
Acabou agora há pouco a 2ª etapa do 38º Leilão de Biodiesel. Nessa etapa do processo, são as usinas que fazem suas ofertas; tanto do volume de biodiesel que querem colocar a venda quanto do preço – limitado pelos preços máximos de referência – que esperam receber por seu produto.
Dessa vez, as 42 usinas que participam da disputa colocaram a venda 737 milhões de litros – cerca de 64,5% da capacidade total.
Acabou agora há pouco a 2ª etapa do 38º Leilão de Biodiesel. Nessa etapa do processo, são as usinas que fazem suas ofertas; tanto do volume de biodiesel que querem colocar a venda quanto do preço – limitado pelos preços máximos de referência – que esperam receber por seu produto. Dessa vez, as 42 usinas que participam da disputa colocaram a venda 737 milhões de litros – cerca de 64,5% da capacidade total – por um preço médio de R$ 1.890,77 por metro cúbico, um deságio de 10,5% sobre os PMRs.
Promovido pela ANP, o certame vai adquirir o biodiesel que será consumido no país durante os meses de setembro e outubro, ele será o segundo leilão do B6 e, espera-se, o último antes da adoção do B7. As projeções de BiodieselBR.com indicam que a demanda para esse período deverá ficar entre 640 e 660 milhões de litros. Isso quer dizer que, mesmo que a demanda fique perto do piso da projeção, a diferença entre oferta e demanda será inferior a 100 milhões de litros.
Menos oferta
Essa oferta é 73,3 milhões de litros inferior ao que as usinas haviam colocado no mercado no L37. Nada menos que 13 usinas diminuíram suas ofertas tirando do mercado uma oferta de 90,1 milhões de litros. ADM de Rondonópolis e Camera de Ijuí foram os grandes destaques desse grupo reduzindo suas ofertas em, respectivamente, 22 milhões de litros e 20 milhões de litros
Esse movimento foi parcialmente compensado por 10 usinas que aumentaram o volume oferecido em 25,8 milhões de litros sendo que praticamente metade desse volume extra – 12,5 milhões de litros – entraram no mercado graças à Cargill.
A maior oferta foi a da Granol de Goiás que colocou 58 milhões de litros a venda – 93,6% de sua capacidade instalada. Embora essa possa ser considera uma oferta bastante ousada, nada menos do que cinco usinas – Noble, BSBios do PR, BSBios do RS, Brejeiro e Biocar – colocaram 100% de suas capacidades produtivas a venda. Já a Barralcool não fez ofertas e vai ficar fora do mercado no próximo bimestre.
Em termos regionais, o campeão é o Rio Grande do Sul que está colocando no mercado 222,6 milhões de litros. Mato Grosso e Goiás são o segundo e terceiro colocados com, respectivamente, 128,9 e 124,2 milhões de litros
Preços
Os preços mantiveram sua trajetória de baixa. No Leilão 37, as usinas pediram R$ 1.882,22 pelo m³ de biodiesel, cerca de 1,2% a mais do que o preço atual. Aos poucos, vai se consolidando a noção de que esses são os novos patamares de preço para o biodiesel.
Vale lembrar que não faz muito tempo, era praticamente impensável que um m³ de biodiesel fosse negociado abaixo de R$ 2.000. Hoje só 10 usinas colocaram estão pedindo valores acima desse patamar por seu produto. O biodiesel mais caro é o da Oleoplan da BA que pediu R$ 2.135 por seu biocombustível.
A usina mais agressiva foi a Biocamp que colocou 9 milhões de litros a venda por R$ 1.705 por m³. No total, cinco usinas estão com biodiesel a venda por preços entre R$ 1.700 e R$ 1.800.
O Paraná é o estado com os preços mais agressivos. As usinas do estado estão pedindo apenas R$ 1.802,51 por m³.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Dessa vez, as 42 usinas que participam da disputa colocaram a venda 737 milhões de litros – cerca de 64,5% da capacidade total.
Acabou agora há pouco a 2ª etapa do 38º Leilão de Biodiesel. Nessa etapa do processo, são as usinas que fazem suas ofertas; tanto do volume de biodiesel que querem colocar a venda quanto do preço – limitado pelos preços máximos de referência – que esperam receber por seu produto. Dessa vez, as 42 usinas que participam da disputa colocaram a venda 737 milhões de litros – cerca de 64,5% da capacidade total – por um preço médio de R$ 1.890,77 por metro cúbico, um deságio de 10,5% sobre os PMRs.
Promovido pela ANP, o certame vai adquirir o biodiesel que será consumido no país durante os meses de setembro e outubro, ele será o segundo leilão do B6 e, espera-se, o último antes da adoção do B7. As projeções de BiodieselBR.com indicam que a demanda para esse período deverá ficar entre 640 e 660 milhões de litros. Isso quer dizer que, mesmo que a demanda fique perto do piso da projeção, a diferença entre oferta e demanda será inferior a 100 milhões de litros.
Menos oferta
Essa oferta é 73,3 milhões de litros inferior ao que as usinas haviam colocado no mercado no L37. Nada menos que 13 usinas diminuíram suas ofertas tirando do mercado uma oferta de 90,1 milhões de litros. ADM de Rondonópolis e Camera de Ijuí foram os grandes destaques desse grupo reduzindo suas ofertas em, respectivamente, 22 milhões de litros e 20 milhões de litros
Esse movimento foi parcialmente compensado por 10 usinas que aumentaram o volume oferecido em 25,8 milhões de litros sendo que praticamente metade desse volume extra – 12,5 milhões de litros – entraram no mercado graças à Cargill.
A maior oferta foi a da Granol de Goiás que colocou 58 milhões de litros a venda – 93,6% de sua capacidade instalada. Embora essa possa ser considera uma oferta bastante ousada, nada menos do que cinco usinas – Noble, BSBios do PR, BSBios do RS, Brejeiro e Biocar – colocaram 100% de suas capacidades produtivas a venda. Já a Barralcool não fez ofertas e vai ficar fora do mercado no próximo bimestre.
Em termos regionais, o campeão é o Rio Grande do Sul que está colocando no mercado 222,6 milhões de litros. Mato Grosso e Goiás são o segundo e terceiro colocados com, respectivamente, 128,9 e 124,2 milhões de litros
Preços
Os preços mantiveram sua trajetória de baixa. No Leilão 37, as usinas pediram R$ 1.882,22 pelo m³ de biodiesel, cerca de 1,2% a mais do que o preço atual. Aos poucos, vai se consolidando a noção de que esses são os novos patamares de preço para o biodiesel.
Vale lembrar que não faz muito tempo, era praticamente impensável que um m³ de biodiesel fosse negociado abaixo de R$ 2.000. Hoje só 10 usinas colocaram estão pedindo valores acima desse patamar por seu produto. O biodiesel mais caro é o da Oleoplan da BA que pediu R$ 2.135 por seu biocombustível.
A usina mais agressiva foi a Biocamp que colocou 9 milhões de litros a venda por R$ 1.705 por m³. No total, cinco usinas estão com biodiesel a venda por preços entre R$ 1.700 e R$ 1.800.
O Paraná é o estado com os preços mais agressivos. As usinas do estado estão pedindo apenas R$ 1.802,51 por m³.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com