Acabou agora há pouco a 2ª etapa do 49º Leilão de Biodiesel promovido pela ANP para abastecer o mercado da mistura obrigatória e autorizativo durante os meses de julho e agosto. As usinas colocaram à disposição do mercado pouco menos de 790 milhões de litros de biodiesel – 3,1% menos do que no certame anterior quando a oferta foi de 815,5 milhões de litros.
Acabou agora há pouco a 2ª etapa do 49º Leilão de Biodiesel promovido pela ANP para abastecer o mercado da mistura obrigatória e autorizativo durante os meses de julho e agosto. As usinas colocaram à disposição do mercado pouco menos de 790 milhões de litros de biodiesel – 3,1% menos do que no certame anterior quando a oferta foi de 815,5 milhões de litros.
Um ano atrás, a oferta das usinas para o L43 – que também abasteceu o mercado durante o 4º bimestre – foi de 824,9 milhões de litros.
Um dos motivos para essa oferta mais apertada pode estar na redução do número de usinas habilitadas para a disputa. O L49 conta com apenas 32 concorrentes, a menor quantidade desde o redesenho do processo de compra e venda de biodiesel no 26º Leilão.
Dessas, 13 usinas reduziram suas ofertas em relação ao leilão anterior. A redução mais representativa foi da Cargill que colocou apenas 17 milhões de litros à venda – 10 milhões a menos do que no L48. São 56,4 milhões de litros a menos.
Já 10 plantas ampliaram a oferta e incrementaram a disponibilidade de biodiesel em 30,9 milhões de litros. A Potencial foi a que apresentou maior aumento, com acréscimo de 9,2 milhões de litros.
Competição
A retração na oferta, contudo, não significa que este leilão está sendo menos disputado. A competição entre as usinas colocou o preço médio em R$ 2.416,43 por metro cúbico de biodiesel, desconto de 21,7% em relação à média dos preços de referência estabelecidos pela ANP na sexta-feira (03) passada.
Esse valor ficou abaixo até mesmo dos R$ 2.495,60 praticado no L48. Um movimento ousado num momento onde a perspectiva é de alta nos preços da soja em função de chuvas que estão afetando a produção na Argentina.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Acabou agora há pouco a 2ª etapa do 49º Leilão de Biodiesel promovido pela ANP para abastecer o mercado da mistura obrigatória e autorizativo durante os meses de julho e agosto. As usinas colocaram à disposição do mercado pouco menos de 790 milhões de litros de biodiesel – 3,1% menos do que no certame anterior quando a oferta foi de 815,5 milhões de litros.
Um ano atrás, a oferta das usinas para o L43 – que também abasteceu o mercado durante o 4º bimestre – foi de 824,9 milhões de litros.
Um dos motivos para essa oferta mais apertada pode estar na redução do número de usinas habilitadas para a disputa. O L49 conta com apenas 32 concorrentes, a menor quantidade desde o redesenho do processo de compra e venda de biodiesel no 26º Leilão.
Dessas, 13 usinas reduziram suas ofertas em relação ao leilão anterior. A redução mais representativa foi da Cargill que colocou apenas 17 milhões de litros à venda – 10 milhões a menos do que no L48. São 56,4 milhões de litros a menos.
Já 10 plantas ampliaram a oferta e incrementaram a disponibilidade de biodiesel em 30,9 milhões de litros. A Potencial foi a que apresentou maior aumento, com acréscimo de 9,2 milhões de litros.
Competição
A retração na oferta, contudo, não significa que este leilão está sendo menos disputado. A competição entre as usinas colocou o preço médio em R$ 2.416,43 por metro cúbico de biodiesel, desconto de 21,7% em relação à média dos preços de referência estabelecidos pela ANP na sexta-feira (03) passada.
Esse valor ficou abaixo até mesmo dos R$ 2.495,60 praticado no L48. Um movimento ousado num momento onde a perspectiva é de alta nos preços da soja em função de chuvas que estão afetando a produção na Argentina.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com