Menos biodiesel a preços mais salgados na comparação com o leilão anterior. Esse é o resumo geral do primeiro dia da fase comercial do 45º Leilão de Biodiesel que se encerrou agora há pouco na Petronect. Nessa etapa do processo, as usinas de biodiesel anunciam o volume que pretendem colocar à disposição das distribuidoras e o preço mínimo que esperam receber por ele.
Menos biodiesel a preços mais salgados na comparação com o leilão anterior. Esse é o resumo geral do primeiro dia da fase comercial do 45º Leilão de Biodiesel que se encerrou agora há pouco na Petronect. Nessa etapa do processo, as usinas de biodiesel anunciam o volume que pretendem colocar à disposição das distribuidoras e o preço mínimo que esperam receber por ele.
Em termos de volume, a oferta foi pouco menor do que 827,8 o que dá 23,5 milhões de litros – 2,7% – a menos do que no L44. Apesar de menor, vale ressaltar que é o segundo maior em termos de oferta de produto.
Na comparação com o leilão do 6º bimestre do ano passado, a oferta foi bem maior. No fatídico L39 a oferta foi de 702,2 milhões de litros para uma demanda acima de 650 milhões de litros. Este ano a demanda deve ser menor que no ano passado e a oferta está 125 milhões de litros maior.
O volume colocado a venda representa pouco mais de 75% da capacidade total usinas habilitadas. É um percentual abaixo do leilão anterior, quando a oferta chegou perto dos 80% da capacidade de oferta.
Das 39 usinas participante, 13 aumentaram suas ofertas enquanto 12 reduziram a quantidade de biodiesel colocada à disposição das distribuidoras. A Cargill foi quem mais aumentou a aposta com 6 milhões de litros a mais, já a JBS de Lins cortou sua oferta em impressionantes 23 milhões de litros.
Três – a Barralcool, a Fertibom e a PBio de Guamaré – encarraram o dia sem fazer qualquer oferta. Na sexta, a PBio anunciou que que está encerrando a produção comercial em sua unidade do Rio Grande do Norte em definitivo. Já um grupo de 8 usinas colocou 100% de suas capacidades produtivas à venda. Pelo tempo sem produzir, a Barralcool também deve ter encerrado sua produção comercial.
Preços
Na média, as usinas estão pedindo R$ 2.381,95 pelo metro cúbico, um salto de praticamente 11% sobre o valor de fechamento na 2ª etapa do certame anterior. O deságio em relação aos preços de referência definidos pela ANP ficou em cerca de 11,2% contra 18,3% no L44. O preço médio é o maior do ano, superando em apenas 31 centavos por m³ o preço da etapa 2 do L40.
O biodiesel também parece ter voltado aos tempos do biodiesel acima dos R$ 2. Está é a primeira vez desde o L28 – no primeiro bimestre de 2013 – que nenhuma usina oferece biodiesel por menos de R$2.000,00 o m³.
Destaques
- Das empresas do setor, a Granol foi a que mais colocou biodiesel a venda com 135 milhões de litros;
- A Granol de Anápolis também foi a usina individual com a maior oferta: 61 milhões de litros;
- O maior preço médio foi a Biotins que está pedindo R$ 2.773,91 por m³;
- A Bio Óleo tem o biodiesel mais barato com R$ 2.056,67;
Acompanhe aqui como foi a cobertura da etapa 2 do 45º leilão.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Menos biodiesel a preços mais salgados na comparação com o leilão anterior. Esse é o resumo geral do primeiro dia da fase comercial do 45º Leilão de Biodiesel que se encerrou agora há pouco na Petronect. Nessa etapa do processo, as usinas de biodiesel anunciam o volume que pretendem colocar à disposição das distribuidoras e o preço mínimo que esperam receber por ele.
Em termos de volume, a oferta foi pouco menor do que 827,8 o que dá 23,5 milhões de litros – 2,7% – a menos do que no L44. Apesar de menor, vale ressaltar que é o segundo maior em termos de oferta de produto.
Na comparação com o leilão do 6º bimestre do ano passado, a oferta foi bem maior. No fatídico L39 a oferta foi de 702,2 milhões de litros para uma demanda acima de 650 milhões de litros. Este ano a demanda deve ser menor que no ano passado e a oferta está 125 milhões de litros maior.
O volume colocado a venda representa pouco mais de 75% da capacidade total usinas habilitadas. É um percentual abaixo do leilão anterior, quando a oferta chegou perto dos 80% da capacidade de oferta.
Das 39 usinas participante, 13 aumentaram suas ofertas enquanto 12 reduziram a quantidade de biodiesel colocada à disposição das distribuidoras. A Cargill foi quem mais aumentou a aposta com 6 milhões de litros a mais, já a JBS de Lins cortou sua oferta em impressionantes 23 milhões de litros.
Três – a Barralcool, a Fertibom e a PBio de Guamaré – encarraram o dia sem fazer qualquer oferta. Na sexta, a PBio anunciou que que está encerrando a produção comercial em sua unidade do Rio Grande do Norte em definitivo. Já um grupo de 8 usinas colocou 100% de suas capacidades produtivas à venda. Pelo tempo sem produzir, a Barralcool também deve ter encerrado sua produção comercial.
Preços
Na média, as usinas estão pedindo R$ 2.381,95 pelo metro cúbico, um salto de praticamente 11% sobre o valor de fechamento na 2ª etapa do certame anterior. O deságio em relação aos preços de referência definidos pela ANP ficou em cerca de 11,2% contra 18,3% no L44. O preço médio é o maior do ano, superando em apenas 31 centavos por m³ o preço da etapa 2 do L40.
O biodiesel também parece ter voltado aos tempos do biodiesel acima dos R$ 2. Está é a primeira vez desde o L28 – no primeiro bimestre de 2013 – que nenhuma usina oferece biodiesel por menos de R$2.000,00 o m³.
Destaques
- Das empresas do setor, a Granol foi a que mais colocou biodiesel a venda com 135 milhões de litros;
- A Granol de Anápolis também foi a usina individual com a maior oferta: 61 milhões de litros;
- O maior preço médio foi a Biotins que está pedindo R$ 2.773,91 por m³;
- A Bio Óleo tem o biodiesel mais barato com R$ 2.056,67;
Acompanhe aqui como foi a cobertura da etapa 2 do 45º leilão.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
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