O Sindicato da Indústria de Biodiesel e Biocombustíveis do Rio Grande do Sul (Sindibio-RS) teve seu pedido de registro sindical deferido pela Secretaria de Relações do Trabalho. A decisão foi publicada no Diário Oficial da última terça-feira (31).
O Sindicato da Indústria de Biodiesel e Biocombustíveis do Rio Grande do Sul (Sindibio-RS) teve seu pedido de registro sindical deferido pela Secretaria de Relações do Trabalho. A decisão foi publicada no Diário Oficial da última terça-feira (31).
Segundo o presidente do sindicato, Irineu Boff, o ato representa uma formalidade e não deve ter efeitos profundos sobre a atuação da entidade que foi fundada há três anos. “Após a fundação, nós já começamos a atuar como um sindicato patronal. Essa formalização é um trâmite legal e não muda a situação do sindicato”, explica o empresário em entrevista concedida à BiodieselBR.com.
Ainda de acordo bom Boff que é presidente a Oleoplan, o Sindibio-RS vai continuar representando os interesses dos fabricantes de biodiesel gaúchos. “Ele vai continuar atuando, defendendo, dentro do Rio Grande do Sul, as questões tributárias, trabalhistas, de logística, do Selo Combustível Social, entre outras demandas que surgirem”, disse.
O Rio Grande do Sul é o maior produtor de biodiesel do país concentrando 10 unidades produtoras de biodiesel totalizando uma capacidade instalada pouco maior que 2 bilhões de litros anuais – o segundo colocado é o Mato Grosso com 17 usinas e capacidade para 1,7 bilhões de litros. São 9 empresas produtoras de biodiesel com atuação no estado, das quais 8 são filiadas ao Sindibio-RS.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
O Sindicato da Indústria de Biodiesel e Biocombustíveis do Rio Grande do Sul (Sindibio-RS) teve seu pedido de registro sindical deferido pela Secretaria de Relações do Trabalho. A decisão foi publicada no Diário Oficial da última terça-feira (31).
Segundo o presidente do sindicato, Irineu Boff, o ato representa uma formalidade e não deve ter efeitos profundos sobre a atuação da entidade que foi fundada há três anos. “Após a fundação, nós já começamos a atuar como um sindicato patronal. Essa formalização é um trâmite legal e não muda a situação do sindicato”, explica o empresário em entrevista concedida à BiodieselBR.com.
Ainda de acordo bom Boff que é presidente a Oleoplan, o Sindibio-RS vai continuar representando os interesses dos fabricantes de biodiesel gaúchos. “Ele vai continuar atuando, defendendo, dentro do Rio Grande do Sul, as questões tributárias, trabalhistas, de logística, do Selo Combustível Social, entre outras demandas que surgirem”, disse.
O Rio Grande do Sul é o maior produtor de biodiesel do país concentrando 10 unidades produtoras de biodiesel totalizando uma capacidade instalada pouco maior que 2 bilhões de litros anuais – o segundo colocado é o Mato Grosso com 17 usinas e capacidade para 1,7 bilhões de litros. São 9 empresas produtoras de biodiesel com atuação no estado, das quais 8 são filiadas ao Sindibio-RS.
Cátia Franco – BiodieselBR.com