
Governo quer calcular o impacto do biodiesel na economia em diversos cenários de aumento de mistura.
Na última quinta (15), associações do setor de biodiesel estiveram no Ministério de Minas e Energia (MME). A iniciativa da reunião partiu do próprio Ministério, que está empenhado em se munir de dados e informações sobre o impacto econômico do biodiesel para embasar discussões internas que vem sendo travadas com áreas do governo resistentes à criação de um novo marco regulatório para o setor.
“O Ministério é aliado. Quer mostrar ao governo que o biodiesel é muito mais que aquele discurso tradicional de benefícios ao meio ambiente, à saúde”, avalia Odacir Klein, presidente da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), uma das entidades presentes no encontro.
Segundo Klein, a retórica de que o biodiesel, com uma maior participação no diesel, poderia ajudar a reduzir as importações de petróleo não encontra eco junto ao governo. As autoridades rebatem que a medida, ao mesmo tempo, afetaria as exportações de soja, principal matéria-prima usada na produção do biocombustível.
A estratégia agora é construir uma linha de defesa em cima dos ganhos do biodiesel no âmbito socioeconômico com seus reflexos positivos para o PIB. E é com base em dados como a produção de farelo, diminuição de custos com proteínas animais, que, segundo Klein, o MME espera imprimir a robustez necessária às alegações em prol do novo marco regulatório.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Na última quinta (15), associações do setor de biodiesel estiveram no Ministério de Minas e Energia (MME). A iniciativa da reunião partiu do próprio Ministério, que está empenhado em se munir de dados e informações sobre o impacto econômico do biodiesel para embasar discussões internas que vem sendo travadas com áreas do governo resistentes à criação de um novo marco regulatório para o setor.
“O Ministério é aliado. Quer mostrar ao governo que o biodiesel é muito mais que aquele discurso tradicional de benefícios ao meio ambiente, à saúde”, avalia Odacir Klein, presidente da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), uma das entidades presentes no encontro.
Segundo Klein, a retórica de que o biodiesel, com uma maior participação no diesel, poderia ajudar a reduzir as importações de petróleo não encontra eco junto ao governo. As autoridades rebatem que a medida, ao mesmo tempo, afetaria as exportações de soja, principal matéria-prima usada na produção do biocombustível.
A estratégia agora é construir uma linha de defesa em cima dos ganhos do biodiesel no âmbito socioeconômico com seus reflexos positivos para o PIB. E é com base em dados como a produção de farelo, diminuição de custos com proteínas animais, que, segundo Klein, o MME espera imprimir a robustez necessária às alegações em prol do novo marco regulatório.
Cátia Franco – BiodieselBR.com