No mesmo mês em que bateu um recorde de importação de diesel, o Brasil exportou 80 milhões de litros do derivado.
A contraditória posição brasileira no mercado internacional de óleo diesel entrou inalterada em 2018. Dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços mostram que o país continua exportando diesel ao mesmo tempo em que volumes vultosos do mesmíssimo derivado são descarregados em nossos portos.
A contraditória posição brasileira no mercado internacional de óleo diesel entrou inalterada em 2018. Dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços mostram que o país continua exportando diesel ao mesmo tempo em que volumes vultosos do mesmíssimo derivado são descarregados em nossos portos.
Em janeiro, 80 milhões de litros de óleo diesel puro saíram do país. Ao mesmo tempo 1,63 bilhão de litros entraram no país e derrubaram um recorde que já perdurava desde dezembro de 2014.
Apesar do porte comercial, o volume embarcado recuou 13,1% em relação à janeiro do ano passado quando as exportações superaram a barreira dos 92 milhões de litros. O Brasil, no entanto, não é um dos exportadores mais assíduos do mercado internacional alternando períodos de presença mais forte com outros de virtual inatividade.
O que melhorou em janeiro em relação ao ano passado foi o faturamento com as vendas externas. O país recebeu US$ 38,9 milhões pelo diesel que vendeu cada m³ exportado rendeu US$ 486,76, em média, um valor 17,8% melhor do que em janeiro de 2017.
O preço também está virtualmente empatado com os US$ 487,45 que o país pagou para importar diesel em janeiro.
Tendência inalterada
O resultado mantém inalterada uma tendência que já estava presente no ano passado: em 32017, as exportações brasileiras ultrapassaram a marca dos 500 milhões de litros, o maior desde 2011.
O movimento vem na contramão do salto nas importações que totalizaram 12,9 bilhões de litros no ano pulverizando os recordes anteriores.
O principal destino para o diesel brasileiro exportado em janeiro foi a Holanda. O país europeu comprou pouco mais de 45,1 milhões de litros do derivado desembolsando US$ 21,7 milhões pelo combustível.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A contraditória posição brasileira no mercado internacional de óleo diesel entrou inalterada em 2018. Dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços mostram que o país continua exportando diesel ao mesmo tempo em que volumes vultosos do mesmíssimo derivado são descarregados em nossos portos.
Em janeiro, 80 milhões de litros de óleo diesel puro saíram do país. Ao mesmo tempo 1,63 bilhão de litros entraram no país e derrubaram um recorde que já perdurava desde dezembro de 2014.
Apesar do porte comercial, o volume embarcado recuou 13,1% em relação à janeiro do ano passado quando as exportações superaram a barreira dos 92 milhões de litros. O Brasil, no entanto, não é um dos exportadores mais assíduos do mercado internacional alternando períodos de presença mais forte com outros de virtual inatividade.
O que melhorou em janeiro em relação ao ano passado foi o faturamento com as vendas externas. O país recebeu US$ 38,9 milhões pelo diesel que vendeu cada m³ exportado rendeu US$ 486,76, em média, um valor 17,8% melhor do que em janeiro de 2017.
O preço também está virtualmente empatado com os US$ 487,45 que o país pagou para importar diesel em janeiro.
Tendência inalterada
O resultado mantém inalterada uma tendência que já estava presente no ano passado: em 32017, as exportações brasileiras ultrapassaram a marca dos 500 milhões de litros, o maior desde 2011.
O movimento vem na contramão do salto nas importações que totalizaram 12,9 bilhões de litros no ano pulverizando os recordes anteriores.
O principal destino para o diesel brasileiro exportado em janeiro foi a Holanda. O país europeu comprou pouco mais de 45,1 milhões de litros do derivado desembolsando US$ 21,7 milhões pelo combustível.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com