Usinas do Mato Grosso e de Minas Gerais tiveram suas autorizações de operação e de comercialização cassadas pela ANP ainda antes do final de 2015.
Duas usinas de biodiesel não sobreviveram à passagem de 2015 para 2016: a Abdiesel de Varginha (MG) e a Grupal de Sorriso (MT). Ambas, tiveram suas autorizações de operação e de comercialização cassadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis no dia 22 de dezembro – a penúltima terça-feira do ano passado.
Não eram unidades particularmente expressivas em termos de capacidade produtiva.
A Abdiesel, por exemplo, podia produzir parcos 864 mil litros por ano. Número que fazia dela a menor das usinas brasileiras com autorização de comercialização.
Ela nunca chegou a poder participar dos leilões de biodiesel pois nunca obteve o registro especial da Receita Federal. A Abdiesel conta com outra usina em Araguari (MG) que já participou dos leilões e continua com suas autorizações em vigor.
Perto da usina mineira, a Grupal parecia uma gigante. Embora seus 43,2 milhões de litros anuais lhe valessem apenas uma modesta 40ª posição no ranking nacional de fabricantes.
Desde abril de 2012, a Grupal estava autorizada a ampliar sua capacidade instalada para 72 milhões de litros anuais o que a colocaria na 35ª posição.
Já havia um bom tempo que a Grupal estava desativada. Ela chegou a vender biodiesel com regularidade entre os leilões 18 e 27. Depois disso, ela começou a ter uma performance irregular registrando vendas apenas nos leilões 30 e 33.
Desde então, tem permanecido inativa.
No total, ela participou de 12 certames da ANP tendo vendido um total de 65,1 milhões de litros de biodiesel e faturado cerca de R$ 140 milhões. Seu melhor resultado foi no L24 quando teve 7,4 milhões de litros arrematados por R$ 17,3 milhões.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Duas usinas de biodiesel não sobreviveram à passagem de 2015 para 2016: a Abdiesel de Varginha (MG) e a Grupal de Sorriso (MT). Ambas, tiveram suas autorizações de operação e de comercialização cassadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis no dia 22 de dezembro – a penúltima terça-feira do ano passado.
Não eram unidades particularmente expressivas em termos de capacidade produtiva.
A Abdiesel, por exemplo, podia produzir parcos 864 mil litros por ano. Número que fazia dela a menor das usinas brasileiras com autorização de comercialização.
Ela nunca chegou a poder participar dos leilões de biodiesel pois nunca obteve o registro especial da Receita Federal. A Abdiesel conta com outra usina em Araguari (MG) que já participou dos leilões e continua com suas autorizações em vigor.
Perto da usina mineira, a Grupal parecia uma gigante. Embora seus 43,2 milhões de litros anuais lhe valessem apenas uma modesta 40ª posição no ranking nacional de fabricantes.
Desde abril de 2012, a Grupal estava autorizada a ampliar sua capacidade instalada para 72 milhões de litros anuais o que a colocaria na 35ª posição.
Já havia um bom tempo que a Grupal estava desativada. Ela chegou a vender biodiesel com regularidade entre os leilões 18 e 27. Depois disso, ela começou a ter uma performance irregular registrando vendas apenas nos leilões 30 e 33.
Desde então, tem permanecido inativa.
No total, ela participou de 12 certames da ANP tendo vendido um total de 65,1 milhões de litros de biodiesel e faturado cerca de R$ 140 milhões. Seu melhor resultado foi no L24 quando teve 7,4 milhões de litros arrematados por R$ 17,3 milhões.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com