Um doutorando do Departamento de Química da Universidade de Aveiro está desenvolvendo um novo uso para a glicerina coproduto do biodiesel: um tipo de espuma com propriedades que permitem o isolamento térmico e acústico e que, ainda por cima, apresenta boa resistência ao fogo. A descoberta foi considerada tão promissora que rendeu ao pesquisador Nuno Gama o prêmio Young Scientist Award concedido pela Associação Internacional de Materiais Avançados.
Um doutorando do Departamento de Química da Universidade de Aveiro está desenvolvendo um novo uso para a glicerina coproduto do biodiesel: um tipo de espuma com propriedades que permitem o isolamento térmico e acústico e que, ainda por cima, apresenta boa resistência ao fogo. A descoberta foi considerada tão promissora que rendeu ao pesquisador Nuno Gama o prêmio Young Scientist Award concedido pela Associação Internacional de Materiais Avançados.
O processo, que está sendo aprimorado por Gama durante seu trabalho de doutorado, usa a glicerina saída diretamente dos reatores das usinas de biodiesel sem a necessidade de qualquer purificação adicional. Segundo, Gama as impurezas presentes na glicerina bruta – também chamada loira no jargão do setor – até ajudam no processo de fabricação da espuma.
A nova tecnologia já se encontra em processo de patenteamento. A ideia é usá-la o novo material como isolante termoacústico na construção civil em substituição às atuais espumas de poliuretano.
A prova de fogo
A resistência ao fogo é o maior trunfo deste novo material. Quando expostas ao fogo, as espumas feitas de poliuretano emitem uma fumaça tóxica o que aumenta exponencialmente o perigo numa situação de incêndio.
Já espuma feita com glicerina recebe um tratamento com grafite expandido, o que cria uma película que dificulta a reação entre a espuma e o oxigênio do ar e retarda o alastramento do fogo.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações da assessoria de imprensa
Um doutorando do Departamento de Química da Universidade de Aveiro está desenvolvendo um novo uso para a glicerina coproduto do biodiesel: um tipo de espuma com propriedades que permitem o isolamento térmico e acústico e que, ainda por cima, apresenta boa resistência ao fogo. A descoberta foi considerada tão promissora que rendeu ao pesquisador Nuno Gama o prêmio Young Scientist Award concedido pela Associação Internacional de Materiais Avançados.
O processo, que está sendo aprimorado por Gama durante seu trabalho de doutorado, usa a glicerina saída diretamente dos reatores das usinas de biodiesel sem a necessidade de qualquer purificação adicional. Segundo, Gama as impurezas presentes na glicerina bruta – também chamada loira no jargão do setor – até ajudam no processo de fabricação da espuma.
A nova tecnologia já se encontra em processo de patenteamento. A ideia é usá-la o novo material como isolante termoacústico na construção civil em substituição às atuais espumas de poliuretano.
A prova de fogo
A resistência ao fogo é o maior trunfo deste novo material. Quando expostas ao fogo, as espumas feitas de poliuretano emitem uma fumaça tóxica o que aumenta exponencialmente o perigo numa situação de incêndio.
Já espuma feita com glicerina recebe um tratamento com grafite expandido, o que cria uma película que dificulta a reação entre a espuma e o oxigênio do ar e retarda o alastramento do fogo.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações da assessoria de imprensa