Metas para os fabricantes estão ligeiramente superiores às definidas para as distribuidoras
O mercado de biodiesel vai ter que movimentar pelo menos 886,6 mil m³ nos primeiros meses de 2024. É esse o teto das metas de contratação de biodiesel que vão valer em janeiro e fevereiro do próximo ano. Os números foram divulgados nessa segunda-feira (04) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Eles estão 18,4% acima dos 748,8 mil m³ que definiram o teto das metas do 1B deste ano. Esse aumento está um pouco abaixo do que seria de se esperar considerando que nos primeiros meses deste ano a mistura que estava valendo ainda era o B10 enquanto no próximo ano teremos o B12 em vigor.
O mercado de biodiesel vai ter que movimentar pelo menos 886,6 mil m³ nos primeiros meses de 2024. É esse o teto das metas de contratação de biodiesel que vão valer em janeiro e fevereiro do próximo ano. Os números foram divulgados nessa segunda-feira (04) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Eles estão 18,4% acima dos 748,8 mil m³ que definiram o teto das metas do 1B deste ano. Esse aumento está um pouco abaixo do que seria de se esperar considerando que nos primeiros meses deste ano a mistura que estava valendo ainda era o B10 enquanto no próximo ano teremos o B12 em vigor.
As metas não são um limite absoluto para o mercado. Pelas regras do sistema de comercialização de biodiesel, elas representam – grosso modo – 80% da demanda projetada para seu período de vigência. Por esse critério, a demanda total do mercado deverá ficar por volta dos 1,11 milhão de m³.
Usinas terão metas maiores
Será o terceiro bimestre seguido com as usinas a frente das distribuidoras nas metas de contratação. Desde o 5B as metas do setor têm ficado um pouco maiores para as usinas do que para as distribuidoras.
A diferença é pequena. Pelas contas das ANP, as usinas precisarão ofertar 12,1 mil m³ – 1,4% – mais biodiesel do que as distribuidoras estão obrigadas a comprar, mas vem se alargando um pouco ao longo dos últimos bimestres.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com