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Biodiesel sustenta trajetória de alta pela 6ª semana

Desde que a atual sequência de altas se iniciou no começo de setembro, o produto ficou cerca de 7,1% mais caro

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Os preços do biodiesel continuam subindo a rampa. Na última semana, os valores praticados entre usinas e distribuidores escalaram outros 1,9%, segundo a atualização mais recente da planilha de acompanhamento mantida pela ANP. Desde que a atual sequência de altas se iniciou na 35ª semana (35S) de 2024, o produto ficou 7,1% mais caro.

Isso trouxe o preço médio do produto no mercado nacional de R$ 5.068,03 por m³ na última baixa para R$ 5.427,06 agora.

Na última semana, os preços variaram entre R$ 5.648,44 por m³ pagos no Nordeste até R$ 5.217,01 no Sul. A diferença entre as duas pontas do mercado ficou um pouco mais estreita, passando de 8,8% para um pouco menos de 8,3%.

Os preços do biodiesel continuam subindo a rampa. Na última semana, os valores praticados entre usinas e distribuidores escalaram outros 1,9%, segundo a atualização mais recente da planilha de acompanhamento mantida pela ANP. Desde que a atual sequência de altas se iniciou na 35ª semana (35S) de 2024, o produto ficou 7,1% mais caro.

Isso trouxe o preço médio do produto no mercado nacional de R$ 5.068,03 por m³ na última baixa para R$ 5.427,06 agora.

Na última semana, os preços variaram entre R$ 5.648,44 por m³ pagos no Nordeste até R$ 5.217,01 no Sul. A diferença entre as duas pontas do mercado ficou um pouco mais estreita, passando de 8,8% para um pouco menos de 8,3%.

Custo estável

Nos três ciclos semanais anteriores, a alta nos preços finais foi – ao menos em parte – alimentada pelo custo maior das matérias-primas usadas pelas usinas. Entre a 36S e a 39S, o Indexador BiodieselBR subiu 10,2%, atingindo R$ 4.761,39 por m³. Esse valor representa o custo das usinas para adquirir as quantidades de óleo de soja e metanol necessárias para fabricar um m³ de biodiesel.

Esse ciclo de altas fez com que o indicador finalmente furasse o patamar de R$ 4.500, que vinha servindo de teto para o mercado ao longo de 14 semanas.

Embora a alta não tenha se encerrado, o processo perdeu vigor. Entre a 39S e a 40S, o índice ficou praticamente estável, com valorização de apenas 0,3%.

Isso permitiu que a margem das usinas se recompusesse um pouco, chegando a 13,6% depois de ter caído para menos de 11,9% na semana anterior. Descontados os gastos com matérias-primas, cada metro cúbico de biodiesel gera R$ 650,46 para cobrir os demais custos não considerados no indicador e, também, contribuir com o resultado financeiro das usinas.

Do começo do ano até agora, a margem média do setor está em 17,9%.

Centro-Oeste

Em grande parte, a alta da 40S foi condicionada por uma valorização robusta do biodiesel no Centro-Oeste, onde o produto foi reajustado em quase 5% nas duas últimas semanas.

Essa é a segunda semana de altas expressivas nos preços praticados no Centro-Oeste. Na 39S, a alta havia sido de 3,6%.

A menor alta da semana foi no Nordeste, onde os preços subiram apenas 1%.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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