Das 17 usinas que encerraram a Etapa 5 com saldos de biodiesel à vender, apenas nove se interessarem em participar do mercado autorizativo. Em conjunto, elas colocaram à disposição do mercado 58,5 milhões de litros que podem – ou não – serem arrematados pelas distribuidoras durante última etapa do processo que está marcada para a tarde desta terça-feira (14).
Das 17 usinas que encerraram a Etapa 5 com saldos de biodiesel à vender, apenas nove se interessarem em participar do mercado autorizativo. Em conjunto, elas colocaram à disposição do mercado 58,5 milhões de litros que podem – ou não – serem arrematados pelas distribuidoras durante última etapa do processo que está marcada para a tarde desta terça-feira (14).
Esse volume representa 59,6% dos 144,6 milhões de litros que ainda estão no mercado depois que as distribuidoras arremataram 645,3 dos 790 milhões de litros que os fabricantes ofertaram para atender à demanda do 4º bimestre.
Apesar da oferta ter sido menor em termos absolutos, em termos relativos ela supera, em muito, os 50,2% na relação entre oferta máxima e efetiva do mercado autorizativo registrada no Leilão 48.
Usinas
A maior oferta de uma planta individual foi da unidade produtiva da Petrobras Biocombustível em de Montes Claros (MG). Foram pouco mais de 15 milhões de litros – todo o volume que a usina tinha para vender. Outras quatro usinas – as plantas de Quixadá (CE) e Candeias (BA) da PBio e a Fiagril – ofertaram 100% do que poderiam.
Todas juntas, essas quatro unidades produtivas, colocaram 37,6 milhões de litros à disposição do mercado.
Olhando para a oferta dos grupos do setor, a PBio foi a maior ofertante dessa etapa com 36,8 milhões de litros. Muito à frente da segunda colocada, a Granol com 15 milhões de litros oferecidos a partir das usinas de Anápolis (GO) e Cachoeira do Sul (RS).
Brejeiro, Bocchi, Fiagril e Cesbra completam o quadro das empresas do segmento com ofertas a fazer.
Graças à PBio, o estado que mais colocou biodiesel a venda dessa vez não foi nenhum dos suspeitos habituais – Mato Grosso e Rio Grande do Sul – mas a Bahia com pouco menos de 14,2 milhões de litros.
Preços
Na primeira rodada da Etapa 2A, as usinas pediram R$ 2.761,43 pelo metro cúbico do biodiesel oferecido. Cerca de 13,5% mais do que o valor médio pelo qual o biodiesel que será consumido no mercado obrigatório foi negociado.
Esse valor caiu para R$ 2.624,93 no final do dia depois da Brejeiro e da Granol terem baixado seus preços. Na comparação com o valor médio do leilão, o ágio do mercado autorizativo ficou em 8%. O preço mais alto na Etapa 2s tem sido apontado com uma das maiores travas para despertar o interesse das distribuidoras no mercado alternativo.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Das 17 usinas que encerraram a Etapa 5 com saldos de biodiesel à vender, apenas nove se interessarem em participar do mercado autorizativo. Em conjunto, elas colocaram à disposição do mercado 58,5 milhões de litros que podem – ou não – serem arrematados pelas distribuidoras durante última etapa do processo que está marcada para a tarde desta terça-feira (14).
Esse volume representa 59,6% dos 144,6 milhões de litros que ainda estão no mercado depois que as distribuidoras arremataram 645,3 dos 790 milhões de litros que os fabricantes ofertaram para atender à demanda do 4º bimestre.
Apesar da oferta ter sido menor em termos absolutos, em termos relativos ela supera, em muito, os 50,2% na relação entre oferta máxima e efetiva do mercado autorizativo registrada no Leilão 48.
Usinas
A maior oferta de uma planta individual foi da unidade produtiva da Petrobras Biocombustível em de Montes Claros (MG). Foram pouco mais de 15 milhões de litros – todo o volume que a usina tinha para vender. Outras quatro usinas – as plantas de Quixadá (CE) e Candeias (BA) da PBio e a Fiagril – ofertaram 100% do que poderiam.
Todas juntas, essas quatro unidades produtivas, colocaram 37,6 milhões de litros à disposição do mercado.
Olhando para a oferta dos grupos do setor, a PBio foi a maior ofertante dessa etapa com 36,8 milhões de litros. Muito à frente da segunda colocada, a Granol com 15 milhões de litros oferecidos a partir das usinas de Anápolis (GO) e Cachoeira do Sul (RS).
Brejeiro, Bocchi, Fiagril e Cesbra completam o quadro das empresas do segmento com ofertas a fazer.
Graças à PBio, o estado que mais colocou biodiesel a venda dessa vez não foi nenhum dos suspeitos habituais – Mato Grosso e Rio Grande do Sul – mas a Bahia com pouco menos de 14,2 milhões de litros.
Preços
Na primeira rodada da Etapa 2A, as usinas pediram R$ 2.761,43 pelo metro cúbico do biodiesel oferecido. Cerca de 13,5% mais do que o valor médio pelo qual o biodiesel que será consumido no mercado obrigatório foi negociado.
Esse valor caiu para R$ 2.624,93 no final do dia depois da Brejeiro e da Granol terem baixado seus preços. Na comparação com o valor médio do leilão, o ágio do mercado autorizativo ficou em 8%. O preço mais alto na Etapa 2s tem sido apontado com uma das maiores travas para despertar o interesse das distribuidoras no mercado alternativo.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com