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Exportações de glicerina totalizam 132 mil toneladas no 1º semestre

O mercado internacional de glicerina está menos atraente. Ao longo do primeiro semestre de 2016, o Brasil exportou cerca de 17% menos do coproduto.
BiodieselBR.com 3 min de leitura
O mercado internacional de glicerina está menos atraente em 2016. Ao longo do primeiro semestre do ano, o Brasil exportou um total de 132 mil toneladas do principal coproduto da indústria de biodiesel. Esse é um volume cerca de 17% menor do que o registrado no ano passado – quando o país bateu o recorde semestral com 159,2 mil toneladas exportadas.

O mercado internacional de glicerina está menos atraente em 2016. Ao longo do primeiro semestre do ano, o Brasil exportou um total de 132 mil toneladas do principal coproduto da indústria de biodiesel. Esse é um volume cerca de 17% menor do que o registrado no ano passado – quando o país bateu o recorde semestral com 159,2 mil toneladas exportadas.

O valor exportado também caiu – e bastante – com US$ 28,5 milhões de faturamento ao longo do período. No ano passado, os ganhos da indústria foram de US$ 41,8 milhões – a retração foi pouco menor que 32%.

Quebrando em miúdos

O mercado de glicerina bruta foi o segmento mais duramente atingido com um recuo de 19,2% no volume embarcado para o exterior com 104,9 mil toneladas entre janeiro e junho.

Já os ganhos com as vendas do produto totalizaram US$ 16,6 milhões, 42% menos do que no 1º semestre de 2015. Um preço médio de US$ 158 para o período.

Enquanto isso, o mercado de glicerina bidestilada totalizou 27,1 mil toneladas exportadas por US$ 11,9 milhões – contração de 7,4% no volume e 10,6% no valor. Em média, US$ 440,80 por tonelada.

Apesar do resultado menos favorável no mercado internacional, a glicerina bidestilada made in Brazil parece estar abocanhando uma fatia maior do mercado interno. As importações foram de 3 mil toneladas – o que é menos da metade do que foi importado no ano passado – pelas quais pagamos US$ 2,8 milhões.

Mensal

Apesar do mau resultado no semestre, no mês de junho se saiu um pouco melhor do que a média do período com exportações que totalizam 23 mil toneladas das quais 18,6 mil toneladas é glicerina em bruto e 4,3 mil toneladas de glicerina bidestilada.

Os valores médios também ficaram melhores no último mês do semestre do com o produto de menor valor agregado sendo negociado por US$ 173,75 – valor quase estável em relação ao mês de maio – enquanto a glicerina bidestilada teve uma valorização de 5,2% sendo negociada por US$ 479,70 em junho.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
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