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Presidência da Câmara Setorial do Biodiesel será decidida entre entidades

Entidades representativas do setor de biodiesel deverão negociar um nome de consenso para a presidência da Câmara Setorial.
BiodieselBR.com 2 min de leitura
Ficou para depois a decisão sobre quem vai presidir Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Oleaginosas e do Biodiesel pelos próximos dois anos. A eleição deveria ter acontecido na reunião convocada para essa quinta-feira (23), mas acabou sendo adiada por sugestão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Ficou para depois a decisão sobre quem vai presidir Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Oleaginosas e do Biodiesel pelos próximos dois anos. A eleição deveria ter acontecido na reunião convocada para essa quinta-feira (23), mas acabou sendo adiada por sugestão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

A ideia do ministério é que as três entidades representativas do segmento – Associação das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio) e União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio) – negociem um nome de consenso. O indicado deverá ser empossado na próxima reunião ordinária da câmara que está marcada para acontecer em março do ano que vem.

A sugestão veio depois que o atual presidente – o diretor industrial da Fiagril, Pedro Granja – não pôde comparecer à reunião. Ele lidera a câmara desde agosto de 2015 tendo sucedido o ex-presidente da Ubrabio, Odacir Klein.

Granja pode ser reconduzido ao cargo.

Apresentações

Além da eleição que acabou não acontecendo, a pauta da reunião incluía duas apresentações: uma da Abiove e outra da União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes).

A da Abiove falava sobre a importância do biodiesel para a agregação de valor dentro do complexo soja e sobre os desafios para que a mistura obrigatória possa avançar para que a indústria chegue ao B20 em 2030.

Já a Unicafes apresentou um projeto para a produção de óleo de coco em Alagoas que vem sendo viabilização graças ao Selo Combustível Social.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
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