
Com a produção paralisada desde março de 2013, a Biopar de Rolândia (PR) está a procura de um novo parceiro comercial para retomar a produção.
Com a produção paralisada desde março de 2013, a Biopar de Rolândia (PR) não deve voltar ao mercado tão cedo – e muito menos desacompanhada. “Estamos em busca de parceiros para viabilização de negócios”, informa Nivaldo Tomazella, diretor industrial da usina. Segundo ele, conversas com possíveis interessados na parceria já foram iniciadas.
Tomazella diz que atual conjuntura não permite um retorno imediato da usina ao mercado. Se isso ocorrer, é mais provável que isso se dê no próximo semestre do ano.
Sobre a participação nos leilões, o diretor diz que, hoje, o cenário não os convida a participar. Mas, na hipótese da Biopar encontrar um parceiro e este desejar entrar de pronto nos certames, a decisão poderá, sim, ser revertida.
B7
O diretor da Biopar não vê o aumento de mistura como a “salvação” do setor. “Melhora, mas não é solução para os problemas”, avalia. “A competição aumentou muito. As empresas que entraram sempre foram multinacionais”, expõe Tomazella.
Para ele, o difícil momento enfrentado pelo segmento é fruto da expansão do setor que tornou difícil a equalização entre oferta e demanda. “Se continuar construindo plantas, não vai ter espaço para todo mundo. Já está uma dificuldade ir para 7%”, pontua.
Situada na cidade paranaense de Rolândia, a Biopar possui uma capacidade instalada de produção de 43 milhões de litros por ano. O último certame do qual a usina participou foi o de nº 30, quando negociou parcos 15 mil litros de biodiesel – o menor volume de todo o pregão. “O preço praticado nos leilões ao longo de 2013 foi muito ruim para os negócios”, argumenta Tomazella ao justificar a decisão da empresa de ter ficado de fora dos certames.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com a produção paralisada desde março de 2013, a Biopar de Rolândia (PR) não deve voltar ao mercado tão cedo – e muito menos desacompanhada. “Estamos em busca de parceiros para viabilização de negócios”, informa Nivaldo Tomazella, diretor industrial da usina. Segundo ele, conversas com possíveis interessados na parceria já foram iniciadas.
Tomazella diz que atual conjuntura não permite um retorno imediato da usina ao mercado. Se isso ocorrer, é mais provável que isso se dê no próximo semestre do ano.
Sobre a participação nos leilões, o diretor diz que, hoje, o cenário não os convida a participar. Mas, na hipótese da Biopar encontrar um parceiro e este desejar entrar de pronto nos certames, a decisão poderá, sim, ser revertida.
B7
O diretor da Biopar não vê o aumento de mistura como a “salvação” do setor. “Melhora, mas não é solução para os problemas”, avalia. “A competição aumentou muito. As empresas que entraram sempre foram multinacionais”, expõe Tomazella.
Para ele, o difícil momento enfrentado pelo segmento é fruto da expansão do setor que tornou difícil a equalização entre oferta e demanda. “Se continuar construindo plantas, não vai ter espaço para todo mundo. Já está uma dificuldade ir para 7%”, pontua.
Situada na cidade paranaense de Rolândia, a Biopar possui uma capacidade instalada de produção de 43 milhões de litros por ano. O último certame do qual a usina participou foi o de nº 30, quando negociou parcos 15 mil litros de biodiesel – o menor volume de todo o pregão. “O preço praticado nos leilões ao longo de 2013 foi muito ruim para os negócios”, argumenta Tomazella ao justificar a decisão da empresa de ter ficado de fora dos certames.
Cátia Franco – BiodieselBR.com