Valor médio cobrado pelo biodiesel ficou cerca de 1,1% mais barato na 48ª semana (48S) do ano
Depois de quase três meses de altas ininterruptas, os preços do biodiesel parecem estar perdendo sustentação. De acordo com a atualização mais recente nos dados semanais da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 25 de novembro e 1º de dezembro – período equivalente à 48ª semana (48S) do ano –, os preços praticados pelo mercado apresentaram uma queda de cerca de 1,1% na média nacional. Esta foi a primeira semana a fechar em baixa desde o início de setembro.
Na média, cada metro cúbico de biodiesel negociado entre usinas e distribuidoras foi vendido por R$ 6.463,68 – R$ 75,20 a menos do que no ciclo anterior –, com valores variando entre R$ 6.841,89 no Nordeste e R$ 6.289,41 no Sul. A diferença de R$ 552,48 por m³ entre o piso e o teto do mercado foi a maior desde a primeira quinzena de fevereiro de 2023.
Depois de quase três meses de altas ininterruptas, os preços do biodiesel parecem estar perdendo sustentação. De acordo com a atualização mais recente nos dados semanais da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 25 de novembro e 1º de dezembro – período equivalente à 48ª semana (48S) do ano –, os preços praticados pelo mercado apresentaram uma queda de cerca de 1,1% na média nacional. Esta foi a primeira semana a fechar em baixa desde o início de setembro.
Na média, cada metro cúbico de biodiesel negociado entre usinas e distribuidoras foi vendido por R$ 6.463,68 – R$ 75,20 a menos do que no ciclo anterior –, com valores variando entre R$ 6.841,89 no Nordeste e R$ 6.289,41 no Sul. A diferença de R$ 552,48 por m³ entre o piso e o teto do mercado foi a maior desde a primeira quinzena de fevereiro de 2023.
Exceto pelo Nordeste, onde a semana se encerrou com alta de 0,5%, os preços do biodiesel caíram em todas as demais regiões. Em duas delas – Norte e Centro-Oeste – a queda superou os 2%.
Virada
A mudança na direção do mercado já havia sido sinalizada na semana passada, quando o Indexador BiodieselBR encerrou o ciclo de altas que vinha sustentando desde a 37ª semana (37S) e caiu 4,8%, abrindo espaço para que as usinas também reduzissem seus preços.
Nesta semana, o indicador também fechou em baixa, embora de forma mais modesta. Na 48S, o valor que as usinas precisam desembolsar para se abastecerem com matérias-primas recuou 0,4%, indo para R$ 5.300,59 por cada m³ de biodiesel fabricado.
Esse movimento fez com que a margem entre o preço final do produto acabado e a maior parte de seus custos de produção beirasse os 22%, ligeiramente menor que os 22,9% da semana anterior.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com