do Brasil na geração de energia renovável.

É notório que o nosso país tem tudo para ser uma grande potência no cenário mundial, naquilo que diz respeito à produção de energias renováveis.

Parabéns!

Valentim Calenzani
 
27.10.2006 - 13:18
Votos: +4

Maurício de Oliveira :

Eficiência no aproveitamento de recursos renováveis !
Acredito que as algas possam vir a ser uma fonte alternativa para a produção de energia, porém a utilização destas deve ser discutida com muito cuidado, pois poderá acarretar em uma extração agressiva ao meio ambiente, pois antes de se pensar em produzir combustível devemos pensar no papel muito mais importante que estas desempenham na absorção de CO2, já que o nosso país dispôe de grande oferta de matérias primas muito mais viáveis e menos prejudicias ao meio ambientes que as algas, como é o caso dos grãos oleaginosos que são exportação de forma bruta sem agregação de valor oque poderia ser muito mais interessante ao país e a nossa sociedade pois é uma forma de geração de renda e empregos, o que poderia ser facilitado com políticas públicas mais eficientes.

Maurício de Oliveira

Eng° Agr. Mestrando em Ciência e Tecnologia Agroindustrial
 
15.11.2006 - 17:11
Votos: +1

Telmo Heinen :

Algas parecem ser uma boa...
Algas parecem ser uma boa... aliás como qualquer coisa que retire CO2 da atmosfera e use como energia a luz solar são possíveis fontes de energia renovável.
Resta saber, sobre qual substrato... se dará este milagre.

Abs, telmoheinen@yahoo.com.br
 
16.11.2006 - 21:52
Votos: +3

PONTES :

somando sempre
micro algas é tao viavel que nao precisa nem produzir oleo para fabricação de biodiesel basta somente cria-las para gerar creditos de carbono junto aos paizes de primeiro mundo .Sabemos que todo o oxigenio gerado neste planeta 60 % é de origem nas micro algas oceanicas a questao é como justificar para o mundo que a alemanha um pais do tamanho do estado do piaui é o maior produtor de biodiesel do mundo quando na verdade é a africa que o produz, a meu ver existe muita controversia em questao. outro aspecto que assusta é o monopolio que tentam fazer das informaçoes imaginem a nossa petrobras que eu ajudei a montar esta fazendo pesquisas secretas de produçao de biodiesel com micro algas. querem mais existe um belo trabalho aqui no nordeste deste brasil http://www.fazendatamandua.com.br/jt-fev05.htm aqui bem pertinho na paraiba vale apena ver fantastico mesmo grato PONTES
 
18.02.2008 - 08:39
Votos: +2

PONTES :

...
elejo a sua sabia pergunta como uma das mais sabias do mes, meu amigo telmo qual substrato se dara o milagre... a resposta esta em um sistema autosustentavel desenvolvido no sertao da paraiba por uma faculdade de santa catarina onde a agua da regiao não dava pra beber e nem fazer irrigação ... mais la agua salobra é igual a ... agua potavel piscicultura hidroponia e produçao de micro algas ... muito interessante pois é possivel e ja realizado. em http://projeto.fontedagua.certi.org.br/projeto/ muito grato PONTES
 
18.02.2008 - 08:51
Votos: +1

Hudson crizanto :

Micro algas
caros amigos , a produção de algas microscopicas é simples , não é extração de ambientes marinhos ou rios , é simplesmente fertilizando qualquer tanque com nitrogenio e em poucas hora sjá começa o processo natural de etrofisação é simples basta olhar uma lagoa poluida a cor da água verde é puramente algas , estas que serao filtradas e processadas para transformação em biodisel , é a maneira mais limpa que existe , imaginem em um hectare de tanque o que se pode produzir de algas com controle ee seleção de sepas , é a revolução de combustiveis alternativos , para o conhecimento de alguns , existe mais de 01 milhão de variedades de algas na natureza e algumas com um bom potencial de produção de oléo , são microscopicas como bacterias, quando a sua piscina fica verde iss são algas é este processo natural que temos que explorar .

espero ter comtribuido com a minha simples explicação de leigo
 
10.06.2008 - 21:37
Votos: +1

Prof.Hans-Jürgen Franke :

...
PRODUÇÃO DE ETANOL COM ALGAS
UMA RESPOSTA À AMEAÇA DE PEAK-OIL & OIL-CRASH

O Prof. Pengcheng "Patrick" Fu da Universidade de Hawaii (EUA) desenvolveu uma tecnologia inovativa, produzindo em escala etanol com cyanobacterias modificadas (blue-green-algae). Esta fonte nova de etanol não entra em conflito com a produção de ração e de alimentos e consome ainda CO2 no seu cultivo no sistema de photo-bio-reator de baixo custo, usando a luz solar.

Fu já desenvolveu cepas de cyanobacterias, que produzem etanol como resíduo e ganhou uma patente mundial com a sua invenção.

O teste no laboratório de biotecnologia em Hawaii utilizou photo-bio-reatores (PBR) com luz artificial e com luz solar. O sol funciona melhor, diz Fu. Transformando um resíduo em uma coisa útil é uma solução importante. As “blue-green-algae” necessitam somente sol e como nutrientes também um pouco açúcar, especialmente à noite no período sem insolação, usando o resultado da produção tradicional de cana, um pouco melasse. Assim temos uma solução interessante para a indústria do setor sucroalcooleiro.

Brasil e outros países tropicais ganham deste modo uma segunda opção, processando o etanol com o novo feedstock micro-algae. Assim cana de açúcar & algas podem atender juntos a grande demanda de etanol do mercado mundial. A produtividade de algas por hectare é no mínimo 10 até 20 vezes maior do que o rendimento da cana, dependendo só da verticalização do cultivo da altura do sistema de photo-bio-reatores verticais. Assim o Brasil poderia produzir mais e mais etanol, usando menos espaço. A produção em massa de etanol com algas poderia ser realizada em grande parte no Nordeste do país, perto dos portos marítimos, estimulando assim a capacidade de exportação desta região carente.

Um projeto nacional de produção em escala de etanol com algas seria um desafio, que necessita um projeto de Parceria Pública e Privada (PPP), envolvendo o Governo Federal, EMBRAPA, CTC – Centro de Tecnologia Canaviera, UNICA e Usinas de Álcool e Açúcar, bem como entidades como OCB e REDENET – Rede Norte e Nordeste de Educação Tecnológica e principalmente universidades, especialmente centros de pesquisa de algas (como o LABIOMAR da UFBA e o Setor de Bioenergia da FTC, ambos em Salvador).

A tecnologia da empresa La Wahie Biotech vai ser ajustada agora para preparar uma planta experimental com alto rendimento, uma BIOFÁBRICA DE ETANOL DE ALGAS, um desafio técnico para o futuro próximo.

Professor Dr. Pengcheng Fu possui passaporte chinês e americano, foi convidado recentemente pelo Governo da China, de estruturar em Beijing um projeto piloto de etanol de algas. A equipe da empresa La Wahie Biotech Inc. em Hawaii coordena ações da matriz da empresa start-up e de uma ONG criada, da FUNDAÇÃO LA WAHIE INTERNATIONAL.


No Brasil está em fase de implantação uma filial em Aracaju-SE; representante é o Professor alemão Hans-Jürgen Franke, especialista em bioenergia.

Fu começou a formação em engenharia química, depois continuou com biologia. Ele estudou na China, Austrália, no Japão e nos Estados Unidos.

Ele trabalha também com a NASA, pesquisando o potencial energético de cyanobacterias para futuras colonizações na Lua e no Marte. Recentemente a empresa La Wahie Biotech ganhou avards e prêmios no campo de Pesquisa e Desenvolvimento. Daniel Dean e Donavan Kealoha, ambos estudantes da Universidade (law, technology and business) são parceiros de Prof. Pengcheng Fu.

Fu diz, que a produção de etanol na base de plantações do agrobusiness como cana de açúcar ou ainda milho é bastante lenta e gasta muitos recursos. Por esta razão ele optou para as cyanobacterias, que convertem a luz solar e o nocivo dióxido de carbono na sua alimentação e deixam como resíduo oxigênio e etanol.

Alguns cientistas pesquisam cyanobacterias para fabricar etanol, usando diferentes cepas. Mas a técnica de Prof. Fu é única. Ele resolveu inserir material genético dentro de um tipo de cyanobacterium, e agora o produto de resíduo é somente etanol, separado no circuito do sistema de photo-bio-reator através de uma membrana. Funciona muito bem, fala Prof. Fu.
O benefício é que a tecnologia de Prof. Fu começa produzir em poucos dias grandes quantidades de etanol com custo inferior do que técnicas convencionais.

O parceiro de Prof. Fu no Brasil - na representação da empresa La Wahie Biotech Inc. em Aracaju - Prof. Hans-Jürgen Franke – está coordenando o desenvolvimento de um sistema de photo-bio-reator de baixo custo. Prof. Franke vai articular agora projetos pilotos no Brasil.

Com o sequestro de dióxido de carbono (CO2) a tecnologia revolucionária de produção industrial de etanol de La Wahie Biotech Inc. serve ainda, para combater o aquecimento global.

Honolulo e Aracaju, 15 de Setembro 2008


Contatos:
•Prof. Pengcheng Fu – E-Mail: pengchen2008@gmail.com
•Prof. Hans-Jürgen Franke – E-Mail: lawahiebiotech.brasil@gmail.com

Tel.: 00-55-79-32432209
 
19.09.2008 - 21:06
Votos: +2

Paulo Roberto Moraes de Aguiar :

Alga - Algo a se incorporar
Como as evidências demonstram, o país que não tiver tecnologia estará ainda mais dependente no futuro. O Brasil deveria, em interesse próprio, associar-se a países interessados em parceria do tipo, bem como (interesse humanitário) dar um suporte tecnológico mínimo (pelo menos) aos países africanos. Eles (os africanos) têm muita terra e também podem decolar nesse negócio de alga.
 
20.01.2009 - 12:04
Votos: +1

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