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Exportação de óleo de soja fecha fevereiro em 224,4 mil toneladas

Volume de óleo de soja exportado no 1B foi o maior no histórico mantido pelo governo brasileiro

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Enquanto a mistura de biodiesel não volta ao normal, as esmagadoras nacionais têm podido contar com a demanda internacional para dar vazão ao óleo de soja que elas vêm produzindo. Em fevereiro, os embarques do produto foram de aproximadamente 224,4 mil toneladas. Trata-se do maior volume do derivado exportado pelo Brasil num mês de fevereiro em toda a série histórica mantida desde 1997 pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O recorde anterior era de fevereiro de 2005 quando os embarques somaram 206,7 mil toneladas.

Isso mostra uma aceleração nas vendas internacionais. Em janeiro, os embarques foram de 200,3 mil toneladas – o terceiro maior resultado no histórico.

Somando os dois, temos 424,7 mil toneladas de óleo exportadas apenas no primeiro bimestre (1B). É a maior abertura de ano no histórico com quase 15% de vantagem sobre o resultado do 1B de 2008.

Enquanto a mistura de biodiesel não volta ao normal, as esmagadoras nacionais têm podido contar com a demanda internacional para dar vazão ao óleo de soja que elas vêm produzindo. Em fevereiro, os embarques do produto foram de aproximadamente 224,4 mil toneladas. Trata-se do maior volume do derivado exportado pelo Brasil num mês de fevereiro em toda a série histórica mantida desde 1997 pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O recorde anterior era de fevereiro de 2005 quando os embarques somaram 206,7 mil toneladas.

Isso mostra uma aceleração nas vendas internacionais. Em janeiro, os embarques foram de 200,3 mil toneladas – o terceiro maior resultado no histórico.

Somando os dois, temos 424,7 mil toneladas de óleo exportadas apenas no primeiro bimestre (1B). É a maior abertura de ano no histórico com quase 15% de vantagem sobre o resultado do 1B de 2008.

Destino

Em fevereiro, a Índia se manteve como o principal destino do óleo de soja brasileiro. Mas já não com a mesma dianteira que no período anterior. Mês passado os compradores indianos receberam 73,2 mil toneladas de óleo nacional o que presenta praticamente um terço do total exportado.

Em janeiro haviam sido 134 mil o que dava perto de 67% do total.

As perdas no mercado indiano foram compensadas principalmente pelo aumento das exportações para o Bangladesh que cresceram quase 41 mil toneladas de um mês para o outro chegando a 57,1 mil toneladas. E para o Paquistão que – saindo de zero em janeiro – foi o nosso terceiro maior cliente com 21 mil toneladas.

No total, o óleo de soja brasileiro chegou a 47 países em fevereiro de 2023.

Estabilidade

O crescimento nas vendas, no entanto, não se converteu em aumento no faturamento.

Em fevereiro as exportações brasileiras de óleo de soja renderam aproximadamente US$ 268,3 milhões. O valor em dólares recebido pelos exportadores variou frustrantes 3,6% em relação a janeiro quando os ganhos foram de US$ 258,8 milhões.

Convertidos em reais pela cotação média do Banco Central para o mês de fevereiro, os dólares recebidos pelos exportadores se transformam em R$ 1,39 bilhão.

O motivo da estabilidade foi a queda de quase 7,5% no valor médio pagos pelos compradores da soja brasileira. Em fevereiro, cada tonelada do produto saiu do Brasil custando US$ 1.195,84.

Este foi o menor valor para o produto em quase dois anos – em abril de 2021 o óleo de soja brasileiro valia US$ 1.097,52 – e marca o 9º mês de queda consistente nas cotações.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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