
Segundo dados divulgados hoje pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) parcos 44 quilos de biodiesel saíram do país durante o mês passado. Pelo volume, não passa de uma amostra. Resultado frustrante – para dizer o mínimo – perto das mais de 13,1 mil toneladas que foram exportadas em março. Isso se não fosse por dois pequenos detalhes: o local de onde a carga saiu e para onde ela se destinou.
Segundo dados divulgados hoje pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) parcos 44 quilos de biodiesel saíram do país durante o mês passado. Pelo volume, não passa de uma amostra. Resultado frustrante – para dizer o mínimo – perto das mais de 13,1 mil toneladas que foram exportadas em março. Isso se não fosse por dois pequenos detalhes: o local de onde a carga saiu e para onde ela se destinou.
Quando ao primeiro fator, os 44 quilos de biodiesel que saíram do país tiveram como origem a cidade mato-grossense de Rondonópolis. O município é o maior polo produtor de biodiesel do país com um total de cinco usinas instaladas cuja capacidade produtiva totaliza 744,1 milhões de litros por ano das quais três – ADM, Noble e Caibiense – vem participando ativamente dos leilões de biodiesel da ANP.
A Noble, aliás, obteve autorização para exportar seu produto no final de abril.
Já o destino foi o Japão. País que, até agora, ainda não fazia parte da lista de compradores do biodiesel brasileiro. Apesar da dificuldade em concorrer com o biodiesel produzido pela Malásia ou Indonésia, a usina brasileira pode estar se preparando para aproveitar alguma janela de oportunidade.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Segundo dados divulgados hoje pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) parcos 44 quilos de biodiesel saíram do país durante o mês passado. Pelo volume, não passa de uma amostra. Resultado frustrante – para dizer o mínimo – perto das mais de 13,1 mil toneladas que foram exportadas em março. Isso se não fosse por dois pequenos detalhes: o local de onde a carga saiu e para onde ela se destinou.
Quando ao primeiro fator, os 44 quilos de biodiesel que saíram do país tiveram como origem a cidade mato-grossense de Rondonópolis. O município é o maior polo produtor de biodiesel do país com um total de cinco usinas instaladas cuja capacidade produtiva totaliza 744,1 milhões de litros por ano das quais três – ADM, Noble e Caibiense – vem participando ativamente dos leilões de biodiesel da ANP.
A Noble, aliás, obteve autorização para exportar seu produto no final de abril.
Já o destino foi o Japão. País que, até agora, ainda não fazia parte da lista de compradores do biodiesel brasileiro. Apesar da dificuldade em concorrer com o biodiesel produzido pela Malásia ou Indonésia, a usina brasileira pode estar se preparando para aproveitar alguma janela de oportunidade.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com