Representantes do setor estiveram reunidos com o novo titular do MME na tarde dessa quinta-feira (03)
Representantes do setor de biodiesel qualificaram como “muito positiva” a audiência que tiveram na tarde de ontem (02) com o ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira. Segundo a agenda oficial do ministério, o objetivo da reunião foi debater os efeitos da produção de biodiesel na economia nacional. Pelo lado dos fabricantes participaram do encontro a Abiove, Aprobio e Ubrabio.
O setor de biodiesel vem fazendo gestos para tentar convencer o governo federal a normalizar a mistura de biodiesel o quanto antes. De acordo com uma resolução do CNPE aprovada em outubro de 2018 pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), desde março passado o óleo diesel consumido no Brasil deveria conter 14% de biodiesel e esse percentual deveria avançar para 15% a partir de 01 de março.
Representantes do setor de biodiesel qualificaram como “muito positiva” a audiência que tiveram na tarde de ontem (02) com o ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira. Segundo a agenda oficial do ministério, o objetivo da reunião foi debater os efeitos da produção de biodiesel na economia nacional. Pelo lado dos fabricantes participaram do encontro a Abiove, Aprobio e Ubrabio.
O setor de biodiesel vem fazendo gestos para tentar convencer o governo federal a normalizar a mistura de biodiesel o quanto antes. De acordo com uma resolução do CNPE aprovada em outubro de 2018 pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), desde março passado o óleo diesel consumido no Brasil deveria conter 14% de biodiesel e esse percentual deveria avançar para 15% a partir de 01 de março.
Contudo, por decisão do governo Bolsonaro, a mistura foi reduzida para 10% ao longo de todo o ano passado. No final de novembro, já depois da eleição, o corte foi prorrogada até o final de março deste ano.
Segundo nota divulgada pela Aprobio, houve “compreensão por parte do ministro da urgência da definição de um ambiente de previsibilidade”. A expectativa do setor é que a questão seja pautada para a próxima reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). “O setor considera a possibilidade de uma evolução gradual [da mistura], desde que a decisão seja em breve para garantir a organização da programação de suprimento e de produção”, informa.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com