Apesar de toda a turbulência pela qual o setor de biodiesel está passando, o primeiro dia de negociações do 48º Leilão de Biodiesel da ANP transcorreu sem maiores sobressaltos.
Apesar de toda a turbulência pela qual o setor de biodiesel está passando, o primeiro dia de negociações do 48º Leilão de Biodiesel da ANP transcorreu sem maiores sobressaltos.
Encerrada a Etapa 2, as usinas colocaram à disposição do mercado pouco menos de 815,5 milhões de litros de biodiesel. Essa é uma oferta 22 milhões de litros mais curta que a do L47.
Em grande medida, a culpa dessa oferta mais restrita foi da Biopar MT acabou desclassificada por ter falhado em entregar o volume mínimo requerido no L45. Não fosse por isso, a oferta das usinas teria ficado apenas 2 milhões de litros menor que a do leilão passado.
Das 34 unidades produtivas que participaram do processo, seis reduziram suas ofertas em relação ao leilão de janeiro passado. Por outro lado, praticamente o dobro de usinas – 11 – se mostraram dispostas a aumentarem suas ofertas.
Já o preço médio pedido pelas usinas encerrou o dia em R$ 2.470,60 por m³. Esse é um valor bem inferior aos R$ 2.580,79 por m³ que o setor pediu na mesma fase do certame passado. O que reflete a própria contração nos PMRs estabelecidos pela ANP. No entanto, é preciso ressaltar que o deságio ficou bem menor indo de 25,9% no bimestre passado para 17,8% no atual.
Momento surreal
Por baixo da aparente calmaria uma dúvida angustia as usinas: como as distribuidoras vão se comportar durante as Etapas 3 e 5 que estão marcadas para acontecerem nas próximas quinta e sexta (07 e 08). Isso porque o setor vive um dos momentos mais surreais desde o lançamento do PNPB no final de 2004.
Graças a uma inacreditável barbeiragem legislativa o trecho da Lei 13.033/2014 que tornava obrigatório o uso do B7 em todo o território nacional foi revogado o que, em tese, abre espaço para que as distribuidoras simplesmente cruzem os braços e não comprem absolutamente nenhuma gota de biodiesel.
Ontem, a ANP reafirmou que considera que o B7 ainda está valendo e acenou com a aplicação de “penalidades”.
Resta saber qual será a posição das distribuidoras a respeito.
Acompanhe aqui como foi a cobertura ao vivo da Etapa 2 do 48º Leilão.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Apesar de toda a turbulência pela qual o setor de biodiesel está passando, o primeiro dia de negociações do 48º Leilão de Biodiesel da ANP transcorreu sem maiores sobressaltos.
Encerrada a Etapa 2, as usinas colocaram à disposição do mercado pouco menos de 815,5 milhões de litros de biodiesel. Essa é uma oferta 22 milhões de litros mais curta que a do L47.
Em grande medida, a culpa dessa oferta mais restrita foi da Biopar MT acabou desclassificada por ter falhado em entregar o volume mínimo requerido no L45. Não fosse por isso, a oferta das usinas teria ficado apenas 2 milhões de litros menor que a do leilão passado.
Das 34 unidades produtivas que participaram do processo, seis reduziram suas ofertas em relação ao leilão de janeiro passado. Por outro lado, praticamente o dobro de usinas – 11 – se mostraram dispostas a aumentarem suas ofertas.
Já o preço médio pedido pelas usinas encerrou o dia em R$ 2.470,60 por m³. Esse é um valor bem inferior aos R$ 2.580,79 por m³ que o setor pediu na mesma fase do certame passado. O que reflete a própria contração nos PMRs estabelecidos pela ANP. No entanto, é preciso ressaltar que o deságio ficou bem menor indo de 25,9% no bimestre passado para 17,8% no atual.
Momento surreal
Por baixo da aparente calmaria uma dúvida angustia as usinas: como as distribuidoras vão se comportar durante as Etapas 3 e 5 que estão marcadas para acontecerem nas próximas quinta e sexta (07 e 08). Isso porque o setor vive um dos momentos mais surreais desde o lançamento do PNPB no final de 2004.
Graças a uma inacreditável barbeiragem legislativa o trecho da Lei 13.033/2014 que tornava obrigatório o uso do B7 em todo o território nacional foi revogado o que, em tese, abre espaço para que as distribuidoras simplesmente cruzem os braços e não comprem absolutamente nenhuma gota de biodiesel.
Ontem, a ANP reafirmou que considera que o B7 ainda está valendo e acenou com a aplicação de “penalidades”.
Resta saber qual será a posição das distribuidoras a respeito.
Acompanhe aqui como foi a cobertura ao vivo da Etapa 2 do 48º Leilão.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com