Pelo jeito, o aumento nos preços máximos de referência (PMRs) do biodiesel aliados a oferta de oleo no mercado tiveram sucesso em atiçar o apetite das usinas. No 44ª Leilão de Biodiesel, elas colocaram 850,7 milhões de litros de biodiesel a disposição do mercado. Um novo recorde para o setor.
Pelo jeito, o aumento nos preços máximos de referência (PMRs) do biodiesel aliados a oferta de oleo no mercado tiveram em atiçar o apetite das usinas. No 44ª Leilão de Biodiesel, elas colocaram 850,7 milhões de litros de biodiesel a disposição do mercado. Um novo recorde para o setor.
Essa é o terceiro certame consecutivo em que a 2ª etapa do processo de negociação fecha com recorde de oferta. Entretanto, se a expansão da oferta entre o L42 e o L43 foi de menos de 300 m³, dessa vez vimos um salto significativo na quantidade de biodiesel colocada à venda.
A oferta nesses três leilões seria suficiente para atender a demanda de um hipotético aumento da mistura obrigatória para B8.
Ocupação
Esse volume corresponde a 77,9% da capacidade das 37 usinas habilitadas. O percentual também é um recorde.
Um total de 13 usinas aumentou a oferta em relação ao leilão do bimestre passado. Juntas elas acrescentaram 54,8 milhões de litros.
Além disso, 9 usinas ofereceram todo o biodiesel o que podiam chegando a 100% de suas capacidades instaladas para o bimestre. Uma décima – a Biopar MT – chegou perto dessa marca com 99,6% ofertados.
Já um grupo de 10 usinas entraram no leilão menos animadas e diminuíram suas ofertas. Elas tiraram 29,1 milhões de litros do mercado.
Acerto
O preço médio pedido pelas usinas para cada m³ de seu produto foi de R$ 2.147,70 pouco acima dos R$ 2.122,49 por m³ do leilão anterior quando considerado o preço máximo estipulado pela ANP. Por isso o deságio ficou em sólidos 18,3%, bem acima dos 13,6% do L43.
A usina mais agressiva foi a Noble que colocou 36 milhões de litros a venda por R$ 1.895,00 aceitando um deságio de 26,5%. Já a oferta mais cara foi da Amazonbio que está pedindo R$ 2.724,00 – deságio de 0,4% – em cada um dos m³ dos 2,5 milhões de litros que disponibilizou, que só participa da etapa sem o selo.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Pelo jeito, o aumento nos preços máximos de referência (PMRs) do biodiesel aliados a oferta de oleo no mercado tiveram em atiçar o apetite das usinas. No 44ª Leilão de Biodiesel, elas colocaram 850,7 milhões de litros de biodiesel a disposição do mercado. Um novo recorde para o setor.
Essa é o terceiro certame consecutivo em que a 2ª etapa do processo de negociação fecha com recorde de oferta. Entretanto, se a expansão da oferta entre o L42 e o L43 foi de menos de 300 m³, dessa vez vimos um salto significativo na quantidade de biodiesel colocada à venda.
A oferta nesses três leilões seria suficiente para atender a demanda de um hipotético aumento da mistura obrigatória para B8.
Ocupação
Esse volume corresponde a 77,9% da capacidade das 37 usinas habilitadas. O percentual também é um recorde.
Um total de 13 usinas aumentou a oferta em relação ao leilão do bimestre passado. Juntas elas acrescentaram 54,8 milhões de litros.
Além disso, 9 usinas ofereceram todo o biodiesel o que podiam chegando a 100% de suas capacidades instaladas para o bimestre. Uma décima – a Biopar MT – chegou perto dessa marca com 99,6% ofertados.
Já um grupo de 10 usinas entraram no leilão menos animadas e diminuíram suas ofertas. Elas tiraram 29,1 milhões de litros do mercado.
Acerto
O preço médio pedido pelas usinas para cada m³ de seu produto foi de R$ 2.147,70 pouco acima dos R$ 2.122,49 por m³ do leilão anterior quando considerado o preço máximo estipulado pela ANP. Por isso o deságio ficou em sólidos 18,3%, bem acima dos 13,6% do L43.
A usina mais agressiva foi a Noble que colocou 36 milhões de litros a venda por R$ 1.895,00 aceitando um deságio de 26,5%. Já a oferta mais cara foi da Amazonbio que está pedindo R$ 2.724,00 – deságio de 0,4% – em cada um dos m³ dos 2,5 milhões de litros que disponibilizou, que só participa da etapa sem o selo.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com