O tamanho do problema da oferta no 59º Leilão de Biodiesel

A chegada do B10 vai representar um grande alivio financeiro para as usinas. Não porque elas vão vender mais biodiesel, mas porque poderão vender com maior rentabilidade. O leilão que começa no dia 30 de janeiro será a primeira amostra de quão bom será ano de 2018. 

Mas existe uma chance de o leilão ser uma catástrofe, com consequências tão ruins que chegariam à redução do percentual de mistura de biodiesel no Brasil para 9%. Esse desastre tem um nome: pouca oferta.

Durante a luta pela antecipação do B10, o setor repetiu inúmeras vezes que a capacidade não seria um problema, pois não havia risco de faltar biodiesel. Para sorte geral, a safra de soja está muito boa, minimizando o risco de faltar matéria-prima.

O verdadeiro problema está em quanto da capacidade autorizada de produção as usinas habilitadas vão ofertar. Se o volume ofertado ficar abaixo da demanda estimada, o governo vai se sentir traído, verá risco de desabastecimento, fará um leilão complementar e poderá, ainda, reduzir o percentual de mistura. 

O risco é sério e as usinas estão sabendo disso. Elas estão fazendo as contas para se preparar para o leilão e estão chegando a números de oferta próximos de um bilhão de litros. E, quando fazem as contas da demanda, chegam a números pouco menores e, em alguns casos, maiores que a oferta.

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